Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Fábrica de agentes de IA
Esteira para mapear, construir, testar e operar agentes por processo, com backlog priorizado, aprovação humana e componentes reutilizados a cada novo agente.
Retorno em horário comercial.
Execução orientada a negócio
Montamos o backlog de agentes, o critério de entrada, o template de construção e a rotina de homologação e operação, para o portfólio crescer com padrão em vez de improviso.
A conversa inicial serve para separar oportunidade real de automação que só parece boa na apresentação.
Grandes marcas já contrataram a X-Apps
Depoimentos
Os depoimentos abaixo falam sobre qualidade de entrega, parceria e capacidade técnica em software, produto e operação.
Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Gabriela Sterenberg
Head de Marketing
Hélio Zonta Júnior
Gerente produtos e Serviços
Mario Del Matto
Suzano Papel e Celulose
Danilo Bueno
Coordenador de TI – Roche Latam
Milton Foti
Gerente de Sistemas
Exemplos de agentes que costumam abrir a fila, cada um com o evento que o dispara e o que ele executa.
Gatilho: ticket novo na fila. Ação: classifica assunto, sugere prioridade, anexa histórico e encaminha para o time responsável.
Gatilho: documento recebido. Ação: extrai campos, compara com o pedido no ERP e abre pendência quando a divergência passa da tolerância.
Gatilho: oportunidade em estágio definido no CRM. Ação: reúne histórico, monta rascunho com condições vigentes e envia para revisão comercial.
Gatilho: título vencido ou prazo estourado. Ação: monta a mensagem com o contexto do cliente e registra o retorno no sistema de origem.
Gatilho: cadastro criado. Ação: checa documentos, aponta o que falta e abre as tarefas de liberação com prazo.
Gatilho: pergunta do time em canal interno. Ação: responde com trecho e fonte, respeitando a permissão de quem perguntou.
As mesmas etapas se repetem a cada agente; template, integrações e controles ficam prontos desde o segundo.
Levantamos processos candidatos com as áreas e montamos o backlog com volume, dor atual e sistemas envolvidos.
Um agente só entra em construção com dono do processo, regra escrita, dados acessíveis e critério de sucesso definido.
Cada agente parte do mesmo esqueleto: gatilho, contexto, ferramentas, limites, aprovação e registro, o que se reaproveita de um para o outro.
Implementamos as integrações específicas do fluxo e revisamos comportamento com quem executa o processo hoje.
O agente roda em paralelo ao processo atual, com casos de teste e critérios de aceite antes de assumir a operação.
Publicamos com acompanhamento, ajuste priorizado e janela acordada, e o próximo candidato do backlog entra na esteira.
Cada agente entra em operação com dono, limite de ação e registro do que executou.
A base comum fica pronta uma vez; o que muda por agente é o gatilho, a regra do processo e as integrações daquele fluxo.
Autenticação, camada de integração com os sistemas, registro de execução e painel de acompanhamento servem a todo o portfólio.
Estrutura de gatilho, contexto, ferramentas, limites de ação e ponto de aprovação humana, replicada a cada novo agente.
Regra de negócio, exceções, fontes de dados e critério de sucesso são levantados com a área dona do fluxo.
Produto, engenharia e operação trabalham juntos para reduzir risco e acelerar entrega.
Antes de montar o squad, alinhamos problema, métrica, risco, integração e critério de sucesso.
A solução precisa conversar com o que a empresa já usa: CRM, ERP, APIs, bancos, filas e documentos.
Logs, permissões, auditoria, custo, qualidade, testes e aprovação humana entram no desenho desde o início.
Discovery, arquitetura, desenvolvimento, QA, DevOps e produto trabalham com backlog e ciclos curtos.
Produto, engenharia e execução sob demanda para projetos corporativos com governança.
Normalmente um, no máximo dois, até o primeiro chegar à operação com resultado medido. Depois disso a esteira sustenta um ritmo maior, porque template, integrações e controles já estão prontos e o esforço por agente cai.
Cruzamos volume do processo, tempo gasto hoje, clareza da regra, acesso aos dados e risco da ação. Candidato com alto volume, regra escrita e ação reversível costuma entrar antes; o resto fica no backlog com o que falta para entrar.
Entram, e é o cenário esperado: ERP, CRM, service desk e bases internas em operação, com áreas donas dos processos. O trabalho é contratado como projeto ou squad, com escopo, critérios de aceite e responsáveis definidos.
Não. Os agentes conversam com as APIs, filas, bancos e documentos que já existem. Quando algum sistema não expõe integração, tratamos isso como escopo separado antes de colocar o agente naquele fluxo.
Cada agente fica com uma área dona no negócio e um responsável técnico. O time interno pode assumir a operação com documentação e transferência combinada, ou a X-Apps segue em sustentação com squad dedicado.
O caso fica registrado, volta para revisão com a área dona e vira ajuste de regra, de contexto ou de limite de ação. Enquanto o critério de aceite não é atingido, o fluxo anterior continua disponível como rollback.
Traga os processos candidatos, o volume de cada um e quem responde pela regra. A X-Apps ajuda a definir por onde a esteira começa.