APIs em Blockchain: o que é possível aprender da aplicação?

Vivemos tempos de mudanças, em que a tecnologia causa uma verdadeira revolução na vida das empresas. Quem acha que as soluções encontradas para melhorar processos, principalmente na área de TI, são só mais um modismo, está enganado – e pode perder tempo e dinheiro com esse pensamento.

Aplicações em TI surgem a todo instante, e acompanhar esse movimento é a melhor maneira de fazer sua empresa crescer. A novidade do momento, por exemplo, são as APIs em Blockchain. Para entender esse papel, devemos, primeiro, discutir e entender o que é, realmente, um blockchain.

Blockchain é uma cadeia de registros distribuída e compartilhada em vários pequenos pedaços que têm como principal finalidade a criação de um índice global em um determinado mercado.

Portanto, trata-se da maneira de registrar todas as transações e trocas de quem faz parte do sistema em blocos, como um livro caixa gigantesco e virtual. Esses blocos são criptografados e todos que fazem parte do sistema têm acesso às criptografias.

Dessa forma, todo mundo pode acessar os dados sem saber, exatamente, onde mora a sua “raiz”, já que tudo é criptografado. Isso garante a segurança das informações compartilhadas dentro da rede.

A tecnologia blockchain é a solução para que todas as espécies de transações e trocas no mundo, não apenas dinheiro vivo ou Bitcoins, sejam feitas com mais segurança, agilidade e sem intermediação de terceiros. No Brasil, isso significa “sem comissões ou taxas”.

Embora o blockchain tenha sido usado com mais notoriedade no desenvolvimento e uso generalizado do Bitcoin e outras criptomoedas, ele também pode ser usado para um grande número implementações de TI, como a Internet das Coisas.

APIs do Blockchain: um sistema de conectividade

Um dos melhores elementos do blockchain é o fato de que é impulsionado inteiramente pelo conceito de confiança. Cada interação no blockchain confia e verifica a transação e depende do consenso de todos os blocos para rastrear o que é uma atividade descentralizada, que não pode ser rastreada.

Assim como o blockchain, a comunidade de APIs também é impulsionada pela confiança como um conceito-chave – e é por isso que o blockchain é um elemento incrível de conectividade na aplicação das APIs.

Como já falamos aqui no blog, API é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. De forma geral, uma API nada mais é que uma interface simplificada e padronizada, que fornece a vários programadores um método para a construção de aplicações que se comuniquem internamente.

Geralmente as APIs são criadas com um padrão aberto e documentação de acesso livre.

O Google Maps é um ótimo exemplo da área de API. Por meio do seu código original, inúmeros sites e aplicativos utilizam os dados do Google Maps, adaptando-o da melhor forma para a utilização do seu serviço.

Interações das API´s e blockchain

Muito tem se falado sobre a economia do compartilhamento, em exemplos de sucesso como Airbnb, Uber e eBay. Mas, aos poucos, esse entusiasmo em relação às possibilidades disruptivas das empresas enfraqueceu, devido às más condições de trabalho relatadas por usuários e temores de monopólios.

A verdadeira economia do compartilhamento é aquela em que indivíduos e empresas são capacitados pela tecnologia, com o objetivo de compartilhar seus dados e, se for possível, receber pagamento por isso.

Você pode ter uma pequena estação meteorológica no quintal da sua casa. Muitas pessoas poderiam se beneficiar das informações produzidas ali e até pagariam para obtê-las, desde que pudessem confiar na precisão dos dados.

Com a API no blockchain isso é possível.

Você pode fornecer esses dados, totalmente confiáveis, uma vez verificados ao longo do tempo em um blockchain, a um terceiro que os agregaria em sua API de forma independente.

Com isso, empresas no ramo do vestuário, por exemplo, poderiam consumir esses dados para decidir a quantidade de roupas de inverno ou verão que devem ser produzidas para suprir demandas, sem gerar estoques desnecessários.

Há muitas formas de utilizar API em blockchain e fazer seus resultados decolarem, desde que você tenha uma equipe preparada para essa inovação.

Se quiser saber mais sobre ela, entre em contato com a X-Apps!

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APIs e microsserviços: 3 áreas em que a tecnologia está se reinventando

As inovações da área de TI estão cada vez mais presentes no mundo empresarial. A transformação digital e o uso da tecnologia já se incorporaram ao estilo de vida de muitas pessoas, afetando, assim, seus hábitos de consumo. Consequentemente, a estrutura das organizações, principalmente de base tecnológica, sentem os reflexos dessa mudança.

Uma das inovações que melhora a forma de desenvolvimento e utilização de aplicativos e interfaces com redes sociais é a API (Application Programming Interface). Ela possibilita a integração e interação de aplicativos e softwares de forma simplificada, oferecendo o máximo de conteúdo em um ambiente prático e funcional.

Sem essa aplicação seria inviável, por exemplo, acessar o Netflix pelos aplicativos da Smart TV, e ficaria bem mais difícil desenvolver aplicativos e sistemas que se utilizam de GPS, por exemplo.

O recurso auxilia consideravelmente os profissionais de TI no desenvolvimento do melhor trabalho, e garante certa economia às empresas, que não precisam gastar para criar, por conta própria, algo que já existe. No entanto, não se pode explorar a API sem falar dos conceitos dos microsserviços.

O que são microsserviços?

Microsserviço é um padrão de design utilizado para transformar aplicativos complexos em processos simples, detalhados, reutilizáveis e interoperáveis. Os microsserviços podem ser modificados e implementados de forma independente uns dos outros. De modo geral, apresentam as seguintes características:

  • São pequenos;
  • Trabalham com mensagens;
  • Precisam de contextos;
  • São desenvolvidos de forma autônoma;
  • Podem ser implementados de forma independente;
  • São descentralizados;
  • Entendem várias linguagens;
  • São desenvolvidos e lançados com processos automatizados.

O estilo de arquitetura de microsserviços é uma abordagem que desenvolve um aplicativo único, como uma suíte de pequenos serviços, cada um executando seu próprio processo e se comunicando através de mecanismos leves, muitas vezes em uma API com recursos HTTP.

Esse recurso fragmenta o desenvolvimento de TI, tornando-o mais ágil e produtivo, tanto para as equipes que coordenam o projeto quanto para o cliente, que percebe valor agregado no resultado final.

Aliás, vale lembrar: quando falamos em desenvolver aplicativos baseados em microsserviços, não estamos mudando apenas o produto final, ou seja, o software que está sendo desenvolvido. Também tratamos, dentro desse conceito, o processo de desenvolvimento, a automação dos ambientes de desenvolvimento, produção, as variadas formas de testar e a maneira das equipes em lidar com o trabalho.

Todo setor da tecnologia depende das APIs de alguma forma. Abaixo, listamos algumas das principais áreas que estão sendo impactadas pelas APIs nos últimos anos:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas trabalha para que tudo seja conectado e controlado através de computadores ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Casas completamente automatizada, e até fábricas conectadas, podem ser gerenciadas à distância.

Mas, para que essa tecnologia seja possível, é necessário o desenvolvimento de software que transforme essas ideias em realidade. Através de APIs é possível criar programas que sejam facilmente expansíveis e consigam se encaixar em novas demandas.

Redes Sociais

Aplicativos como iAlien e TweetDeck, voltados para usuários do Reddit e Twitter, só puderam ser desenvolvidos graças à disponibilização de APIs por essas duas redes sociais.

É por isso que, nos próximos anos, essas e muitas outras redes sociais continuarão disponibilizando APIs para que desenvolvedores construam novos aplicativos e promovam sua expansão por todo o mundo.

Serviços bancários

As APIs também estão contribuindo para a evolução dos serviços bancários pessoais, através da criação de processos mais rápidos e da melhor integração com outros serviços.

Além disso, elas colaboram para o surgimento de carteiras virtuais. O Block.io, por exemplo, utiliza APIs para criar uma carteira que armazena, em um só lugar, os Bitcoins, Dogecoins e Litecoins dos seus usuários.

O Nubank, fintech brasileira, é outra aplicação que utiliza APIs.

Quer saber mais como APIs e microsserviços podem melhorar o desenvolvimento do seu software e garantir a qualidade do produto final? Fale com a X-Apps!

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O poder da inteligência coletiva no desenvolvimento de softwares

O conceito de Inteligência Coletiva pressupõe a participação de um grande grupo de pessoas com interesses diversos no interior de uma comunidade. A criação de softwares passa, em grande medida, pela capacidade dos desenvolvedores em reunir habilidades, conhecimentos, e primordialmente, valor para um negócio que possa atender a determinado público-alvo.

 Tal ideia pressupõe, no atual contexto de criação de aplicativos e desenvolvimento de softwares, a certeza de que o valor do conhecimento pode ser distribuído com muito mais competência e qualidade com a ajuda das tecnologias de informação e comunicação. Há um viés pedagógico na utilização da Inteligência Coletiva no desenvolvimento de projetos e plataformas tecnológicas: a troca de experiências entre desenvolvedores e colaboradores, sejam eles conhecedores de TI, Sistemas de Informação, Marketing e outras áreas, visando o desenvolvimento de plataformas digitais cada vez mais complexas.

 Há uma disposição dos indivíduos, em especial, dos profissionais que traballham com tecnologia, para a adoção de projetos colaborativos, que unam todos os conhecimentos adquiridos pelos integrantes de uma comunidade, visando um processo de intensa inovação e mudança, já que softwares, bem como diversos meios tecnológicos, passam por inúmeras transformações dentro de um curto espaço de tempo. Cabe, portanto, a esses profissionais, criar linhas de comunicação com outros grupos e tentar agrupá-los de acordo com as necessidades exigidas.

 Para além da troca de experiências e conhecimentos, há que se ter noção da estrutura de uma organização e do posicionamento dos seus integrantes. Se a estrutura é horizontal, seus colaboradores trabalham no mesmo nível e trocam experiências, sem a necessidade de se reportar a um superior, um chefe. Esta é uma característica própria do sistema vertical, hierárquico de organização, comum a estruturas antigas de empresas que se consolidaram há muito tempo e que não se transformaram com o passar dos anos.

 Outro fator importante é o conhecimento do tipo de público que se pretende atingir e o aprimoramento de ações que visem atender esta demanda, minimizando a margem de erros e de abordagens equivocadas. É preciso coletar informações a respeito do público-alvo, analisar suas preferências e criar planos que consigam engajá-lo e atraí-lo para a ideia formulada pelo desenvolvedor ou empresa.

 

 

 

 

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O React Native e as aplicações nativas e híbridas

O React Native é uma plataforma de criação de interface para usuários muito mais rápida e responsiva do que tecnologias como JavaScript e HTML5. Esta ferramenta é mais parecida com o React, mas com mecanismos específicos da plataforma ao invés de características semelhantes ao DOM (Document Object Model) – uma avançada ferramenta que trabalha com organização de marcações em HTML, XHTML e XML, e como elas são lidas pelo navegador utilizado pelo usuário.

O mecanismo de ação do React Native é usar uma JSX, uma extensão JavaScript utilizada para definir os layouts em HTML. As alterações que são feitas nessa plataforma causam atualizações constantes no fluxo de dados. Essas mudanças são feitas pelo DOM, responsável pela análise dos componentes e a confirmação de que somente os dados afetados pela mudança de status passam por atualizações.

Justamente por conta de seu caráter responsivo, o React Native transformou a experiência de desenvolvimento de aplicações por dar acesso aos componentes de interface dos usuários nativos, por facilitar a aplicação de estilos de layout em diversas plataformas móveis e por trazer benefício ao nível de performance.

Para compreender a natureza do React Native é necessário entender a diferença entre aplicações nativas e hibridas. O mais importante na comparação entre os dois é saber como a aplicação se desenvolveu a partir do formato do código. Aplicações nativas se desenvolvem para cada plataforma com base no código específico de cada sistema, seja ele Android ou Windows. Aplicações híbridas, por sua vez, são desenvolvidas para quaisquer tipos de plataformas.

Outro aspecto fundamental das aplicações nativas é a necessidade de maior investimento, uma vez que a manutenção desses aplicativos é demorada e só pode ser feita individualmente para cada plataforma. As aplicações híbridas, por outro lado, têm manutenção mais simples e mais acessível em matéria de tempo e custo. A atualização destes para novas versões, no entanto, necessita mais tempo para o processo de adaptação a novidades tecnológicas.

 

 

 

 

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Importância das validações parciais

Você já deve ter ouvido falar que toda hipótese precisa ser validada. Essa é uma realidade na ciência, que necessita de inúmeros testes antes de chegar-se a uma conclusão, e na vida das empresas que comercializam produtos e serviços inovadores.

Afinal, sem saber exatamente como e por quais razões serão acolhidos pelo mercado, é impossível acertar em seu desenvolvimento.

A cereja do bolo, nesse caso, está na possibilidade de validar um projeto por etapas, algo recorrente na área de TI, ao invés de esperar tudo ficar pronto para só depois readequar alguns pontos.

Todas as vezes em que uma equipe de TI desenvolve um projeto, faz validações nos períodos de teste para demonstrar a qualidade e funcionalidade do que está sendo feito.

Nada mais justo que, depois de dedicar esforço, capital intelectual, tempo e dinheiro em uma nova solução, se possa garantir, minimamente, que o resultado final seja apresentado com o mínimo de falhas possível.

A isso chamamos de validações parciais.

O que são validações parciais?

A validação do método de teste é um processo que garante que a sistemática utilizada em determinado experimento seja adequada para o uso a que foi pretendido. Validação parcial, portanto, é a aplicação desse método em cada etapa de desenvolvimento do trabalho proposto.

Tais validações resultam em um recurso documentado onde se realiza uma série de experimentos sobre procedimentos, materiais e equipamentos  que compõem o método que está sendo validado.

Muito utilizado na ciência, em entidades envolvidas em testes de amostras biológicas e produtos farmacêuticos para fins de exploração, desenvolvimento e fabricação de medicamentos para uso humano e análises de laboratórios, as validações parciais também têm serventia para as equipes especializadas em tecnologia da informação, e podem ser consideradas para outras rotinas empresariais e de desenvolvimento que exijam consistência e precisão.

Os resultados obtidos nesses testes parciais passam por análises estatísticas das equipes envolvidas. Eles são submetidos ao crivo de uma série de critérios de aceitação pré-definidos e projetados para demonstrar a eficácia dos resultados produzidos pelo método durante a análise de amostra de rotina.

Para entender a fundo a importância das validações parciais, primeiro precisamos definir o que é validação analítica: método que, por meio de ensaios experimentais, confirma e fornece evidências objetivas de que os requisitos específicos para seu uso almejado são atendidos.

Ou seja, existe um projeto em desenvolvimento e essa sistemática pode avaliar se ele deu certo ou não, de acordo com o objetivo do teste.

Já a validação parcial demonstra, por meio de alguns parâmetros, que o método analítico tem as características necessárias para obtenção de resultados com a qualidade exigida e nas condições em que é praticado. Isto significa que tais validações não vão atestar se tal projeto simplesmente funciona, mas se os atributos utilizados para essa finalidade geram condição favorável para esse resultado.

Aplicabilidades das validações parciais em projetos de TI

Existem normas e processos específicos para padronização de testes de laboratório pelo simples fato de que, sem esse conjunto de requisições, seria impossível garantir análises neutras sobre os exames realizados.

A principal função, nesse caso, é garantir uma única leitura das variáveis a título internacional, garantindo maior assertividade e menos divergências nos resultados.

No mercado de TI existem empresas especializadas no controle e gestão da qualidade com foco na acreditação laboratorial, que é a avaliação do laboratório através de auditoria – e certificações de qualidade.

Para que essas organizações consigam ter confiabilidade e qualidade em todas as fases e processo dos seus experimentos, softwares e aplicativos podem ser desenvolvidos para melhorar o desempenho de validações parciais.

Trazendo essa realidade para outras áreas, já pensou na facilidade de ter uma ferramenta que mapeie todos os processos da sua empresa, por exemplo? Facilitaria muito a vida dos profissionais responsáveis por ela, além de garantir mais credibilidade e produtividade em toda a cadeia de desenvolvimento de projetos, tornando o resultado mais confiável e, consequentemente, com melhor posicionamento no mercado.

Sua empresa precisa de mais segurança nas validações parciais? Talvez a criação de um software específico para isso possa ser a solução – e vire uma boa oportunidade de mercado.

Para saber mais sobre isso, converse com a X-APPS! Temos a solução assertiva para o seu correto processo de validação.

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Notificações Push: Por que seu aplicativo deveria tê-las?

Você já parou pra pensar como seria a nossa vida sem o smartphone?

Hoje em dia é quase impossível ficar sem ele, uma vez que esse aparelhinho que cabe no bolso possui tantas utilidades: além do básico, que é fazer ligação, é possível baixar aplicativos e resolver todos os “pepinos” sem sair de casa.

Conseguimos pagar contas, acessar plataformas de universidade, comprar passagens aéreas, reservar hotéis, ler sites de notícias, conversar em tempo real com amigos e família que estão longe e ficar de olho nas novidades do que nos interessa.

Tudo isso e muito mais graças a esse pequeno computador que levamos para cima e para baixo, diariamente.

Com tanta aplicabilidade, imagine o que não pode fazer uma empresa ou marca que empreende na web e quer aproveitar dessa ligação tão íntima entre o usuário e o celular… começar a interagir com esse público por meio de notificações push é um pulo.

Mas, afinal, o que são notificações push?

Notificações push nada mais são do que mensagens disparadas por um site ou aplicativo para o smartphone ou o navegador de um usuário. São recados em que as pessoas podem clicar que as levarão a completar uma determinada ação conduzida por quem gera a notificação.

Funciona da seguinte forma: você está em um aplicativo qualquer e, ao fechá-lo, imediatamente, aparece uma mensagem de, por exemplo, uma rede de hotéis oferecendo descontos em diárias para determinada época do ano – ou  a propaganda de algum aplicativo sugerindo que você clique na mensagem para saber mais sobre o assunto.

É dessa forma que funciona a aplicabilidade das notificações push nos aplicativos: elas têm como objetivo estimular o engajamento por meio de um canal direto entre app e usuário, oferecendo a ele conteúdos pertinentes.

Existem algumas características que propiciam essa interação, como o ícone do APP que identifica o dono da mensagem, o título da mensagem – e é importante destacar o que se quer com poucas palavras. Mensagens sempre curtas, com no máximo 160 caracteres, despertam mais o interesse do usuário.

As notificações push tendem a ser mais visualizadas que um e-mail marketing, por exemplo, pela sua praticidade. Afinal, ninguém tem que entrar em nenhuma plataforma para ver as novidades, uma vez que as mensagens “pulam” na tela do celular.

Como utilizar as notificações push

Vários ramos de atuação podem se beneficiar das notificações push – basta que, para isso, tenham um aplicativo interessante ou site responsivo.

Se você tem uma loja online, por exemplo, pode enviar promoções para os seus clientes ou lembrá-los que uma compra não foi concluída. Mas, se tem um blog, pode criar uma notificação e convidar seus leitores que se inscrevam para receber as atualizações e novidades da sua página.

O sucesso das suas notificações push dependerá, basicamente, da estratégia adotada para impulsionar seu aplicativo ou site. Afinal, há uma grande chance do usuário não ler e nem abrir a sua mensagem, mesmo que ela esteja bem na sua frente.

Não ser invasivo deve fazer parte dos seus planos. Para não incomodar quem está recebendo as notificações, envie assuntos que realmente interessem ao usuário dos seus serviços e sejam úteis para quem os irá receber.

Muitas pessoas já acostumadas com mensagens desinteressantes que chegam no celular não prestam atenção nas notificações ou as desabilitam completamente.

Para um melhor engajamento com o seu potencial cliente, seja interessante, cauteloso e só prometa o que pode oferecer.

Se você tem um negócio, quer promovê-lo em sites e dispará-lo via aplicativo de celular, não perca tempo: a sua empresa tem muito a ganhar com um app bem feito. Através das notificações push você pode reter clientes e disponibilizar informações importantes em tempo real.

O melhor disso tudo é que você não precisa colocar a mão na massa para desenvolver as notificações push e nem gastar dinheiro montando uma empresa para isso: existe economia e praticidade ao produzir um app no modelo on demand, como os produzidos pela X-Apps.

Isso vai te poupar tempo, dinheiro e energia para elaborar melhor as estratégias do seu negócio.

Quer uma solução ágil para o seu projeto? Entre em contato e descubra as vantagens competitivas que oferecemos para que sua empresa abrace, de vez, a inovação tecnológica.

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O que é Duns Number?

Se sua empresa faz transações no comércio internacional, então você certamente já tem o Duns Number. Agora, se você ainda não obteve esse identificador, vamos te explicar tudo sobre ele.

O D.U.N.S., que é uma abreviação em inglês de Data Universal Numbering System,  é um código identificador mundial de nove dígitos (tipo um CNPJ internacional) criado e administrado pela Dun & Bradstreet. Essa empresa atua na área de gestão de informações comerciais e está presente na América Latina há mais de 100 anos vinculando empresas ao seu banco de dados.

O Duns Number é um padrão usado globalmente para a identificação de empresas em transações comerciais.

O uso desse número é exclusivo e intransferível, sendo reconhecido pelas principais organizações de padronização do mundo, tais como o Instituto Americano de Padronização Nacional (ANSI), o Padrão de Intercâmbio Eletrônico de Dados para Administração, Comércio e Transporte da ONU, Organização Internacional para Padronização (ISO) e a União Federal do Governo dos Estados Unidos.

Quais são os benefícios de ter um Duns Number?

Em um mundo interligado, onde muitos negócios são feitos em rede, milhões de organizações comerciais precisam obter informações para concretizar as suas tomadas de decisão.

Para possibilitar um melhor acesso aos dados, o Duns Number identifica mais de 250 milhões de empresa em todo o mundo, oferecendo uma visão completa das companhias com as quais a sua empresa se relaciona comercialmente.

Ao usar esse número, você terá acesso a uma rede vinculada de informações sobre atuais e possíveis fornecedores, além de clientes e parceiros comerciais em todos os continentes.

Muitos governos, dentre elas o governo federal dos Estados Unidos, o governo da Austrália e a Comissão Europeia, e mais de 50 indústrias globais, incluindo associações comerciais e diversas corporações do mundo, recomendam ou exigem o Duns Number.

A fim de se ter uma ideia da importância desse identificador, uma pessoa jurídica que queira fazer uma publicação de um aplicativo, ou catálogo digital, na loja de aplicativos da Apple Store, por exemplo, precisa ter o Duns Number para abrir conta nesta empresa.

Ter esse identificador significa colocar sua empresa à frente da concorrência, pois ela se torna apta a se relacionar com as maiores organizações do mundo. Ele tornou-se o padrão para acompanhar o mundo dos negócios e diversas empresas consultam o banco de dados da D&B diariamente.

Isso significa que as informações cadastradas podem influenciar – e muito – nas negociações para o fechamento de um negócio. Muitas vezes as informações contidas no Duns Number já são o suficiente para o reconhecimento da empresa e a agilidade da decisão de crédito e fornecimento.

Além de contar com uma visibilidade no mercado comercial, o Duns Number oferece outras vantagens para a empresa que passar a usar esse número internacional:

  • Elimina arquivos duplicados em seu cadastro de clientes e fornecedores;
  • Moderniza suas operações e simplifica as comunicações por meio do e-commerce;
  • Tem um identificador comum de notas fiscais, requisições, pagamentos, documentos alfandegários, etc.;
  • Identifica fornecedores interligados e potenciais reduções de custos operacionais;
  • Integra seus sistemas internos de contas a pagar e a receber.

Como conseguir o Duns Number

Para se obter o Duns Number no Brasil,  sua empresa precisa abrir uma conta no site da Dun & Bradstreet Brasil e fazer o registro da organização. A própria D&B irá validar seus dados cadastrais e fornecer o número nacional.

Os valores para obter o Duns Number variam conforme o prazo ou a urgência necessária para sua aquisição.

Depois que receberem seus dados, o maior tempo de espera para se obter o identificador é de 30 dias e, logo em seguida, há o prazo de 5 a 7 dias pela espera. O menor tempo já registrado para esse recebimento é de 24 a 48 horas.

Gostou de saber sobre o Duns Number? Se tiver alguma outra dúvida, entre em contato com a gente.

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CRM/Salesforce: Como aplicativos podem tirar o máximo de seu CRM

Todo mundo quer ter o melhor relacionamento possível com seus clientes – e o CRM (Customer Relationship Management) é a ferramenta que garante melhores resultados entre essa conexão da empresa.

Em outras palavras, o CRM é, basicamente, a ferramenta que engloba todas as áreas da empresa que possuem algum tipo de relacionamento com os clientes (ou potenciais clientes), sendo as principais o setor de marketing, vendas e pós-vendas.

Ele entra em cena quando planilhas de Excel já não fazem um trabalho tão preciso de gerenciamento de clientes, e-mails já não são suficiente e o monitoramento de pesquisas de satisfação já saiu há muito tempo do controle.

Os CRMs podem ser adquridos por licenças (SaaS) ou podem ser atrelados a aplicativos, que podem tirar o máximo proveito de um CRM adequado.

Isso porque os apps podem melhorar a comunicação com clientes, inclusive no atendimento, apresentar uma visão geral dos negócios da empresa e fazer com que as áreas internas entendam como estão as vendas e o que pode ser melhorado.

Além disso, o CRM conjunto a um aplicativo pode acompanhar e gerenciar tarefas nas mais diversas frentes, o que melhora a comunicação e organização interna. Os colaboradores veem mais sentido em um app que gera economia de tempo e eficiência e trabalham até mais focados quando estão frente a frente com sistemas intuitivos.

Tudo isso, claro, pode acabar melhorando o desempenho da companhia em vendas. Afinal, com a casa em ordem, fica mais fácil para as equipes focar no que realmente interessa, que é gerar a melhor experiência possível ao consumidor de seus produtos e serviços.

Aplicativos para pequenas empresas

Grandes empresas já trabalham com CRM há algum tempo e sabem melhor como potencializar essa ferramenta. Porém, as pequenas empresas podem não saber sequer do que se trata um Customer Relationship Management – e, nesse caso, a intervenção de um app para melhores trabalhos é fundamental.

Um case bem bacana para que o CRM não cause estranheza aos mais variados negócios é o do Salesforce, um dos CRMs mais usados do mundo. Ele disponibiliza uma loja online para que desenvolvedores criem aplicativos para que pequenas, médias e grandes empresas consigam extrair o máximo das funcionalidades de seu produto.

O melhor para os desenvolvedores, nesse caso, é que não é necessário fazer uma solução do zero: a loja tem milhares de apps e mais de 50 mil reviews dessas aplicações para que cada empresa possa escolher o que melhor cabe dentro de cada realidade.

Dessa forma, quem não tem equipe qualificada para desenvolver um aplicativo próprio pode escolher por um que já está pronto, embora a loja dê todo o suporte necessário para que cada empresa faça seu próprio app com baixo risco, economia de tempo e integração total de ferramentas gerais com as funcionalidades do Salesforce.

Por que apostar em aplicativos para CRM?

A resposta é simples: para melhorar a produtividade dos times e fazer os negócios terem ainda mais sucesso.

Com um CRM a empresa pode entender melhor quem são e o que querem seus clientes, estabelecer com eles uma comunicação eficaz e trabalhar de modo colaborativo para atender a todas as expectativas.

O que o aplicativo vai fazer para potencializar essas ações é integrar-se com o CRM que já utiliza e gerenciar, de maneira fácil e ágil, as interfaces da ferramenta. Um app também pode permitir o compartilhamento integrado de arquivos, integrações sociais, filtros personalizados e permissões de acesso.

Resumindo, com um aplicativo que potencialize o CRM todo o controle da área de relacionamento com o cliente pode ser monitorado do início ao fim, desde o momento em que ele entra na loja até depois que já tem em mãos o produto ou serviço contratado.

A melhor parte?

Fazer um aplicativo que tenha a função de melhorar o aproveitamento do CRM tem baixíssimo custo, se comparado a todo lucro que pode gerar. Isso, claro, sem deixar de lado toda a robustez, elegância e acessibilidade que uma ferramenta de Customer Relationship Management tem e traz para cada empresa.

Quer saber mais sobre como desenvolver um CRM para a sua empresa? Converse com a X-Apps.

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ERP/SAP – Como estender os recursos do ERP da minha empresa

ERP/SAP é um sistema integrado de gestão empresarial que contempla uma empresa como um tudo, dividindo suas áreas em módulos que são integrados durante o processo para que as informações fluam entre todas as partes do sistema.

No ERP/SAP, cada módulo é desenvolvido com base nas práticas diárias de cada organização – e o sistema é configurado para atender, de maneira personalizada, cada processo.

São milhares de tabelas administrando, em tempo real, todas as informações que trafegam pela empresa.

O ERP, sigla em inglês para Planejamento de Recursos Empresariais, tem métodos de trabalho reconhecidos mundialmente pela eficiência e conforto que causam nos gestores, principalmente por relacionar programas de alta tecnologia e desenvolver soluções para vários tipos de tarefas dentro de um ramo de negócios.

O programa tem pacotes recorrentes de melhorias sugeridas pelos clientes do sistema, que somam mais de 50 mil companhias ao redor do mundo e tornam mais fácil a tarefa de estender o programa dentro da empresa.

Onde posso usar o ERP na empresa?

Os sistemas SAP são velhos conhecidos dos clientes por entregar ferramentas de contabilidade (como controle financeiro e fiscal) e organização, mas as benesses do programa não param por aí.

Através do ERP é possível integrar informações sobre pagamentos de despesa, recebimento de receitas, tributos e custo final das operações empresariais.

Isso significa que, dependendo do tamanho e do ramo de atuação da sua empresa, esse é um software de uso básico para que você mantenha suas atividades em dia.

Contudo, o ERP também torna possível outras aquisições técnicas e intelectuais dentro da organização. Com ele, é possível:

  • Reduzir custos com tecnologia da informação, incluindo mão de obra, desperdícios, erros e retrabalhos;
  • Otimizar prazos de entrega a partir do aumento da produtividade;
  • Facilitar a gestão de estoque, organizando a compra e venda de mercadorias;
  • Melhorar a gestão tributária, no intuito de evitar a notificação de multas e diminuir a dependência de contadores.

O ERP também garante mais controle na empresa, principalmente se estivermos falando de uma PME.

A solução do software simplifica processos ao manter todas as informações do negócio em um sistema único e escalável, em um sistema que pode ser implementado em nuvem em até oito semanas.

Sistema projetado para crescer com a empresa

Com o passar do tempo, o ERP sofreu diversas modificações para se adaptar a realidades cada vez mais tecnológicas, com alta necessidade de resposta em pouco tempo.

Assim, se tornou um sistema totalmente projetado para crescer junto com as empresas que o adotam, dispondo de interfaces intuitivas e até mesmo de aplicativos de acesso.

Para saber se está na hora de implementar o ERP na sua companhia – ou estendê-lo para mais áreas –, basta se perguntar se a organização dos seus arquivos e informações passa por alguma dificuldade, por menor que ela seja.

Qualquer coisa que esteja gerando gargalo nas suas contas mensais pode ser um indicativo de que você precisa desse sistema o quanto antes.

Com o ERP você consegue controlar mais facilmente fluxos de caixa e a gestão da informação, dois fatores que são cruciais para o sucesso de uma empresa. Ter um software que integre e estruture os dados de um negócio vai fazer com que os gestores conheçam melhor a realidade por trás das transações, fazendo com que a tomada de decisões seja mais assertiva a partir de dados verdadeiros e apurados.

Não estender o ERP na sua empresa é como pular em uma piscina de olhos vendados, sem saber se ela está cheia ou vazia. Em um cenário como esse, onde tudo pode acontecer, é sempre melhor prevenir que remediar.

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Metodologias Ágeis: Aplicativos melhores e mais rápidos

Embora diga respeito ao andamento de projetos e à forma como eles são desenvolvidos dentro das empresas, as Metodologias Ágeis também têm se apresentado como uma opção no estilo de gestão por valorizar mais o desenvolvimento humano entre as etapas e a satisfação dos clientes do que o faturamento do item entregue.

No Manifesto das Metodologias Ágeis doze itens norteiam os trabalhos que vão fazer da sua empresa um ambiente de desenvolvimento de melhores aplicativos, criados de forma mais rápida e eficiente. São eles:

  1. Satisfazer o cliente através da entrega de software de valor;
  2. Aceitar mudanças de requisitos quando eles apresentem vantagens competitivas, mostrando a capacidade de adequação de processos ágeis;
  3. Entregar softwares em pleno funcionamento;
  4. Promover o trabalho conjunto e diário de pessoas relacionadas a negócios e desenvolvedores durante todo o curso do projeto;
  5. Construir projetos para indivíduos motivados dando a eles ambiente, suporte e confiança no melhor trabalho;
  6. Transmitir de forma eficiente e presencial as informações acerca de um projeto;
  7. Encontrar no software funcional a medida primária do progresso;
  8. Promover um ambiente sustentável através do projeto ágil, com todas as equipes mantendo passos constantes;
  9. Dar contínua atenção à excelência técnica e ao bom design, o que aumenta a agilidade de um projeto;
  10. Maximizar a simplicidade e diminuir o trabalho que não precisa ser feito;
  11. Emergir de times auto-organizáveis as melhores arquiteturas, requisitos e designs;
  12. Refletir entre equipes, em intervalos regulares, como efetivar, ajustar e otimizar melhor os comportamentos de acordo com os projetos a serem desenvolvidos.

Tudo isso faz das Metodologias Ágeis a melhor saída para a entrega de projetos de valor, tanto para a empresa contratante quanto para os clientes que se utilizarão do software, no tempo adequado e com qualidade acima das expectativas.

Por que as Metodologias Ágeis estão em alta?

Um dos motivos para explicar porque as Metodologias Ágeis estão em alta é a popularização da sua utilização por startups e grandes empresas de tecnologia. Afinal, hoje em dia os processos de entrega de aplicativos, softwares e diversos outros canais tecnológicos não obedecem mais a um escopo fechado e imutável, sendo imprescindível que as equipes ao redor de seu desenvolvimento consigam remar de acordo com a maré.

Nas metodologias tradicionais toda a coisa é muito limitada: tarefas específicas respondem a uma ordem linear de desenvolvimento, necessitando, consequentemente, de um planejamento completo antes que o trabalho vá para as equipes. É preciso estabelecer prazos específicos que criam uma angústia pelo suprimento das necessidades antes mesmo que elas apareçam.

Já nas Metodologias Ágeis os times conversam periodicamente entre si para encontrar as melhores maneiras de fazer a entrega no tempo certo, ainda que modificações de escopo aconteçam durante a linha de produção. A estrutura das Metodologias Ágeis é feita, inclusive, para aceitar essas mudanças como parte do processo, buscando preveni-las os invés de apagar os incêndios causados por elas.

Um case de sucesso dessa linha de raciocínio é o Spotify, que usa a capacidade de escalonamento das Metodologias Ágeis para fazer suas entregas.

Basicamente, as equipes da empresa separam o aplicativo em vários “pedaços” e dedicam grupos internos para que sejam responsáveis por cada fatia do desenvolvimento. No fim, eles juntam tudo, uma vez que as equipes estiveram, a todo momento, trocando ideias sobre sua parte no projeto.

Quais são as principais Metodologias Ágeis usadas no mundo?

Há quem pense que o único nome de metodologia ágil do mundo é o Scrum, mas a realidade é que muitos outros representantes dessa seara podem ser encontrados e trabalhados, dependendo da realidade de cada empresa.

No rol dos que merecem uma atenção redobrada, por serem mais relevantes e reunirem as melhores práticas, estão:

  • FDD (Feature Driven Development);
  • XP (eXtrem Programming);
  • MSF (Microsoft Solutions Framework);
  • DSDM (Dynamic System Delevopment Model).

Além, é claro, do Scrum, que é certamente a mais popular dentre as Metodologias Ágeis.

Antes de escolher uma delas para aplicar na sua empresa, saiba que as Metodologias Ágeis funcionam melhor em empresas com times enxutos, embora essa realidade esteja mudando – hoje, até mesmo as empresas se adaptam de forma assertiva para entregar mais e melhor.

Por isso, é importante saber onde você quer chegar, e qual é a sua realidade corporativa, antes de aplicar alguma das Metodologias Ágeis que indicamos aqui ou que você conhece além da nossa lista. Afinal, nenhum método vai deixar seu trabalho mais efetivo se você não souber, realmente, para onde está indo com ele.

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Como o Uber Usa a Psicologia Comportamental

Basta um olhar mais apurado em como os motoristas são tratados pela empresa para saber que o Uber usa a psicologia comportamental dentro do aplicativo. Os executivos da empresa falam que é para melhorar a experiência do motorista, enquanto a utilização desse recurso – sem comprovação científica – mostra que a finalidade pode, inclusive, ser bastante lucrativa à startup.

Para entender a que ponto chega essa interação, e porque o Uber usa a psicologia comportamental com seus motoristas, é preciso entender, primeiro, o que é psicologia comportamental, e como ela pode atuar dentro do contexto empresarial.

Focada nas propostas do Behaviorismo, a psicologia comportamental defende que comportamentos, funcionais ou disfuncionais, são aprendidos e podem mudar através da imersão em novos comportamentos. É como se pensamentos, sentimentos e comportamentos pudessem ser estimulados (ou manipulados) para a criação de novas atitudes, maneiras de pensar ou de sentir as experiências.

Na psicologia comportamental feita dentro de um consultório, os terapeutas identificam no paciente comportamentos limitantes que causem sofrimento, dor ou prejuízos sociais e emocionais, tentam entender como e por que eles ocorrem e, a partir daí, buscam encontrar outros comportamentos para substituir aqueles que são considerados disfuncionais – e trazem malefícios à vida das pessoas.

E, pelo que dizem por aí, é mais ou menos isso que o Uber tem feito com seus motoristas – mas, ao invés de melhorias individuais, o que a startup pretende é aumentar seus lucros a partir do comportamento dos colaboradores.

Como o Uber usa a psicologia comportamental

O Uber não tem funcionários: cada motorista que se cadastra no aplicativo é livre para começar a trabalhar quando quiser – e também não tem horário certo para largar o serviço. Isso é, inclusive, literal: quem quiser se desligar do app pode fazer isso a qualquer momento, sem ônus para nenhuma das partes.

O fato de não ter amarras trabalhistas com quem dirige por ele faz com que o Uber também não consiga pedir aos motoristas que dirijam em horários que eles não querem, em lugares que não gostariam. É aí que entra a conversa de que o Uber usa a psicologia comportamental para fazer com que esses profissionais, autônomos, sigam instruções de trabalho sem nem ao menos saber que estão sendo instruídos.

Através de técnicas que envolvem gráficos, jogos de vídeo game e uma extensa pesquisa de psicólogos e cientistas sociais que trabalham para o aplicativo, o Uber consegue convencer seus motoristas a pegar rotas que não estão acostumados, ou até mesmo trabalhar mais por menos dinheiro, fazendo cada um deles acreditar que essa é a melhor forma de trabalho possível.

Os especialistas na área acreditam que o Uber usa a psicologia comportamental para manipular a renda dos motoristas do app, através dos dados que o sistema sabe sobre o motorista e o controle que fazem da interface de transações de cada aparelho. Assim, é como se o aplicativo pudesse ditar ao motorista onde ele deve ir sem que ele perceba, de fato, porque está fazendo aquilo.

A técnica na prática

Se você é, já foi ou conhece algum motorista de Uber, sabe que o aplicativo envia pop ups aos motoristas com mensagens de incentivo para corridas certeiras. Por exemplo: se há um show no estádio da cidade, tão logo o show esteja terminando um lembrete aparece no aplicativo, dizendo algo como: “o show está quase terminando, e as pessoas vão precisar de você por lá!”.

Dessa forma, alguém que está longe do ponto pode se sentir incentivado a ir para o local do show e, eventualmente, conseguir algumas corridas.

Até aí, tudo bem: a lei é a da oferta e da demanda. O que fica implícito é que, às vezes, a pessoa já trabalhou demais naquele dia, queria ir descansar, mas vai pegar mais alguns passageiros na saída do show para fazer um dinheirinho extra. O preço, para o motorista, pode continuar o mesmo; para o passageiro, entra a tarifa dinâmica, onde os preços sobem graças à alta procura pelo serviço.

O Uber diz que a experiência que faz com seus motoristas ao enviar esses avisos é realista e benéfica, pois faz com que os motoristas entendam – ou aumentem – seus limites de direção por dia. Muitos motoristas também não veem mal nenhum nas investidas do app, que podem render um pouco mais no montante final.

A pergunta que fica é: sua empresa ou startup estaria disposta a usar a psicologia comportamental em seus sites ou aplicativos? A resposta, assim como as consequências dessa ação, podem ser variadas. Apenas as tentativas poderão mostrar, finalmente, a realidade.

Quer entender melhor como funciona? Entre em contato com a X-Apps!

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Software Customizável ou Pronto?

Existem diversos tipos de software customizável ou pronto no mundo – assim como existem, também, diversos tipos de empresa. Falar que um é melhor que o outro sem conhecer o contexto de cada negócio é perda de tempo, uma vez que as diferenças de cada um – customizado, customizável ou pronto – vai de encontro a cada objetivo empresarial.

Para não se frustrar no processo da escolha de um software, a dica é contar com a ajuda de uma empresa especializada no assunto – como a X-Apps – para uma consultoria mais profunda sobre as características de cada produto. Assim, os riscos de ter um software final que não agrada à companhia ou ao público podem diminuir bastante.

Por isso, antes de ler esse ou qualquer outro artigo que fale sobre o tema, lembre-se de que não existe melhor ou pior. A escolha do software customizável ou pronto depende muito mais do objetivo do que de seu formato.

O que considerar ao escolher um software customizável ou pronto

Uma das principais características nas quais você deve pensar antes de escolher um modelo de software customizável ou pronto para sua empresa é se o negócio trabalha voltado para escopos fechados ou abertos na hora de desenvolver e fomentar novos sistemas.

O fornecedor de software vai, geralmente, utilizar os dois modelos – tanto o escopo fechado quanto o aberto –, pois a demanda é quem vai ditar qual deles faz mais sentido.

Existem projetos de pesquisa e inovação, por exemplo, onde não dá para estimar o tempo de projeto (uma vez que as tecnologias são novas e incertas, demandando vários testes e tentativas), e projetos que estão cercados de detalhes complexos ou imprevisíveis. Escolher um escopo antes de fazer uma Prova de Conceito desse tipo de projeto pode ser um grande erro estratégico.

A batalha entre escopo aberto ou escopo fechado

A maioria das empresas gosta mais de trabalhar com softwares de escopo fechado, e isso tem um motivo especial: a previsibilidade.

Na X-Apps, quando trabalhamos com tecnologias mobile e web, o tempo de desenvolvimento do software pode ser melhor estimado, pois cada um dos projetos tem documentação técnica, nos permitindo saber quanto tempo cada funcionalidade leva para ser desenvolvida. Nesses casos, o trabalho é mais de construção, sem pesquisas ou tentativas, pois já entregamos o produto dezenas de outras vezes – e sabemos como lidar com ele.

O escopo fechado tem seus prós e contras, mas o maior ganho para o cliente final é trazer uma previsão bem assertiva de quanto o projeto irá custar e quanto tempo levará para ser entregue.

No escopo aberto esse tipo de dado é impossível. Por essa razão, muitas empresas só desenvolvem projetos com escopo fechado e deixam as pesquisas e inovações com departamentos específicos para essa finalidade. E, quando o fornecedor de consultoria em software é bom, todos esses departamentos podem ser atendidos de forma completa.

São pontos comuns tanto do escopo fechado quanto aberto trabalhar entregas semanais, com prioridades bem definidas e demonstração funcional do processo desenvolvido a cada etapa.

O preço para os dois também não varia muito, mudando apenas a forma de contratação para um escopo aberto ou fechado. A negociação final levará em conta a cultura empresarial, as estratégias e visões diferentes de como o projeto deve ser feito.

Qual o veredito?

A realidade atual é que muitas empresas não querem contratar o escopo aberto e, por isso, o escopo fechado é mais usual. Contudo, eles apresentam uma boa gama de vantagens similares – e é preciso, novamente, que os objetivos de cada empresa sejam levados em consideração antes da viabilização de um software customizável ou pronto.

Na X-Apps, podemos citar o exemplo com a Suzano Papéis e Celulose, empresa que desenvolveu um comitê interno para discutir cada necessidade de software que surge entre as equipes. A cada nova demanda, eles pesquisam softwares prontos e cotam com a gente o prazo e o custo para criar um software customizado, personalizado e do zero.

E, no caso desse cliente, geralmente ganha a segunda opção, que oferece muito mais flexibilidade do que o que chamamos de “software de prateleira”. Contudo, quando a necessidade demanda algo mais básico, é justamente o de prateleira que melhor se encaixa na possibilidade de gerar resultados ao cliente.

Quer saber qual seria a melhor opção para o seu negócio? Pode conversar com a gente! Entendemos tudo sobre software customizável ou pronto e queremos te ajudar a fazer a melhor e mais lucrativa escolha para sua empresa.

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Por que o Spotify usa o Scrum para Evolução Contínua

Por anos a humanidade esperou pelo aplicativo que finalmente iria colocar a indústria da música no bolso. Algumas opções surgiram de maneira bem forte, mas nenhuma delas parece ser tão assertiva quanto a Spotify, que tem cerca de 20 milhões de clientes (sendo cinco milhões de pagantes) para ouvir diversas músicas todos os dias.

A equipe interna da startup, que conta um pouco do dia a dia da empresa no blog Spotify Labs, precisa lidar com todas as necessidades básicas de uma startup e, em seu caso específico, cuidar para que um bilhão de listas de reprodução criadas pelos usuários estejam disponíveis a qualquer tempo.

Para que o objetivo seja concluído com sucesso, a Spotify se utiliza de metodologia ágil, como o Scrum, e dos conceitos de Lean Startup para fazer a roda girar. Seus processos de melhoria são contínuos e baseados nos valores de transparência, informalidade e propósito, com times organizados e cheios de autonomia.

Afinal, é exatamente isso que se espera de um time ágil: que cada pedaço da engrenagem tenha capacidade de se desenvolver em busca de um propósito comum a todas as partes da empresa.

Como implantar Scrum em startups e empresas escaláveis

Para fazer como o Spotify e ter a metodologia ágil como norteadora dos processos, é preciso contar com comunicação e integração entre áreas, além de treinamento dos times quanto à mudança gradativa da cultura da empresa.

O Scrum vem para que as práticas sejam escaláveis e organizadas, onde um time só começa o trabalho a partir do ponto que o outro entrega, dentro de uma linha de tempo pré-definida. O principal objetivo é que tudo seja entregue no prazo mas que, para isso, não seja necessário correr contra o tempo.

Na Spotify, a implementação da metodologia ágil se deu através da equipe Squad, que é focada em desenvolvimento. A Squad – ou Esquadra, em português – visa ser uma mini-startup dentro da startup maior, se auto-organizando e decidindo por conta própria os processos internos a serem seguidos.

A também ajuda a organizar as outras equipes de acordo com seu papel dentro da empresa: desenvolvimento de software, design, marketing, vendas, suporte, etc. Cada uma dessas equipes abraça, dentro da metodologia Scrum, suas responsabilidades e o prazo para fazer cada tarefa.

Assim, cada equipe tem uma funcionalidade e responde por ela. Quando algo atrasa, ou qualquer outro gargalo é identificado, fica mais fácil entender onde está o problema e resolvê-lo quando a metodologia ágil é aplicada.

Scrum + Lean Startup

Na Spotify as equipes também usam os princípios de Lean Startup, ou Startup enxuta, para entregar resultados. O mote principal é construir um MVP, produto mínimo viável, e validar o aprendizado com testes e métricas para saber o que funciona ou não, tão logo as ideias vão surgindo.

Essa é uma forma de entender perfeitamente se você está fazendo exatamente o que o cliente quer – ou o que ele precisa – antes de gastar investimento em dinheiro e tempo de equipe em algo que pode não dar em nada.

É normal, por exemplo, termos uma ideia e colocarmos todo mundo para trabalhar nela sem saber, de fato, se ela vai vingar. Com o conceito de Lean Startup você testa a ideia em seus primeiros estágios para ter essa resposta.

O MVP é justamente isso: não precisa florear um design, não precisa bater cabeça acerca de uma funcionalidade. Lance um produto mínimo viável e veja como o público responde a essas necessidades.

Na Spotify, a junção do Scrum com a Startup Enxuta gerou o lema “pense, construa, entregue e ajuste”. Essa é uma maneira perfeita de entregar valor, produtos incríveis e projetos inovadores dentro do prazo.

A X-Apps utiliza da mesma metodologia do Spotify para alguns de seus clientes e pode te auxiliar na busca pela melhoria contínua, organização de equipes e processos e, claro, entregas mais valiosas a seu público consumidor.

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Desenvolvimento de Apps: Scrum, sem Scrum Master

Muitas pessoas que trabalham com metodologia ágil se perguntam se um time pode funcionar bem dentro do Scrum sem necessitar de um Scrum Master. Afinal, essa é uma posição difícil de ser preenchida, apesar de ser bem badalada.

O Scrum Master é, basicamente, o treinador de uma equipe ágil, alinhando e organizando todas as etapas de um projeto.

Dentre as muitas responsabilidades de um Scrum Master estão:

  • ensinar novos integrantes as “regras do jogo”;
  • prestar mentoria ao time;
  • emover os principais impedimentos que levam o projeto a sofrer atrasos e gargalos técnicos.

Além disso, essa figura atua como um verdadeiro líder do time, protegendo a equipe de influências externas e cuidando para que todos fiquem sempre focados ao objetivo final. É o Scrum Master quem vai assumir as responsabilidades e os riscos em nome de sua equipe.

Com tantos papéis fazendo com que ele fique em evidência, tomando conta da organização, treinando os princípios e práticas da metodologia ágil a quem quer que chegue para complementar o processo, fica a pergunta:

Tem como fazer Scrum sem Scrum Master?

Na verdade, tem sim. Ou, pelo menos, deveria ter.

Um time focado em metodologia ágil deve ser capaz de se auto estruturar e administrar, visto que as etapas dentro de um processo de Scrum são complementares e necessitam do foco de várias pessoas.

Assim, sempre que um time ágil encontrasse dúvidas dentro do projeto, poderia discutir soluções entre as pessoas de etapas complementares, fazendo com que a engrenagem funcionasse por si só.

Funciona mais ou menos assim: se a pessoa C detecta um problema na sua etapa, pode tentar dissolver o obstáculo com a pessoa B, responsável por entregar a etapa, ou com a D, que vai pegá-la a seguir.

Contudo, um time completamente novo na metodologia não deveria tentar seguir com o processo sem um Scrum Master. Apenas ler um livro sobre o tema não vai fazer com que ninguém se torne especialista, e construir perfeitamente o processo leva tempo.

Os times precisam seguir regras e cerimônias que necessitam ser lideradas por alguém que entende do riscado, já que algo mais solto pode permitir a quebra de muitas regras. E, desfigurada, uma metodologia ágil pode não ser nada ágil, afinal.

A técnica Su-Ha-Ri

Su-Ha-Ri é um termo técnico cunhado por Akito e Alistair Cockburn que prevê como os princípios da metodologia Scrum deveria funcionar na prática.

Com esse nome, “Su” seria o estágio inicial, onde você ainda não conhece muito sobre a técnica e precisa de treinamento intensivo para aprender o que é, como funciona e quais são os benefícios do Scrum. Para os estudiosos, só após esse treinamento um Scrum Master pode dizer que está apto a liderar um projeto.

Para que esse primeiro passo dê certo, é preciso se ater às regras e não basear as decisões em achismo. Também não há espaço, no Scrum, para a modificação de regras segundo a conveniência de cada um. Isso não só destrói o processo como também pode traumatizar os membros da equipe, que nunca conseguirão se engajar na proposta da metodologia ágil após uma experiência desastrosa.

“Ha” já é o momento em que você aprende a se tornar um Scrum Master baseado em outras lideranças, transformando tudo aquilo que você agora conhece em prática de jogo.

E “Ri” é onde você está tão habituado ao Scrum que pode, finalmente, tentar quebrar as regras sem causar desastres ou tumultos por conta disso. Uma das regras, inclusive, é abrir mão do Scrum Master durante o processo, confiando 100% na equipe para entregar projetos de qualidade dentro do prazo.

O resumo é que dá, sim, para ter Scrum sem Scrum Master, desde que não seja na primeira vez que você esteja tentando implementar o método. Deixe que a equipe se ambiente com a figura do líder e entenda perfeitamente as regras antes de tirá-lo do jogo.

Afinal, mesmo que não exista mais o papel de Scrum Master dentro da sua equipe, isso não quer dizer que, ao se auto organizar, o time não possa – ou não vá – escolher um líder por conta própria. E se essa for a saída, melhor que todo mundo esteja preparado para assumir, mesmo que indiretamente, esse papel.

Desenvolvimento de Apps: Scrum, sem Scrum Master
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O que é uma Fábrica de Software Ágil

Softwares vão dominar o mundo – e as empresas que não estão atentas a esse processo tendem a ficar para trás em um mundo cada vez mais moderno e conectado. Mas, para fazer parte do dia-a-dia das pessoas através de aplicativos (e, claro, gerar receita com isso), é necessário leva em conta um fator muito importante: a experiência do usuário.

Não se trata só de desenvolver um app e ficar por isso mesmo. Para que a iniciativa dê certo, cada aplicação deve ter o cuidado de se preocupar com a plataforma em que será utilizada (celulares, tablets e notebooks) e, principalmente, ser desenvolvida de forma ágil e eficiente.

É como se não houvesse mais espaço para aplicativos “mais do mesmo”: a humanidade inteira quer baixar arquivos que vão tornar sua vida melhor, mais divertida ou mais fácil. E as fábricas de software ágil estão acompanhando essas mudanças de perto.

O que é uma fábrica de software?

Basicamente, uma fábrica de software serve para que as empresas possam solicitar um aplicativo sem, necessariamente, ter que perder o foco do negócio ou montar uma nova equipe para isso.

Funciona assim: você tem uma agência de turismo e quer desenvolver um jogo para os clientes. O principal negócio da agência não é desenvolver aplicativos, é vender pacotes turísticos. E, para contratar uma equipe que vai desenvolver apenas um projeto, os custos podem ser muito altos.

Dessa forma, você pode recorrer a uma fábrica de software ágil, que através de metodologia ágil vai estruturar seu projeto e desenvolver o aplicativo da maneira que você quer que ele seja.

Contudo, você também pode fazer uma fábrica de software dentro da sua própria empresa, se tiver meios (e demandas) para isso. O time vai trabalhar em metodologia ágil, elaborando produtos ou serviços que melhorem a relação da companhia com seu público alvo, além de entregar sistemas de alto valor agregado.

Por que contratar uma fábrica de software?

A primeira razão pela qual uma fábrica de software é a escolha mais acertada para quem quer desenvolver produtos e serviços que melhorem a vida de seus usuários é porque ela vai sempre ter os melhores profissionais possíveis.

Pense pelo seguinte viés: juntar um time bacana, com os maiores especialistas das áreas de desenvolvimento, não é uma missão impossível; porém, pode ser uma aposta bem cara. Nem todo mundo consegue pagar por esse luxo… mas, provavelmente, uma empresa terceirizada que presta o serviço já dispõe de uma equipe extremamente qualificada.

E, justamente por isso, você pode confiar nos produtos que serão entregues. As soluções de uma fábrica de software são bastante variadas – e ela pode até indicar qual a melhor para o seu caso específico.P or trabalhar somente com isso, as funcionalidades de projetos anteriores podem ser adaptadas em produtos futuros.

Além disso, ambientes de desenvolvimento de software costumam ser absolutamente inovadores, o que acaba aumentando a competitividade de seus produtos. As soluções sugeridas, no fim das contas, apresentam visões mais realistas e assertivas sobre o que seria melhor em cada projeto individual.

Outras vantagens de contratar uma fábrica de softwares são:

  • A garantia de que seu projeto será entregue no prazo e com a qualidade prometida, já que o projeto é baseado em um contrato;
  • A agilidade, uma vez que os processos já estão incutidos no dia a dia da fábrica, que já usa uma metodologia própria de definição de escopo para evitar imprevistos que atrasem o projeto;
  • A experiência que uma fábrica tem de já ter feito dezenas (talvez centenas ou milhares) de aplicações – e, por isso, saber exatamente o que está fazendo;
  • O custo, que pode ser bem reduzido se comparado ao investimento de montar uma equipe do zero.

Por fim, a utilização de uma fábrica de software no desenvolvimento do seu próximo app vai levar à sua cultura empresarial mais simplicidade, rapidez e inteligência. Essa é, provavelmente, a melhor saída para que os seus negócios se tornem um sucesso – e seus clientes continuem bastante satisfeitos.

Para saber mais sobre como metodologia ágil é aplicada no desenvolvimento de aplicativos, converse agora mesmo com um consultor da X-Apps.

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