O que aprendemos no China Innovation Day?

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O evento

Podemos dizer que a China é o novo Vale do Silício?

Na última terça-feira (18),a Startse promoveu mais um evento, o China Innovation Day, um dia inteiro de imersão as novas tecnologias do continente asiático.

Para compor o evento,  os maiores players e empresas que fazem parte do mercado chinês trouxeram soluções ao varejo, apresentaram metodologias utilizando a I.A (Inteligência artificial) e como educar a população com as novas tecnologias.

A população chinesa deixou de usar cartões e dinheiro para migrar aos pagamentos mobile. No mesmo App, é possível acessar as redes sociais, varejo e efetuar o pagamento digital. Em contraponto, no Brasil   pagamentos sem a utilização de cartão de débito ou crédito ainda é novidade, afinal as compras online deixou de ser tabu e hoje faz parte da realidade.

Na China, pagamentos online não é mais uma novidade. O País governa 4 pólos de inovação diferentes: Shenzhen, Beijing, Shanghai e Hangzhou. Este ecossistema é um dos mais inovadores do mundo, conectado com fábricas de harwares, statups, fintechs e principalmente, com o futuro. .

No decorrer do evento, percebemos que este mercado cresce cada vez mais e se adaptar neste modelo de negócio favorece qualquer empresa, de maneira muito rápida. Muitas empresas passaram pelo palco do evento, entre elas, Movile e BYD relataram os olhares para China como um cenário inspirador e então, mostraram parte da inovação que pode ser construída no Brasil. e no no vale do silício

A china como cenário inspirador

Movile    no VALE DO SILÍCIO

Com o intuito de impactar 1 bilhão de pessoas por meio de seus aplicativos, a Movile, empresa de serviços móveis e de entretenimento, inaugurou uma extensão da sede em Campinas no país chinês na tentativa de criar novos recursos como ferramenta trabalho. vale do silício

Como referência, Helisson Lemos, diretor de operações da Movile, cita o modo que os chineses utilizam da I.A na execução dos negócios e no relacionamento com clientes, um novo modelo de negócio adotado pela Movile, a segunda empresa brasileira que mais recebeu aportes de investidores atrás do Nubank, focada em como fazer os pequenos negócios se conectarem com o mundo.

Em geral, os segmentos que interessam a Movile acompanhar na cultura chinesa está relacionado ao varejo, mercado financeiro, saúde e educação. São esses principios que favorecem a disciplina da empresa, direcionando o seu foco em estratégias a longo prazo, planejamento meticuloso e velocidade do lançamento de produtos “ go to market”, tendo em vista a melhoria contínua. “Eles fazem tudo isso, com muita tecnologia. Por isso, cada vez mais, queremos participar deste ecossistema”, afirma Lemos.

“Trocamos o Vale do Silício pela China”, Helisson Lemos, da Movile.

BYD       OU VALE DO SILÍCIO

A BYD, fabricante de automóveis elétricos, placas de energia solar e outros, iniciou parceria com diversos estados brasileiros e tem planos definidos no Brasil para os próximos anos, com estimativa para 2022. no vale do silício

Com o objetivo de mudar o mundo, a parceria da BYD no Brasil constrói um o incentivo em soluções para mobilidade, guiando o país para o futuro cauteloso e independente em relação aos combustíveis tradicionais, reduzindo a poluição.

Com a construção de uma fábrica de baterias no Brasil, a empresa chinesa irá reduzir os gastos com a importação da sede na China e pretende fabricar painéis solares com previsão para o ano de 2022. O plano de expansão inclui fazendas no interior de São Paulo com diversos projetos no território brasileiro.

Estas direções trazidas do modelo de negócio da China, faz parte da revolução 4.0, com métodos de segurança e produtividade, aliados a automação, computação em nuvem, transformação de dados e internet das coisas, com o potencial de elevar os níveis de rendimentos globais e melhorar a qualidade de vida de diferentes populações.

 

 

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