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Durante um dia de grande aprendizado, iremos compartilhar com você alguns conhecimentos aliados ao dia a dia da X-Apps:

Como ser objetivo? Pois é, iremos ensinar a você aplicar esta prática em sua empresa. É bem simples!

Aplicativo: Criar um aplicativo mobile é uma oportunidade de aprofundar o relacionamento com o seu público, tornando o seu negócio mais prático e eficiente, afinal, com um aplicativo em mãos a conexão entre público e organização ocorrem a qualquer hora e lugar.

Além de identificar esta necessidade e possibilitar um melhor atendimento ao cliente, esta idéia requer um olhar aprofundado desde o início ao fim do desenvolvimento.

Uma equipe de desenvolvedores precisa estar atenta às necessidades do usuário, com aplicativos leves, com baixo uso da memória e internet.

Ser objetivo no mundo empresarial, é otimizar o relacionamento com o cliente.

Como estudar o comportamento do usuário? :

Avaliar o comportamento do seu cliente é de fato fundamental. Através dessas informações, é possível gerar maiores melhorias ao software. Para que não haja insatisfação por parte do seu cliente, coloque botões de “ajuda ou sugestões”, mostrando a transparência ao usuário.

Com questionários e testes de usabilidade, a X-Apps entrega aos clientes um modelo um modelo colaborativo e eficaz das plataformas, antes que chegue ao público final e isso favorece a credibilidade da empresa, minimizando riscos.

Métricas – Como acompanhar métricas assertivas: Existem três maneiras para identificar as métricas assertivas e acompanhá-las:

  • Modelagem de acordo com o seu negócio – Criar um aplicativo mobile de acordo com a sua empresa. Na X-Apps, você customiza o software de acordo com a sua demanda, atendendo suas expectativas de acordo com a sua empresas.
  • Fazer pesquisas – Fazer pesquisas é um investimento. Investir em usuários e entender as urgências do mercado, como um diferencial para o seu projeto.
  • Diminuir tempo/Telas – Diminuir a quantidade de telas do seu App também é ser objetivo. Vivemos em um mundo muito ágil e ter um sistema complicado é perda de tempo.

Exemplo: Quando você está mexendo em um App e chega alguma notificação, o seu raciocínio não está totalmente focado na primeira tarefa e sim, em conciliar as duas. Fazer o que é preciso e o que acabou de bater em sua porta.

Ou seja, um aplicativo com muitas telas reduz o interesse do usuário, uma vez que, ele não tenha o tempo adequado para estar conectado somente a uma plataforma.

Como Organizar o seu Sistema?:

Identifique os problemas antes mesmo de tomar qualquer decisão.

  • Diariamente, semanalmente e mensalmente

Identifique as emoções dos usuários e trabalhar para que sejam aprimoradas.

Mobile como uma nova resposta: Atribuições baseadas em pessoas: Qualquer atribuição que seja feita em seu App, antes mesmo de ser executada, precisa ter algum vínculo com o consumidor final, permitindo que novos avanços sejam alcançados por meio da satisfação.

Tendências e Inspiração: Investir faz parte de todo ciclo do sistema. É preciso estar por dentro das atualizações e olhar para o futuro e encontrar inspirações.

Exemplos:

  • Realidade aumentada;
  • Machine Learning;

Combatendo Fraudes: Um assunto delicado, pois mesmo que a internet esteja ao nosso favor, ainda há pessoas que agem para prejudicar esses sistemas.

Durante a criação do aplicativo, é fundamental a transparência com a empresa responsável. Nas reuniões com os nossos clientes, a confiança e prontidão contribuem com todo projeto, envolvendo confiabilidade e total segurança.

Estratégias de marketing para mobile Commerce: Para o mercado de vendas, o aplicativo é uma das principais ferramentas. Em um só canal, além da facilidade para comprar e pagar, todas essa ação pode ocorrer sem que o cliente vá até uma loja física. Possibilita também, relacionamentos por meio da interface do sistema, potencializando a relação entre usuário e empresa.

Um aplicativo simples e robusto contribui desde os ciclo de vendas até o contato com o cliente. Portanto, não há dúvidas que o futuro será totalmente virtual, se antecipe!

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Smartphone application for online searching, buying and booking flights on the internet. Unusual 3D illustration of commercial airplane and boarding passes on smart phone in hand
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Escopo fechado e aberto: Os softwares e a urgência das inovações

Num mundo em constante transformação como a internet, é condição fundamental ter a habilidade de se adaptar a mudanças, seja na qualidade do conteúdo, seja no formato das plataformas digitais. Mesmo profissionais que trabalham nessa área precisam mudar, adquirir novos conhecimentos e desenvolver técnicas inovadoras que estejam de acordo com o espírito do nosso tempo.

Empresas que trabalham com a criação de novos softwares e aplicativos não são diferentes, precisam se adaptar às demandas dos clientes, estar dispostas a encarar um ambiente em que as soluções de hoje não funcionarão com as eventualidades do amanhã.  Não há margem de erro segura nesse meio e o pedido de um cliente para o desenvolvimento de um software em uma semana de repente se vê forçado a ser recalculado e entregue depois de um ou dois meses.

A natureza disruptiva das redes colabora para o processo de readaptação dos profissionais que nelas trabalham. Esses indivíduos passam a estar inseridos numa realidade de cumprimento de tarefas em curto prazo e descoberta de alternativas de extrema criatividade e dinamismo. Além disso, os novos ambientes de trabalho no mundo corporativo exigem profissionais ecléticos, fluentes em diversas áreas como Design, Programação, Marketing, Comunicação e tantas outras. 

Outro ponto de destaque nesse mundo é a qualidade do feedback junto aos clientes, bem como o acompanhamento de cada passo do desenvolvimento do projeto, com as correções, os acertos, os erros, os pontos a serem melhorados, e o primordial, o orçamento do plano.

Em síntese, cabe aos profissionais desse meio compreender a diferença existente entre os projetos de escopo fechado, aqueles em que poucas coisas podem ser mudadas – uma vez que as bases de desenvolvimento do projeto estão dadas antes mesmo de sua execução e conclusão – e os projetos de escopo aberto, mais aptos para transformações e maior autonomia dos clientes e desenvolvedores.

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O setor de RH do futuro

Gestores de RH perceberam que precisam contar com a força de trabalho de profissionais da nova economia, que são multitarefa e não ficam mais nos mesmos postos de trabalho por muito tempo, e já começam a trabalhar em startups. A palestra discorrerá sobre como lidar com esses profissionais nos novos ambientes de trabalho.

Há uma grande quantidade de pessoas que estão chegando ao mercado de trabalho sem a determinação de executar apenas uma tarefa e se estabilizar dentro de uma empresa. É preciso transformar não apenas a linguagem normalmente utilizada por setores de RH das organizações, mas se inteirar sobre o perfil desses novos profissionais, suas ambições e metas para o longo prazo em um mercado de trabalho tão disputado e concorrido que tem passado por grandes transformações nos últimos anos.

Além de se fazer necessária uma mudança de mentalidade na forma de contratar novos profissionais, é preciso ter a capacidade de usar as ferramentas tecnológicas disponíveis para melhorar os meios de gestão interna das organizações no processo de contratação de funcionários. Com o tempo necessário, os novos colaboradores poderão contribuir ainda mais para o processo de compreensão da cultura organizacional da empresa, sem a qual nenhum executivo, ou comitê gestor, terão sucesso.

As empresas que tem ganhado destaque nos últimos tempos, tais como Uber, Tesla, Airbnb, Google, dentre outras, notabilizam-se por contarem com mecanismos de gestão e estrutura profissional altamente capacitados.  Assim, é muito mais fácil ter agilidade e criatividade para sobreviver em um mundo que exige cada vez mais inovação e capacidade de revolucionar o comportamento do público-alvo, bem como de seus colaboradores.

 

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O poder da inteligência coletiva no desenvolvimento de softwares

O conceito de Inteligência Coletiva pressupõe a participação de um grande grupo de pessoas com interesses diversos no interior de uma comunidade. A criação de softwares passa, em grande medida, pela capacidade dos desenvolvedores em reunir habilidades, conhecimentos, e primordialmente, valor para um negócio que possa atender a determinado público-alvo.

 Tal ideia pressupõe, no atual contexto de criação de aplicativos e desenvolvimento de softwares, a certeza de que o valor do conhecimento pode ser distribuído com muito mais competência e qualidade com a ajuda das tecnologias de informação e comunicação. Há um viés pedagógico na utilização da Inteligência Coletiva no desenvolvimento de projetos e plataformas tecnológicas: a troca de experiências entre desenvolvedores e colaboradores, sejam eles conhecedores de TI, Sistemas de Informação, Marketing e outras áreas, visando o desenvolvimento de plataformas digitais cada vez mais complexas.

 Há uma disposição dos indivíduos, em especial, dos profissionais que traballham com tecnologia, para a adoção de projetos colaborativos, que unam todos os conhecimentos adquiridos pelos integrantes de uma comunidade, visando um processo de intensa inovação e mudança, já que softwares, bem como diversos meios tecnológicos, passam por inúmeras transformações dentro de um curto espaço de tempo. Cabe, portanto, a esses profissionais, criar linhas de comunicação com outros grupos e tentar agrupá-los de acordo com as necessidades exigidas.

 Para além da troca de experiências e conhecimentos, há que se ter noção da estrutura de uma organização e do posicionamento dos seus integrantes. Se a estrutura é horizontal, seus colaboradores trabalham no mesmo nível e trocam experiências, sem a necessidade de se reportar a um superior, um chefe. Esta é uma característica própria do sistema vertical, hierárquico de organização, comum a estruturas antigas de empresas que se consolidaram há muito tempo e que não se transformaram com o passar dos anos.

 Outro fator importante é o conhecimento do tipo de público que se pretende atingir e o aprimoramento de ações que visem atender esta demanda, minimizando a margem de erros e de abordagens equivocadas. É preciso coletar informações a respeito do público-alvo, analisar suas preferências e criar planos que consigam engajá-lo e atraí-lo para a ideia formulada pelo desenvolvedor ou empresa.

 

 

 

 

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Guia básico de APIs para empresas

A área de TI tem muitos nomes e termos diferentes que chegam a confundir até o profissional mais experiente. Muitos desses termos são siglas, vindas do inglês, que denominam alguma solução tecnológica de grande utilidade para o mundo dos negócios.

É o caso das APIs, Application Programming Interface, aplicações que trazem uma série de vantagens às empresas, dentre elas a maximização dos processos em aplicativos e softwares.

API é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. Ela integra sistemas, possibilitando a segurança dos dados, facilidade no intercâmbio entre informações com diferentes linguagens de programação e monetização de acessos.

Na era da internet das coisas, dos novos modelos de negócio e novas aplicações, as APIs tornaram-se ferramentas fundamentais para permitir que diferentes sistemas e “coisas” se comuniquem.

Podemos dizer que a API é uma “ponte” que liga um ponto a outro. Em outras palavras, é uma porta inteligente programada para que os desenvolvedores acessem alguns dados de uma organização.

Um exemplo de API muito utilizada é o cadastro de redes sociais. Muitos sites utilizam informações do Facebook/Gmail para cadastrar novos usuários, como TripAdvisor e Spotify. Através das APIs, o site envia um comando para os servidores, solicitando informações necessárias para que o usuário possa criar uma conta de forma simples.

Sem esse recurso o site teria que desenvolver, do zero, formulários de cadastro, páginas para a criação de novas contas e um banco de dados para armazenar todas essas informações. Com ele, esse site utiliza tudo o que precisa e já está presente nos servidores do Facebook/Gmail, pegando somente aquilo que é necessário para a realização do novo cadastro.

É importante lembrar que, quanto mais campos são pedidos no momento de um cadastro ou venda, maiores são as chances de o cliente desistir de seguir adiante.

Vantagens da utilização de APIs nas empresas

As APIs são excelentes ferramentas no mundo dos negócios, inclusive em startups, já que a maioria dessas empresas tem como diferencial a inovação tecnológica.

Veja agora as principais vantagens de implantar as APIs nas empresas:

Integração

APIs possibilitam a integração e interação de aplicativos e softwares de forma simplificada. Ela oferece o máximo de conteúdo e informação em um ambiente digital prático e funcional.

Otimização da gestão interna

As APIs melhoram o nível de gestão interna. Boa parte delas gera relatórios personalizados automaticamente e apresenta ferramentas de gerenciamento, dentre outras funcionalidades que ajudam a gestão a definir estratégias de ação.

Customização dos serviços

Uma das principais vantagens da implantação de APIs nas empresas é a possibilidade de oferecer serviços e produtos personalizados para o usuário final. Através da integração das aplicações é possível obter informações sobre o usuário sem que ele tenha que preencher nenhum formulário.

Onde estão as APIs

Muitas vezes utilizamos a API e não nos damos conta de que ali existe uma aplicação que consegue expandir o alcance de um produto ou serviço.

Veja alguns exemplos.

Redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, LinkedIn, Instagram, Pinterest)

Você já deve ter percebido botões de compartilhamento com ícones das redes sociais ou solicitação de acesso do tipo “faça login com sua conta do Facebook/Google/Twitter/etc” em algum site que frequenta.

Essas aplicações são vantajosas não só para as redes sociais, mas para negócios de todos os tipos, por gerarem engajamento entre empresa e público.

Pagamentos online (PayPal, Cielo, PagSeguro, Moip)

APIs permitem executar pagamentos e transferências sem que seja necessário sair do site da loja ou do fornecedor do serviço.

Com o uso dessa aplicação o comprador não precisa colocar dados do cartão de crédito no site, e sim o nome de usuário e senha do PayPal  autorizando a compra.

Localização (Google Maps, Foursquare)

Através da integração das APIs é possível criar aplicativos próprios baseados na localização da sua empresa.

Elas permitem, ainda, visualizar dados sobre topografia e geografia, além de ajudarem a determinar previsões de tempo.

Comunicação e serviços integrados

Aqui entram soluções bem diversificadas, que seriam mais complexas sem a utilização da APIs. É o caso do SaaS ou PaaS, serviços que oferecem soluções completas e, frequentemente,  são totalmente compostas por APIs.

Outros processos que fazem parte da rotina das pessoas também são integrados pelas APIs:

–  SMS para confirmação de cadastro enviado pela API do gateway de SMS;

– Salvar  anexo de email no Dropbox ou Google Drive;

– Acessar o Netflix pelo aplicativos da smart TV.

Tem mais alguma dúvida sobre o uso das APIs nas empresas? Fale com a X-Apps.

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Como transformar sua empresa em uma organização exponencial

O mundo dos negócios busca sempre novos conceitos para otimizar operações e explorar meios de alavancar organizações. Quando a inovação surge, ela provoca muitas mudanças em diversos setores, criando ramificações empresariais que podem alterar os hábitos das pessoas – e, com isso, lucrar bastante.

Um bom exemplo dessa transformação são as mídias de armazenamento. Quantos disquetes não eram utilizados para guardar informações há vinte anos? Essa mídia foi evoluindo para CD, pen drive e, hoje, os dados são armazenados na nuvem.

Não tem como parar as mudanças tecnológicas, mas há meios de se beneficiar exponencialmente delas. Organizações que rompem com vários modelos, criando novos conceitos e transformando a forma de fazer negócios, que o digam.

Se seu objetivo é ter uma organização exponencial, fique sabendo: a melhor forma de se inserir nessa nova cultura é se adaptando a ela.

O que são as Organizações Exponenciais?

Organizações Exponenciais (ExOs) são aquelas cujo resultado é maior, comparado a de seus pares, devido ao uso de novas técnicas organizacionais. Elas se beneficiam do rápido crescimento da tecnologia, desenvolvendo soluções dez vezes melhores, mais rápidas e de menor custo que as empresas tradicionais e lineares.

A diferença das organizações exponenciais para as empresas tradicionais é que elas não investem em estruturas rígidas, com muitos colaboradores, grandes instalações físicas e hierarquias intransponíveis. As ExOs desfazem o que, antes, era de natureza física e o transfere ao mundo digital sob demanda.

As organizações que querem se manter no mercado precisam entender que se tornar ExOs é uma necessidade urgente, questão pura e simples de sobrevivência.

O que é importante para as  ExOs?

O que move as organizações exponenciais é a busca por soluções modernas de tecnologia. Na contramão das inovações estão empresas tradicionais e lineares que utilizam modelos obsoletos, com defasagem tecnológica, que as impedem de se expandir.

As ExOs são reconhecidas por desenvolverem novas soluções para lidar com problemas antigos. Quer um exemplo? Os aplicativos de táxi, que aumentaram e democratizaram o acesso a esse tipo de transporte.

Inovar não é se desfazer de toda a infraestrutura existente, mas aproveitar o que já existe, utilizando soluções simples, e que tragam resultados efetivos, para continuar a evoluir em sua área de atuação.

Veja alguns passos para transformar a sua organização em uma ExO.

1 – Propósito Transformador Massivo (PTM)

Pense em algo que precisa ser transformado e questione: “qual é o maior problema que eu gostaria de ver resolvido?” Identifique a concepção do problema e, em seguida, crie um PTM, ou Propósito Transformador Massivo.

Idealmente o PTM deve ser feito em um exercício profundo e revisado durante a concepção da ExO. Para criação do PTM é necessário responder às seguintes perguntas:

  • Por que essa organização existe?
  • Qual é seu propósito?
  • Qual é seu objetivo?
  • Todos entendem seu propósito e objetivo?

2 – Faça um modelo de negócio exponencial

De nada adianta ter uma boa visão de organizações exponenciais se você ainda está preso a uma metodologia antiga, que demora a gerar lucro. Se esse é seu caso, não deixe de focar em uma gestão de projetos moderna e criar padrões adequados para a expansão do empreendimento.

3 – Equipe sob demanda

Empresas de rápido crescimento estão focadas na terceirização de TI, que é mais ágil e eficaz, principalmente com o surgimento da computação em nuvem e da mobilidade.

Assim, organizações modernas pararam de trabalhar com equipes robustas e, em muitos casos, pouco produtivas. Por causa disso, o conceito de equipe sob demanda (staff on demand) despontou, passando a fazer contratações conforme a necessidade do momento.

Esse conceito avançou devido a inúmeros empreendimentos trabalharem em regime home office, e por terem maior número de contratação de pessoal em épocas de pico. Para manter o negócio viável e manter os custos sob controle, a saída é a terceirização de serviços.

4 – Terceirização dos serviços de TI

Ter um departamento de TI alinhado aos objetivos da empresa, e que faça diferença para o negócio, exige dedicação, boa infraestrutura e profissionais bem qualificados e capacitados.

Manter essa estrutura como essa gera gastos que podem impactar no resultado da empresa. Nesse sentido, terceirizar a área de TI pode ser a alternativa ideal; basta conhecer as condições implícitas nessa opção e acompanhar o processo de perto.

Com a disponibilidade de serviços em cloud computing, seu negócio terá mais espaço para processamento e armazenamento de dados, facilidades de segurança em backup e maior acessibilidade às informações do negócio.

Serviços baseados na nuvem permitem que a empresa contrate apenas o que for utilizar, tendo disponíveis estruturas de data centers com computadores de ponta para gerir os seus dados. Isso acaba por agregar mais potencial ao setor de TI, contribuindo para que a terceirização garanta o retorno dos investimentos em tecnologia.

Quer saber mais sobre como transformar sua empresa em organização exponencial? Entre em contato com a X-Apps!

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Cuidados ao validar um projeto de desenvolvimento de software

Cada vez mais empresas dependem de sistemas para o gerenciamento do negócio, tendo na automação um dos processos de aumento de produtividade. Essa solução reduz a possibilidade de erros e ainda fornece informações estratégicas que suportam a tomada de decisão dos gestores.

Porém, a busca por um software que atenda às necessidades da empresa pode se tornar um problema caso alguns cuidados não sejam tomados. Desenvolver um sistema não é, simplesmente, contratar um programador, ou comprar um modelo já pronto. Essa etapa da automação envolve um estudo de uso de suas funcionalidades e aplicação aos usuários.

O que é validação de software?

A validação de software é um processo que comprova que o sistema cumpre funções em conformidade com as especificações dos requisitos do usuário, e com a garantia de segurança e rastreabilidade de informações.

Ou seja, se os requisitos estão sendo implementados para atender às diretrizes do negócio e se o sistema é realmente aquilo que o cliente quer e está pagando para ter.

No entanto, para que o projeto atinja o resultado esperado, principalmente na redução de erros, é necessário que algumas ações sejam executadas. Para o sucesso de um software tenha sempre a colaboração da equipe de desenvolvimento e considere algumas recomendações.

Saiba o que quer desenvolver

As primeiras perguntas que você deve fazer ao querer desenvolver um software para sua empresa são:

  • Qual problema ele irá resolver?
  • As premissas básicas foram validadas?
  • O que se pretende alcançar com esse projeto?

Podem até parecer evidentes, mas esses questionamentos te fazem ter uma visão mais clara daquilo que quer.

Invista em pesquisas, avalie os similares já existentes no mercado e esteja aberto para receber novas ideias. Melhor gastar tempo na definição do projeto do que perder dinheiro em uma ferramenta sem utilidade.

Passo importante: escolha da equipe

Para um software eficiente, e que atenda aos objetivos já definidos, a escolha de profissionais especializados é essencial para o sucesso do projeto. Portanto, busque pessoas experientes e atualizadas com o que há de mais moderno e avançado na área de TI.

Os desenvolvedores com experiência têm mais habilidade em solucionar problemas complexos, economizando tempo e reduzindo custo. A atuação desses profissionais é importante, pois eles compreendem, executam, realizam a manutenção e corrigem possíveis erros de programas, plataformas e linguagens que auxiliam nos serviços da empresa.

Um dos grandes desafios dessa equipe é criar uma ferramenta confiável, já que ataques a software por malware estão em toda parte.  

A melhor maneira de mitigar esse problema é a implementação de uma rotina de segurança, buscando práticas que permitam o desenvolvimento de um software estável e com poucas falhas. Tal atitude diminui a vulnerabilidade dos dados de segurança do usuário e da empresa.

Orientações de como deixar o software mais seguro

  • A equipe de desenvolvimento deve identificar a necessidade de utilização de métodos de criptografia, segurança de usuários e treinamentos;
  • É preciso levar em consideração o nível de segurança da arquitetura e da linguagem escolhida, as possíveis vulnerabilidades que o sistema pode apresentar e quando e como os métodos de autenticação e envio de dados seguro serão utilizados;
  • Disponibilize uma documentação com todos os requerimentos de segurança para a sua equipe, garantindo que todos trabalhem de acordo com as definições de segurança do projeto, usando as ferramentas da arquitetura e buscando instabilidades da maneira correta.

Além disso, antes de colocar o software no mercado, faça testes nos métodos de segurança. Nessa etapa é importante garantir que todos os blocos de código que envolvem informações sensíveis não tenham brechas que comprometam a segurança do usuário.

Como você pode notar, validar um projeto de desenvolvimento de software é complexo e requer tempo e conhecimento de especialistas. Por isso, antes de começar o seu, consulte a X-Apps. Nossa equipe pode propor a melhor solução para seu negócio.

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Quanto custa a hospedagem de uma startup

Startups são empreendimentos que buscam encontrar solução para algum problema através de soluções criativas nas mais variadas áreas de atuação. O que as diferencia dos outros modelos de negócio é o desenvolvimento de um produto inovador e apoiado em ferramentas tecnológicas.

Estima-se que em todo país existam, aproximadamente, 62 mil empreendedores e 6 mil startups. Para mantê-las funcionando é imprescindível ter presença na web. O site ainda é o principal meio de divulgação, venda e relacionamento com os clientes.

Com um site disponível, a startup tem chances de alcançar mais pessoas e fechar bons negócios. A dificuldade, nesse caso, mora em achar um serviço de hospedagem que agrade o grande público e que tenha um custo de desenvolvimento acessível à empresa.

Para ter um site, é preciso registrar o domínio, que é o endereço www., e dispor de uma boa hospedagem.

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Dicas de como começar um projeto de desenvolvimento de software

A demanda por desenvolvimento de software tem crescido consideravelmente, uma vez que quase tudo que se faz hoje em dia depende da interação tecnológica. É raro ver uma empresa que ainda não utiliza o ambiente digital para fazer o atendimento a seu cliente.

As dúvidas quanto a isso são frequentes por parte dos empreendedores, principalmente os que estão iniciando seus negócios, que questionam se realmente vale a pena construir um aplicativo para o segmento em que pretende atuar.

O mais importante é saber que os softwares podem ser elaborados para várias categorias de modelos de negócios, e podem ser um braço importante das redes sociais, serviços públicos, entretenimento, gestão e uma infinidade de outras opções que podem ajudar a empresa a desenvolver seu core business.

E o que é, afinal, um processo de desenvolvimento de software?

O desenvolvimento de software é um trabalho complexo que envolve criatividade e conhecimento em um processo construtivo e, principalmente, colaborativo. A tarefa conta com um conjunto de profissionais interdisciplinares e capacitados que utilizam recursos técnicos e ferramentas apropriadas para entregar valor ao consumidor final, e não apenas um simples produto.

A essa altura do campeonato você já deve saber que sua empresa precisa estar bem posicionada na era digital, mas, para que isso aconteça, é fundamental tirar o melhor proveito possível da era da informação.

E, como o conhecimento é a base de tudo, inclusive dessa era, preparamos algumas dicas para que você possa iniciar com sucesso um novo projeto de desenvolvimento de software.

#1 – Organize suas ideias

O que você quer desse projeto? Que problema ele irá resolver e que público irá atingir? Comece a descrever os detalhes de seu software e deixe tudo o mais claro possível. Pesquise outros programas, similares aos que você quer desenvolver, e cheque as suas funcionalidades.

Outro fator muito importante, que deve ter prioridade nos seus estudos, é o cliente.

É impossível tirar resultado de um projeto sem saber, de fato, a quem ele servirá? Esse é um ponto crucial do desenvolvimento de software. Para que seja resolvido é preciso conhecer melhor o cliente, já que só assim você saberá como tornar o programa mais eficiente.

O envolvimento da sua equipe nessa fase é importante para que haja compartilhamento de informações e a participação de todos no processo construtivo do projeto.

#2 – Análise financeira

Sim, você terá gastos com desenvolvimento de software.

O valor vai depender da complexidade dos recursos envolvidos e, para que o projeto se torne viável, todos os custos precisam ser mensurados. Além dos gastos relacionados à concepção da ideia em si, existem os valores do desenvolvimento, os investimentos em publicidade e o programa de melhorias de produto, que serão realizadas de acordo com os feedbacks do seu público-alvo.

Para a mensuração dos gastos, conte com a participação de um especialista de TI da sua equipe, ou de toda uma equipe capacitada (que pode ser contratada no modelo de “staff on demand”). Essas são as pessoas mais indicadas a avaliar custos, prazos e resultados envolvidos nesse empreendimento.

#3 – Arquitetura do software

Ao trabalhar em um projeto é primordial dedicar tempo para obter uma boa arquitetura de software, e por uma simples razão: essa é a base de todos os projetos em TI.

Arquitetura de software é um plano que descreve um conjunto de aspectos e decisões importantes para o seu desenvolvimento. Isso implica levar em consideração os tipos de requisitos (desempenho, segurança etc.), a organização do sistema, como as partes se comunicam entre si, se existem algumas dependências externas, quais são as diretrizes e as tecnologias de implementação e quais riscos devem ser levados em consideração, dentre outros.

Em resumo, é a representação abstrata dos componentes do sistema, garantindo que o resultado final saia conforme o planejado.

#4 – Testes das funcionalidades

Por mais que se planeje um software, erros são passíveis de acontecer. Pode ser, por exemplo, uma falha que fecha um programa ou que não permite salvar um arquivo. Quem já passou por isso sabe o quanto é desagradável depender de um programa que não funciona.

Para resolver esses problemas, utilize o teste de software. Ele serve para encontrar possíveis erros que um programa recém-desenvolvido pode apresentar, de modo que ele fique amplamente disponível ao usuário final.

O teste das funcionalidades do software é a última etapa da construção do seu projeto, que tem por objetivo garantir a qualidade do produto que será lançado no mercado.

#5 – Solução para o projeto

Como vimos anteriormente, desenvolver um projeto de software não é uma tarefa fácil: é preciso ter conhecimento de mercado, entendimento do público-usuário, expertise técnica e disponibilidade de tempo.

Para o empreendedor que está iniciando agora suas atividades no mercado de tecnologia e, que muitas vezes, não tem uma equipe ainda montada, investir em um projeto como esse pode ser arriscado ao orçamento da empresa ou startup.

Para sair da saia justa, primeiramente, é preciso se decidir: ou você cuida da razão de ser da sua empresa, que é o seu negócio, o core business, ou dedica tempo para desenvolver um projeto de software.

Lembre-se que, se sua equipe não tiver bagagem técnica para conduzir o programa, além de perder tempo, irão desperdiçar dinheiro. Só quem realmente entende do assunto irá buscar produtos e fornecedores certos para ele.

Por fim, o que nenhuma empresa quer é destruir sua imagem no mercado devido ao lançamento de um software que não corresponde à expectativa do consumidor.

Uma boa solução para isso é contratar uma empresa terceirizada. Ela terá todas as competências para atender ao seu projeto de desenvolvimento de software na medida certa.

A X-Apps conta com profissionais que executam seu planejamento no prazo desejado, gerando mais economia e valor agregado para um mercado que exige cada vez mais inovações.

Se você pensa em desenvolver um software, entre em contato com a gente. Temos a solução certa para o que sua empresa precisa.

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O que preciso para subir meu App nas lojas?

Criar um aplicativo é uma experiência fantástica, já que muitas pessoas irão utilizá-lo e, quem sabe, depender dele para algumas atividades do dia a dia. No entanto, para fazê-lo decolar, é necessário subir app nas lojas e atrair corretamente o público.

Já imaginou quantos aplicativos existem nas lojas da Apple e Google? Há apps com as mais diversas funcionalidades, para todos os segmentos e públicos, e o que diferencia um do outro dentro desse enorme mercado é, basicamente, sua visibilidade frente aos concorrentes.

Para que isso aconteça é preciso aumentar os downloads e adquirir o maior público possível para acessar o seu aplicativo. É através do teste que sua empresa tem mais chances de reter clientes.

Para divulgar melhor seu aplicativo você pode fazer utilizar todas as ferramentas de marketing disponíveis: da propaganda boca a boca até a criação de um site e/ou divulgação nas mídias sociais, tudo vale.

Contudo… esses canais podem até te render algum resultado, mas, no fundo, não são nada se comparados ao ASO para subir app nas lojas.

Guarde essa sigla, pois você vai precisar dela. Mesmo que seu aplicativo seja de ótima qualidade, sem o ASO ele passará despercebido pelas lojas de app.

O que é ASO – e como utilizá-lo para subir app nas lojas?

ASO é a sigla em inglês do termo App Store Optmization, utilizado para os estudos e as aplicabilidades de otimização dos resultados de busca para lojas de aplicativos, tais como Apple Store e Play Store.

Como as lojas oferecem vários aplicativos com funções semelhantes, para gerar maior valor ao usuário, as app stores desenvolveram um mecanismo próprio que seleciona os resultados mais relevantes. Funciona como o SEO (Search Engine Optmization) do Google, mas voltado, especificamente, para o mundo das aplicações.

Para subir app nas lojas e ser encontrado pelo seu público em potencial nas buscas, você deve estar atento a alguns trâmites. Vamos listar abaixo os mais básicos, para já ir aquecendo os motores:    

Ícone e nome do aplicativo

Quando um usuário procura por um aplicativo, as primeiras coisas que chamam sua atenção são o ícone e o nome do app.

Por isso, se você quer subir app nas lojas e ter uma visibilidade maior, seja criativo no design e produza algo que seja atrativo, único e inovador.

Observe que, quando um aplicativo vai para a app store, a plataforma automaticamente reduzirá o tamanho do ícone para que ele se encaixe naquele padrão. Portanto, desenvolva um ícone que terá o mesmo visual com essa redução.

O mesmo acontece ao escolher um nome para seu aplicativo. Procure transmitir o que ele realmente faz ao seu usuário.

Ter um ícone atrativo (e um nome sugestivo) no seu aplicativo é um motivador para que pessoas tenham curiosidade e explorem seu trabalho final nas app stores.

Quanto mais seu público-alvo se interessar pelo que você está oferecendo, maiores serão as chances de download ao subir app nas lojas.

Palavras-chave

Para subir app nas lojas é necessário utilizar palavras-chave em sua descrição, uma vez que elas irão gerar mais resultados – tanto no Google quanto nas lojas de aplicativo.

Ao escolher as palavras-chave, pense em como o usuário as buscaria. Faça uma lista com palavras que você pense que possam ser utilizadas. Não se preocupe com o que anotar, já que esse é apenas um exercício de brainstorm.

Essa etapa é importante para entender, por exemplo, como os usuários digitariam o nome do seu produto nas lojas de aplicativo. Se for um nome muito difícil de escrever, por exemplo, esse pode ser um gargalo.

Existem ferramentas específicas que te ajudam a identificar as palavras-chave do seu aplicativo – inclusive gratuitas, como como SearchMan, Sensor Tower e Mobile Actions.

Cada ferramenta tem métrica própria e cabe a você avaliar e decidir a que melhor implementará sua estratégia de ASO.

Descrição

A descrição é a oportunidade de mostrar o que o seu aplicativo pode oferecer para o cliente.

Nas lojas de aplicativos, as descrições não aparecem por completo para o usuário, e geralmente apenas as três primeiras linhas são visíveis. Dessa forma, para gerar conversão e fazer com que o usuário clique no botão “mais”, as informações precisam ser chamativas e relevantes.

Quando o usuário clicar em “mais”, ele verá a descrição completa do aplicativo. Ao mostrar todas as funcionalidades do app, lembre-se de utilizar as palavras-chave já previamente escolhidas.

A descrição não é estática, ela vai se moldando e se desenvolvendo à medida que o aplicativo for atualizado.

Vale lembrar que, para ter um app, primeiro é preciso produzi-lo e passar por várias etapas até chegar naquilo que o cliente deseja. Não é uma tarefa simples!

Por isso, você pode contar com a X-Apps, pois temos todo o know how para desenvolver as demandas necessárias com agilidade, eficiência e alinhado ao conceito do seu negócio. Fale com a gente!

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Organizações exponenciais: tudo que você precisa saber

A tecnologia está aí para que todos possam usar e abusar dela – a parcimônia e a necessidade ficam a critério de cada um. Mas a realidade é que, a não ser que você ainda viva na pré-história e não faça a menor ideia de como chegou até aqui, os avanços tecnológicos fazem parte da vida das pessoas e das empresas de maneira indelével.

E é justamente isso que permite mudanças em diversos setores da economia, fazendo com que novos produtos e serviços sejam lançados todos os dias através das organizações exponenciais.

Mas o que são, de fato, organizações exponenciais?

Esse conceito surgiu na Singularity University, em 2009, e foi divulgado no livro homônimo do escritor Salim Ismail. Ele compreende as organizações em que os impactos ou resultados são desproporcionalmente grandes – no mínimo dez vezes maiores – quando comparados a empresas do modelo tradicional devido ao uso da inovação a favor do negócio.

Nas organizações exponenciais, inovar é preciso

As empresas tradicionais seguem a lógica do gerenciamento linear, com estrutura hierárquica fixa, número regular de funcionários, investimento em ativos físicos e certa aversão a mudanças – evitando, assim, qualquer tipo de risco.

Foi observando esse modelo clássico de condução empresarial que especialistas, como Ismail, perceberam um problema: a incapacidade de acompanhar as mudanças na sociedade da era tecnológica, que acontecem com muita rapidez. Com base nestas informações, as organizações exponenciais começaram a visualizar uma oportunidade de crescimento.  

É preciso compreender que o mercado mudou e que uma empresa já não precisa mais aumentar sua força de trabalho para produzir mais.

Querendo ou não, a tecnologia alterou o comportamento do consumidor e, consequentemente, as organizações precisam se adequar a essa nova realidade.

Tarefas repetitivas dentro das empresas começaram a ser amplamente automatizadas e processos que, antes, eram manuais, hoje se atualizam constantemente com o uso da tecnologia.

As organizações exponenciais são disruptivas, ou seja, provocam rupturas no antigo modelo de negócio, e se libertam da barreira do excesso de força de trabalho, priorizando processos mais flexíveis. Outra característica delas é conseguir crescer sem ter um grande aporte inicial de investimento.

Isso acontece porque elas se sustentam em ativos já existentes para entregar um valor. Quer um exemplo? A forma como utilizamos o serviço de táxi mudou.

No passado, o que tínhamos eram empresas com uma central telefônica onde o cliente ligava para solicitar uma viagem. A central repassava o pedido para o carro que estivesse mais próximo do passageiro, sem nenhum tipo de controle de tempo. Os atrasos ocorriam e o passageiro ficava ligando para a empresa para saber onde o carro estava ou quando seria atendido.

Hoje podemos dizer que, ainda bem!, esse desconforto ficou no passado. As organizações exponenciais trouxeram os carros por aplicativo, com utilização fácil, barata e de alto controle do passageiro.

Do outro lado, qualquer pessoa que tenha um carro, dentro dos padrões exigidos pela empresa, pode trabalhar como motorista, evitando o processo burocrático de se obter uma placa de táxi.

Isso significa que as organizações exponenciais se constroem em bases totalmente tecnológicas, que desmaterializam o que era de natureza física e transferem essas demandas ao mundo digital, conforme demanda do mercado.

Quando a empresa muda para um ambiente de informação, o crescimento entra em uma trajetória de crescimento exponencial.

Passos para transformar empresas em uma organizações exponenciais

O desenvolvimento tecnológico nos negócios é um caminho sem volta. Para não ficar para trás, você e sua empresa têm duas opções: se adequar ou sumir.

As transformações são necessárias para a competitividade em alto nível – e a resposta que você precisa para se adaptar está no modelo da sua empresa. As organizações exponenciais podem manter um grupo pequeno de funcionários, mas com uso intenso de tecnologias avançadas. Com isso, e um bom planejamento, as mudanças virão rapidamente.

Se sua empresa é linear, mas quer sobreviver no futuro, veja as dicas que preparamos:

#1 – Escolha um Propósito Transformador Massivo (PTM)

Pense em um problema que você gostaria que fosse resolvido, identifique a concepção do problema e crie um PTM.

Um PTM não é uma decisão de negócios, mas um exercício profundo em que o empreendedor busca motivações que se ajustem àquilo que deseja.

Para a criação de um PTM você deve avaliar se tem um propósito e se ele é transformador e massivo. Além disso, algumas perguntas essenciais precisam ser respondidas nessa etapa, como:

  • por que a organização existe?
  • qual seu objetivo?
  • todos conseguem entender as funcionalidades da empresa (desde uma criança até as pessoas mais velhas)?

#2 – Fazer parte de comunidades PTM relevantes

Seja qual for o seu problema ou a sua paixão, sempre há comunidades repletas de pessoas motivadas que irão de apoiar de alguma forma.

A colaboração das comunidades é essencial para as organizações exponenciais. Afinal, as trocas de ideias e experiências estimulam o surgimento de oportunidades. Se a comunidade da qual você faz parte não for instigante, a força da inovação pode se dissipar – e a consequência é não ter mais uma empresa.

#3 – Componha uma equipe

A força da sua organização está na equipe que se constrói e nas parcerias promovidas pelo time. Sua composição deve ser cuidadosa, visto que todos devem possuir capacidades de gerar e executar ideias.

Para o sucesso do seu negócio, a equipe de fundadores deve compartilhar da mesma percepção e paixão pelo PTM da empresa.

Quer saber mais sobre como transformar empresas em organizações exponenciais? Entre em contato com a X-Apps. Queremos te dar a força que você precisa para que seu negócio tenha capilaridade e faça parte do futuro – que, ao que parece, será brilhante.

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Organizações exponenciais e o futuro da mão de obra em tecnologia

Uma empresa que quer crescer precisa contar, para isso, com uma ótima equipe. Afinal, faz parte do modelo de organizações exponenciais o perfeito atendimento e serviço prestado. Para isso, é necessário que as empresas brilhem na contratação dos membros de seu time.

Acontece que, na contramão das boas intenções das organizações exponenciais, o que vemos são ofertas de vagas que pecam pelo excesso, exigindo de uma só pessoa o conhecimento requerido para três ou mais indivíduos ou áreas, ou pela indefinição com profissionais de RH que, na falta do conhecimento técnico, não conseguem selecionar as melhores escolhas.

É por isso que o futuro da mão de obra em tecnologia está cada vez nas mãos da chamada “staff on demand”, algo que significa, em linhas gerais, “chame quando precisar”. Nesse formato torna-se possível buscar vários profissionais específicos para o desenvolvimento de um ou mais projetos em um tempo pré-determinado, o que acaba gerando diversos benefícios às organizações exponenciais.

Um dos maiores deles é a redução significativa de custos desse modelo de trabalho.

Staff on Demand para Organizações Exponenciais

Como dissemos lá no início do texto, se as organizações exponenciais desejam levar esse título a sério e escalar seus serviços, é preciso focar no core business do negócio através de uma equipe competente e focada.

Além de promover exatamente esse tipo de conexão entre a empresa necessitada e o colaborador certo, o conceito de staff on demand ainda esbarra em números que podem soar bem interessantes para a maioria das empresas. Afinal, o custo de um funcionário sob demanda é relativamente menor do que um contratado.

Você já viu isso acontecer: aquela startup que contratou um bom programador da Índia para desenvolver seus códigos e o microempresário que comprou um logotipo em um site que oferta esse tipo de serviços são exemplos de que não é preciso ter alguém dentro da empresa para que um bom resultado ocorra.

A pessoa pode estar a quilômetros de distância e não se interessar por vir trabalhar em uma única companhia. Aí entra toda a mágica do staff on demand para organizações exponenciais: um contrato de trabalho por tempo limitado pode ser feito sem problemas para as partes e com possibilidade de rentabilidade para os dois lados da moeda.

Do ponto de vista da empresa, imagine o seguinte: a sua trabalha recorrentemente com projetos de TI e gasta, com um funcionário sênior, dez mil reais por mês, entre salários e encargos. Por ano, esse custo é de 120 mil reais – e nem sempre o colaborador em questão vai estar apto para assumir todos os projetos da casa, o que te faz recorrer a freelas de vez em quando.

Por outro lado, algumas empresas focadas em prover staff on demand para organizações exponenciais vai entender os anseios da vaga e ofertar um profissional qualificado para o projeto cobrando 90 reais a hora. Você não precisa pagar encargos, já que ele não faz parte do quadro de funcionários.

Trabalhando 8 horas por dia durante 20 dias, esse profissional vai te custar 14.400 reais, 4.400 a mais do que um funcionário recorrente. Mas, ao fim do dia, foram 14.400 para um projeto concluído em um mês, frente a 120 mil em um ano. Percebe a diferença?

Isso sem contarmos os custos com o pessoal de RH, processos de seleção e treinamentos in house para pessoas que podem render bem na vaga, mas só depois que pegar o ritmo de trabalho.

Se seu pedido pro freelas para tapar buracos é recorrente, ainda que tenha uma boa equipe dentro de casa, pense em 120 mil reais multiplicados por dois, cinco, dez anos de empresa – e coloque do outro lado da balança a possibilidade de contratar esporadicamente os melhores especialistas para cada ponto da sua necessidade.

E quem faz isso, no Brasil?

Não são muitas empresas nacionais que promovem às organizações exponenciais boas perspectivas de equipes sob demanda, mas a boa notícia é que a X-Apps é uma delas.

Por aqui nós oferecemos toda a mão de obra em tecnologia de TI, incluindo programação, no modelo de staff on demand. Sempre temos o profissional mais qualificado para indicar a cada tipo de projeto.

Precisa desse tipo de serviço mas não sabe bem como funciona, na prática, ou como começar? Fale com a gente!

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Como Desenvolver uma Fintech – do software até a regulamentação

Já no fim de 2016, pouco tempo depois de surgir no mercado, o Nubank publicou uma nota que deixou a internet polvorosa.

A fintech mais famosa do Brasil avisava a seus usuários sobre a possibilidade de deixar de existir frente a uma possível decisão do Banco Central sobre o pagamento a empresas que se utilizam de maquininhas de cartão: o processo, que hoje dura 30 dias, passaria a durar apenas dois – desfecho impossível para o Nu, que não conta com o mesmo capital de giro dos grandes bancos.

Para felicidade geral da nação, o BC voltou atrás e o cartão roxo comemorou. Mas qual é o diferencial do Nubank para que ele seja tão amado pelas pessoas a ponto de deixá-las apavoradas em perdê-lo?

Utilizamos a marca para ilustrar uma realidade de todas as fintechs: enquanto os trâmites de banco, principalmente os que envolvem cartões de crédito, têm taxas, regras e inúmeras complicações, uma fintech tenta prestar serviços similares de forma mais simples, rápida e transparente para o usuário.

O cartão roxo, por exemplo, ficou famoso por não cobrar anuidade, contar com análise de crédito rápida e menos rigorosa.

Além disso, seu suporte é todo feito por aplicativo, de forma eficaz a ágil. Outras fintechs que surgem Brasil e mundo afora seguem esse mesmo midset, privilegiando a experiência do usuário como forma de fidelizar seus clientes.

Pensando o software

Para que uma fintech tenha lugar no mercado financeiro hoje em dia, ela deve ter, acima de tudo, o que os especialistas chamam de “cultura de fintech”: a experiência do usuário deve vir acima de todas as outras prioridades, através de um desenvolvimento de software tão simples que qualquer pessoa, seja ela heavy ou light user de aplicativos, tenha completa capacidade de utilizá-lo.

Em outras palavras, uma fintech tem que ser tudo que um banco não é, a começar pela burocracia.

Bancos têm que atender bem os clientes que vão até suas agências pagar contas e sacar dinheiro, os que querem fazer tudo pela internet e, nesse ínterim, os que não suportam ter que ligar para uma central de atendimento atrás de informações.

Por ter de atender bem a todos esses perfis, os bancos acabam não atendendo bem a nenhum.

Ou você está tão satisfeito com o seu banco que pagaria a mais para que ele te prestasse o serviço?

A fintech vai na contramão desse movimento: ela se baseia em nichos. Não quer atender todo mundo, mas quer atender muito bem a uma parcela específica da população.

Quer ser uma saída para pessoas que estão negativadas e não conseguem crédito, para aqueles que querem melhorar sua margem de crédito e até para os chamados “não bancarizados”, indivíduos que não tem conta no banco ou possuem uma conta tão no vermelho que só lidam com dinheiro vivo, para não correr o risco de depositar o montante e vê-lo se perder em juros.

O Nubank, mais uma vez, é o exemplo perfeito de atendimento a todos esses perfis: ele deixa que o usuário cadastrado escolha seu limite de crédito, troque rapidamente as datas de fechamento e vencimento da fatura e pague o devido mensal por boleto.

Fintechs nascem para ter um conceito lean: são enxutas, simples e voltadas para grupos específicos de consumidores. Seus aplicativos devem ser intuitivos, com problemas e dúvidas de usuários sendo resolvidos em poucos cliques.

Por onde começar?

Para os empreendedores que desejam se aventurar no promissor mundo das fintechs, o primeiro passo é certamente contar com um bom time de programadores.

Afinal, só porque o aplicativo final tem, culturalmente, que ser simples, isso não significa que o processo de desenvolvimento de software também o seja.

Pelo contrário: as startups ligadas ao mercado financeiro têm diversos detalhes de regulamentação e segurança que precisam ser seguidos à risca por profissionais que entendam do assunto.

Por falar em regulamentação…

Quando o assunto das fintech vem à tona em fóruns online ou eventos em geral, uma dúvida que inevitavelmente ruge é: quem é que regulamenta o mundo das startups financeiras?

A seara ainda está um pouco carente em termos de regulação, mas o Banco Central já atua com fiscalização atenta no meio das fintechs. Com a ajuda da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o BC ensaia os primeiros movimentos para atualizar as regras que regem startups de cunho financeiro.

E já passou da hora de termos uma estrutura mais explicativa para o surgimento de empresas desse mercado: de acordo com a consultoria Fintechlab, de fevereiro de 2015 a fevereiro de 2017 o número de fintechs no mundo passou de poucas dezenas para 250.

E, como em todo mercado aquecido, esse número só tende a subir.

Algumas delas já estão em processo de fusão a grandes bancos para que os gigantes consigam prestar melhores serviços através das startups, como no caso da XP Investimentos, comprada recentemente pelo Banco Itaú.

Ainda que não exista uma regulamentação específica, as fintechs brasileiras podem se basear nas regras da Febraban para proteger seu negócio e os interesses dos seus clientes.

Só não precisam copiar, claro, a morosidade do setor bancário brasileiro.

Afinal, ao que tudo indica, a população que se apaixonou perdidamente pelo Nubank está de coração aberto para novas iniciativas que descompliquem sua vida financeira.

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Como Preparar a Arquitetura de Software para Microsserviços

As arquiteturas orientadas a serviços, comumente chamadas de SOA, podem se robustas e complexas, dependendo de suas funcionalidades, e nem sempre são a melhor opção para todos os tipos de aplicação tecnológica.

Por isso, os microsserviços, ou microservices, são fundamentais no contexto da arquitetura de software: ao decompor um aplicativo em diferentes serviços menores, eles podem deixar os protocolos mais leves e os serviços mais finos, melhorando a abordagem de uso e fazendo com que o produto final seja mais compreensível.

O grande benefício disso, claro, é desenvolver e testar com mais facilidade, diminuindo o tempo de execução de um app e permitindo que a equipe implemente melhorias capazes de escalar os serviços de forma independente. Outros benefícios diretos dos microsserviços são a possibilidade de refatoração contínua, mesmo em serviços individuais, e a entrega de implantações igualmente contínuas dentro de variadas arquiteturas.

Basicamente, microsserviços vão atuar em arquiteturas grandes, complexas e duráveis transformando esse conjunto em repartições pequenas, entendíveis e escaláveis de serviços.

Por que os microsserviços são importantes hoje?

No mundo das aplicações corporativas, vemos uma série de metodologias sendo utilizadas para que desenvolvimento, testes e implantação de soluções ocorram de maneira estruturada e eficaz. Quando as aplicações são simples, sua arquitetura é, também, simples de ser estruturada e trabalhada.

Mas, quando as aplicações são grandes e complexas, trabalhar em modo de “macro análise”, ao invés de dividir as frentes em microsserviços, pode comprometer entregas e limitar a adoção de novas tecnologias durante o processo de construção dos apps.

É aí que entra a importância da arquitetura de microsserviços: ao dividir a aplicação em conjuntos menores de serviços, as equipes passam a ter mais controle sobre o progresso do desenvolvimento e começam a compreender, de forma mais holística, onde as etapas podem ser melhoradas. Com isso, fica mais fácil adotar frameworks, tecnologias e métodos a serem aplicados em um serviço de cada vez, e não no conjunto todo.

Por outro lado, por exigir altos níveis de automação, os microsserviços também vão necessitar cuidados na constituição dos elementos das aplicações complexas, pois são eles que podem gerar problemas durante o processo. No entanto, isso não é nada que possa tornar inadequada a utilização da ferramenta para as aplicações mais complexas.

Como preparar uma arquitetura de software para os microsserviços

Muitas são as formas de preparar a arquitetura de software para os microsserviços, e a resposta certa vai depender do porte da sua aplicação e de seus objetivos com ela. Mas, a princípio, o que todas elas têm em comum é a criação de mecanismos de integração dos serviços através da implementação de novas funcionalidades para o mesmo.

Antes de começar a migração, os desenvolvedores devem identificar todos os elementos da arquitetura para refatorá-los em serviços, melhorando a cadência entre as etapas do processo e tirando o peso das aplicações do produto final.

Quem vai decidir a melhor forma de repartir a arquitetura de um software em serviços é a equipe de programação, que pode escolher os serviços por verbos, casos de uso, sinônimos, recursos ou fechamentos.

O importante é ter sempre em mente que cada serviço, em uma estrutura de microsserviços, deve ter poucas responsabilidades, para que a refatoração vire uma aliada do processo, e não um obstáculo. Para que esse objetivo seja cumprido, uma forma de abordar a arquitetura é a partir de modelagem de classes baseada no Princípio de Responsabilidade Única (Single Responsible Principle), onde cada classe só deve ter uma razão para ser modificada.

Dependendo da sua aplicação é possível definir os microsserviços através das funcionalidades do mesmo, desde que cada uma execute apenas uma coisa, a menos que sua função seja a de, realmente, se juntar a outras partes para a execução de tarefas complexas.

De qualquer forma, o que fica é: quanto mais robusta for uma aplicação, mais chances ela tem de possuir erros em suas funcionalidades ou demorar muito para ser concluída. A menos, claro, que você aposte nos microsserviços.

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Metodologias Ágeis: Aplicativos melhores e mais rápidos

Embora diga respeito ao andamento de projetos e à forma como eles são desenvolvidos dentro das empresas, as Metodologias Ágeis também têm se apresentado como uma opção no estilo de gestão por valorizar mais o desenvolvimento humano entre as etapas e a satisfação dos clientes do que o faturamento do item entregue.

No Manifesto das Metodologias Ágeis doze itens norteiam os trabalhos que vão fazer da sua empresa um ambiente de desenvolvimento de melhores aplicativos, criados de forma mais rápida e eficiente. São eles:

  1. Satisfazer o cliente através da entrega de software de valor;
  2. Aceitar mudanças de requisitos quando eles apresentem vantagens competitivas, mostrando a capacidade de adequação de processos ágeis;
  3. Entregar softwares em pleno funcionamento;
  4. Promover o trabalho conjunto e diário de pessoas relacionadas a negócios e desenvolvedores durante todo o curso do projeto;
  5. Construir projetos para indivíduos motivados dando a eles ambiente, suporte e confiança no melhor trabalho;
  6. Transmitir de forma eficiente e presencial as informações acerca de um projeto;
  7. Encontrar no software funcional a medida primária do progresso;
  8. Promover um ambiente sustentável através do projeto ágil, com todas as equipes mantendo passos constantes;
  9. Dar contínua atenção à excelência técnica e ao bom design, o que aumenta a agilidade de um projeto;
  10. Maximizar a simplicidade e diminuir o trabalho que não precisa ser feito;
  11. Emergir de times auto-organizáveis as melhores arquiteturas, requisitos e designs;
  12. Refletir entre equipes, em intervalos regulares, como efetivar, ajustar e otimizar melhor os comportamentos de acordo com os projetos a serem desenvolvidos.

Tudo isso faz das Metodologias Ágeis a melhor saída para a entrega de projetos de valor, tanto para a empresa contratante quanto para os clientes que se utilizarão do software, no tempo adequado e com qualidade acima das expectativas.

Por que as Metodologias Ágeis estão em alta?

Um dos motivos para explicar porque as Metodologias Ágeis estão em alta é a popularização da sua utilização por startups e grandes empresas de tecnologia. Afinal, hoje em dia os processos de entrega de aplicativos, softwares e diversos outros canais tecnológicos não obedecem mais a um escopo fechado e imutável, sendo imprescindível que as equipes ao redor de seu desenvolvimento consigam remar de acordo com a maré.

Nas metodologias tradicionais toda a coisa é muito limitada: tarefas específicas respondem a uma ordem linear de desenvolvimento, necessitando, consequentemente, de um planejamento completo antes que o trabalho vá para as equipes. É preciso estabelecer prazos específicos que criam uma angústia pelo suprimento das necessidades antes mesmo que elas apareçam.

Já nas Metodologias Ágeis os times conversam periodicamente entre si para encontrar as melhores maneiras de fazer a entrega no tempo certo, ainda que modificações de escopo aconteçam durante a linha de produção. A estrutura das Metodologias Ágeis é feita, inclusive, para aceitar essas mudanças como parte do processo, buscando preveni-las os invés de apagar os incêndios causados por elas.

Um case de sucesso dessa linha de raciocínio é o Spotify, que usa a capacidade de escalonamento das Metodologias Ágeis para fazer suas entregas.

Basicamente, as equipes da empresa separam o aplicativo em vários “pedaços” e dedicam grupos internos para que sejam responsáveis por cada fatia do desenvolvimento. No fim, eles juntam tudo, uma vez que as equipes estiveram, a todo momento, trocando ideias sobre sua parte no projeto.

Quais são as principais Metodologias Ágeis usadas no mundo?

Há quem pense que o único nome de metodologia ágil do mundo é o Scrum, mas a realidade é que muitos outros representantes dessa seara podem ser encontrados e trabalhados, dependendo da realidade de cada empresa.

No rol dos que merecem uma atenção redobrada, por serem mais relevantes e reunirem as melhores práticas, estão:

  • FDD (Feature Driven Development);
  • XP (eXtrem Programming);
  • MSF (Microsoft Solutions Framework);
  • DSDM (Dynamic System Delevopment Model).

Além, é claro, do Scrum, que é certamente a mais popular dentre as Metodologias Ágeis.

Antes de escolher uma delas para aplicar na sua empresa, saiba que as Metodologias Ágeis funcionam melhor em empresas com times enxutos, embora essa realidade esteja mudando – hoje, até mesmo as empresas se adaptam de forma assertiva para entregar mais e melhor.

Por isso, é importante saber onde você quer chegar, e qual é a sua realidade corporativa, antes de aplicar alguma das Metodologias Ágeis que indicamos aqui ou que você conhece além da nossa lista. Afinal, nenhum método vai deixar seu trabalho mais efetivo se você não souber, realmente, para onde está indo com ele.

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