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Plataformas Low-Code: vale a pena investir?

Conheça detalhes sobre como funcionam as plataformas low-code, quais as tendências para os próximos anos e como o mercado anda investindo nesse tipo de tecnologia.
May 20, 2021

Visão geral:

* O desenvolvimento de plataformas Low-Code pode ser o próximo grande passo que grandes empresas de tecnologia podem dar futuramente. De acordo com pesquisa realizada pelo Gartner, o mercado deve movimentar bilhões de dólares nos próximos anos.

* Diferente do desenvolvimento de software convencional, as ferramentas Low-Code podem ser mais rápidas, ágeis de serem modificadas e tem preço mais baixo para o cliente final.

* Pioneira no assunto, a Salesforce concedeu uma entrevista exclusiva à X-Apps. Fabrício Maia, Program Architect Director na empresa, traz mais detalhes sobre a ferramenta, suas vantagens, desvantagens e muito mais. Confira no final deste artigo!

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Nos últimos meses, uma onda de investimentos em plataformas Low-Code chamou a atenção do mercado de startups.

Somente no mês de fevereiro, aproximadamente US$ 234 milhões foram levantados em rodadas de investimentos por três grandes empresas de desenvolvimento de software dos Estados Unidos: Creatio, Rows e a OutSystems.

Com soluções voltadas para diferentes áreas empresariais, não é somente no exterior que as plataformas Low-Code vem ganhando espaço no ambiente tecnológico.

Aqui no Brasil, empresas como a X-Apps são conhecidas por oferecerem uma facilidade na hora do cliente desenvolver seu próprio sistema ou aplicativo.

Ao disponibilizar uma ferramenta de baixo código, é possível que startups que não tenham budget para construir um aplicativo de maneira convencional realizem a transformação digital nas suas empresas e consigam escalar seus produtos.

No Silicon Valley Web Conference (SVWC), a X-Apps pôde conhecer mais detalhes sobre as plataformas Low-Code em um bate-papo com o Program Architect Director da Salesforce, Fabrício Maia.

Confira, a seguir, qual o futuro dessa plataforma, seus benefícios e também veja a entrevista na íntegra, onde trazemos ainda mais detalhes sobre o uso do Low-Code em 2021.

Plataformas Low-Code devem crescer 22% em 2021, diz Gartner

Um dos fatores que comprovam essa tendência de crescimento das plataformas Low-Code é a projeção de que os investimentos na área devem crescer cerca de 22%, em comparação com o ano passado. 

Quem aponta esse número é a recente pesquisa encomendada pelo Gartner. De acordo com o relatório, ferramentas Low-Code devem movimentar e totalizar cerca de US$ 13,8 bilhões, muito em virtude do aumento do desenvolvimento remoto nos últimos meses.

Segundo especialistas, a facilidade oferecida pelas plataformas Low-Code chama a atenção de interessados em desenvolver um aplicativo ou sistema web.

Além disso, o baixo custo de desenvolvimento e a agilidade com que se pode construir um app também são pontos que justificam esses altos investimentos.

Por conta disso, é esperado que o desenvolvimento de ferramentas Low-Code seja um dos maiores focos de investimentos em tecnologia até o ano de 2022, por exemplo.

Outro fator que pode justificar todo esse crescimento é a aceleração dos negócios digitais.

Ao se sentirem pressionados por conta da alta demanda, líderes de tecnologias veem a necessidade de aumentar a velocidade de entrega de aplicativos, diminuindo o tempo de retorno ao cliente. Dessa forma, o uso de plataformas Low-Code é o mais recomendado.

Outra previsão feita pelo Gartner é de que, até 2025, metade de todos os compradores desse tipo de ferramenta serão pessoas que não estão diretamente ligadas ao mundo da tecnologia. 

Por se tratar de soluções caras, o mundo da tecnologia hoje é um tanto quanto restritivo.

Dessa forma, a disponibilização de ferramentas Low-Code deve democratizar o desenvolvimento de software, já que visa incluir uma parcela da sociedade que não tem budget suficiente para desenvolver um app próprio, justamente por conta dos altos custos de produção.

Quais os benefícios de se utilizar uma plataforma Low Code?

Muito presente no modelo SaaS (Software as a Service), as plataformas Low-Code oferecem uma série de benefícios, tanto para empresas quanto para usuários.

Por se tratar de um sistema que podemos chamar de modular, a flexibilidade é a principal vantagem desse tipo de negócio.

Com isso, é possível fazer alterações e modificações estruturais no software com mais facilidade e em menor tempo.

Em razão dos objetos do produto estarem praticamente prontos, só há a necessidade de adaptar para o estilo que o cliente mais deseja, e até mesmo incrementar novas funcionalidades caso necessário.

Como citado anteriormente no tópico acima, outra vantagem é o baixo custo que essas plataformas têm para os clientes.

Contratar um desenvolvedor não é tarefa fácil e muito menos barata.

Por conta disso, disponibilizar uma ferramenta Low-Code pode ajudar o usuário a desenvolver seu próprio aplicativo sem a necessidade da presença de um profissional para isso, customizando o software do jeito que achar melhor.

Essa autonomia oferecida aos usuários, inclusive, não precisa ser necessariamente para o mercado de tecnologia. Atualmente, já existem soluções Low-Code para profissionais de RH, de contabilidade e muitos outros setores, visando sempre a automação de processos empresariais.

Por outro lado, essas ferramentas também trazem algumas desvantagens que podem frustrar determinados tipos de clientes.

Para detalhar melhor quais são, assista à Entrevista Exclusiva com o Fabrício Maia, Program Architect Director na Salesforce, uma das empresas pioneiras em plataformas Low-Code no Brasil.

O vídeo completo você assiste no final deste artigo. 

Qual o futuro da ferramenta?

Podemos considerar um futuro bastante promissor para plataformas Low-Code nos próximos anos. Muito por conta da pesquisa realizada pelo Gartner, esse tipo de serviço tende a ser mais comum e fazer sucesso em um período a longo prazo.

Com o surgimento de uma grande demanda de transformação digital das empresas, contratar um modelo Low-Code é mais viável, principalmente para quem não entende muito como funciona o processo de desenvolvimento de software.

Além disso, é bastante provável que esse tipo de tecnologia se integre cada vez mais com recursos de Inteligência Artificial, o que oferece uma maior autonomia e personalização para aquilo que o cliente realmente deseja e facilitando o trabalho dos desenvolvedores.

Por falar nesse tipo de profissional e em empresas de desenvolvimento de software, o surgimento de ferramentas Low-Code pode não alterar muito esse cenário para os próximos anos.

Apesar de investirem mais nesse tipo de negócio, para que o cliente possa ter a facilidade de utilizar o sistema de “baixo-código”, uma série de recursos precisarão ser desenvolvidos e integrados de forma que o produto tenha uma interface intuitiva, trazendo um desenvolvimento maior aos profissionais do setor Front-End.

Mas e o No-Code? Qual a diferença entre esses dois tipos de desenvolvimento de software?

Para entender melhor as diferenças entre as plataformas Low-Code e No-Code, você pode acompanhar na íntegra a entrevista exclusiva que fizemos com o Program Architect Director da Salesforce.

No Silicon Valley Web Conference, Fabrício Maia trouxe todos os detalhes sobre essas soluções!

Assista à entrevista completa no vídeo abaixo: 

Saiba mais:

- Deep Learning, IA e o desenvolvedor do futuro

- A relação entre Customer Experience e Big Data

- Interface Cérebro-Máquina: a tecnologia integrada à sua forma de pensar

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