Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Llama para empresas
Time sênior para implantar modelos Llama: fine-tuning com dados que não saem do seu ambiente, licença avaliada antes do projeto e deploy na sua nuvem, on-premise ou em provedor gerenciado.
Retorno em horário comercial para entender o caso de uso, onde o modelo vai rodar e o requisito de privacidade e licença.
Execução orientada a negócio
Antes de treinar ou subir servidor, avaliamos caso de uso, dados disponíveis para ajuste, requisito de privacidade, licença da versão e onde o modelo vai rodar. O projeto sai com a versão escolhida no seu conjunto de testes, plano de deploy e critérios de aceite acordados.
A conversa inicial serve para separar oportunidade real de automação que só parece boa na apresentação.
Grandes marcas já contrataram a X-Apps
Depoimentos
Os depoimentos abaixo falam sobre qualidade de entrega, parceria e capacidade técnica em software, produto e operação.
Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Gabriela Sterenberg
Head de Marketing
Hélio Zonta Júnior
Gerente produtos e Serviços
Mario Del Matto
Suzano Papel e Celulose
Danilo Bueno
Coordenador de TI – Roche Latam
Milton Foti
Gerente de Sistemas
Casos em que pesos abertos, ajuste fino nos seus dados e liberdade de deploy resolvem uma restrição real do negócio.
Modelo ajustado ao vocabulário, formato e regra do seu domínio, com treino e avaliação rodando em ambiente controlado pela empresa.
Chat e busca sobre documentos internos com modelo, índice e logs na sua infraestrutura, atendendo política que proíbe API externa.
Tarefas de alto volume servidas por versão menor do Llama, com custo de inferência sob seu controle em vez de fatura por token.
Aplicação desenhada sobre pesos abertos para trocar de infraestrutura ou provedor sem reescrever o produto nem renegociar contrato.
Modelo aberto servido por provedor de nuvem quando a empresa quer pesos conhecidos e portáveis sem operar GPU própria.
Funcionalidade de IA dentro do seu software com custo atrelado à infraestrutura, sem repassar consumo de token de terceiros.
Da escolha da versão à operação, com qualidade, licença e custo de servir o modelo avaliados antes de escalar.
Levantamos caso de uso, dados disponíveis para ajuste, política de privacidade, infraestrutura atual e o critério de sucesso.
Comparamos tamanhos e gerações do Llama no seu conjunto de testes, avaliando qualidade, custo de servir e requisito de máquina.
Revisamos os termos da licença da versão escolhida para o seu cenário de uso e registramos a decisão com o seu jurídico.
Fazemos fine-tuning quando os dados justificam e conectamos o modelo a CRM, ERP, filas e documentos com autorização no backend.
Recorte pequeno em uso real para comparar acerto, latência e custo com a linha de base e com as alternativas de API.
Squad sustenta o ambiente: atualização de versão, novo ajuste quando necessário, evals e backlog priorizado.
Licença, privacidade, qualidade e custo de servir entram no piloto, não depois que o modelo já atende a operação.
Pesos abertos, fine-tuning, RAG e observabilidade entram quando resolvem uma restrição concreta de controle, custo ou privacidade.
Tamanhos e gerações do Llama comparados no seu caso, com quantização e dimensionamento definidos pelo resultado do teste.
Fine-tuning, RAG e embeddings com dados que permanecem no ambiente da empresa, com regra de permissão por fonte.
Servidor de inferência na sua nuvem, on-premise ou em provedor gerenciado, com logs, evals e versionamento de modelo.
Produto, engenharia e operação trabalham juntos para reduzir risco e acelerar entrega.
Antes de montar o squad, alinhamos problema, métrica, risco, integração e critério de sucesso.
A solução precisa conversar com o que a empresa já usa: CRM, ERP, APIs, bancos, filas e documentos.
Logs, permissões, auditoria, custo, qualidade, testes e aprovação humana entram no desenho desde o início.
Discovery, arquitetura, desenvolvimento, QA, DevOps e produto trabalham com backlog e ciclos curtos.
Produto, engenharia e execução sob demanda para projetos corporativos com governança.
Compare caminhos técnicos sem perder o foco no resultado do projeto.
Experimentos e execução local de modelos com governança e critério de produção.
Modelos eficientes para automações, classificação, copilots e cenários de custo.
Avaliação de modelos para custo, performance e tarefas técnicas com risco controlado.
Agentes, copilots, automações, RAG e tool calling integrados a sistemas reais.
Fluxos com documentos, contexto longo, copilots internos e apoio operacional.
Soluções multimodais e integradas ao ecossistema Google, dados e Workspace.
Na maioria dos cenários corporativos, sim, mas os termos variam por versão e trazem condições próprias. Revisamos a licença da versão escolhida para o seu caso de uso e registramos a análise com o seu jurídico antes de o projeto começar.
Onde fizer sentido para o caso: servidor próprio, nuvem privada da empresa ou provedor gerenciado que sirva os pesos abertos. A recomendação sai do diagnóstico, considerando política de dados, volume e custo de operação.
Depende. Quando a resposta vem de conteúdo que muda sempre, RAG resolve melhor e custa menos. Fine-tuning entra quando a tarefa é especializada, o formato é recorrente e existe base de exemplos revisados. Testamos as duas abordagens no piloto.
Para classificação, extração, sumarização e RAG bem delimitado, as versões maiores competem de perto em muitos casos. Comparamos no seu conjunto de testes e dizemos quando o caso pede modelo de fronteira.
Não. Com pesos abertos rodando em ambiente controlado, prompt, documentos e dados de ajuste ficam no perímetro da empresa. Deixamos por escrito o que roda onde e quem acessa o quê.
Sim. O squad segue responsável por atualização de versão, monitoramento, evals de regressão e evolução do backlog, no modelo de contratação combinado.
Traga o caso de uso, a política de dados e onde o modelo pode rodar. Retornamos com a versão sugerida, o recorte de piloto e a comparação de custo com APIs gerenciadas.