Escopo aberto e fechado: Os softwares e a urgência das inovações

Em um mundo em constante transformação como a internet, é condição fundamental ter a habilidade de se adaptar a mudanças, seja na qualidade do conteúdo, seja no formato das plataformas digitais. Mesmo profissionais que trabalham nessa área precisam mudar, adquirir novos conhecimentos e desenvolver técnicas inovadoras que estejam de acordo com o espírito do nosso tempo.

Empresas que trabalham com a criação de novos softwares e aplicativos não são diferentes, precisam se adaptar às demandas dos clientes, estar dispostas a encarar um ambiente em que as soluções de hoje não funcionarão com as eventualidades do amanhã.  Não há margem de erro segura nesse meio e o pedido de um cliente para o desenvolvimento de um software em uma semana de repente se vê forçado a ser recalculado e entregue depois de um ou dois meses.

A natureza disruptiva das redes colabora para o processo de readaptação dos profissionais que nelas trabalham. Esses indivíduos passam a estar inseridos numa realidade de cumprimento de tarefas em curto prazo e descoberta de alternativas de extrema criatividade e dinamismo. Além disso, os novos ambientes de trabalho no mundo corporativo exigem profissionais ecléticos, fluentes em diversas áreas como Design, Programação, Marketing, Comunicação e tantas outras. 

Outro ponto de destaque nesse mundo é a qualidade do feedback junto aos clientes, bem como o acompanhamento de cada passo do desenvolvimento do projeto, com as correções, os acertos, os erros, os pontos a serem melhorados, e o primordial, o orçamento do plano.

Em síntese, cabe aos profissionais desse meio compreender a diferença existente entre os projetos de escopo fechado, aqueles em que poucas coisas podem ser mudadas – uma vez que as bases de desenvolvimento do projeto estão dadas antes mesmo de sua execução e conclusão – e os projetos de escopo aberto,  aptos para transformações e maior autonomia dos clientes e desenvolvedores.

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