APIs em Blockchain: o que é possível aprender da aplicação?

Vivemos tempos de mudanças, em que a tecnologia causa uma verdadeira revolução na vida das empresas. Quem acha que as soluções encontradas para melhorar processos, principalmente na área de TI, são só mais um modismo, está enganado – e pode perder tempo e dinheiro com esse pensamento.

Aplicações em TI surgem a todo instante, e acompanhar esse movimento é a melhor maneira de fazer sua empresa crescer. A novidade do momento, por exemplo, são as APIs em Blockchain. Para entender esse papel, devemos, primeiro, discutir e entender o que é, realmente, um blockchain.

Blockchain é uma cadeia de registros distribuída e compartilhada em vários pequenos pedaços que têm como principal finalidade a criação de um índice global em um determinado mercado.

Portanto, trata-se da maneira de registrar todas as transações e trocas de quem faz parte do sistema em blocos, como um livro caixa gigantesco e virtual. Esses blocos são criptografados e todos que fazem parte do sistema têm acesso às criptografias.

Dessa forma, todo mundo pode acessar os dados sem saber, exatamente, onde mora a sua “raiz”, já que tudo é criptografado. Isso garante a segurança das informações compartilhadas dentro da rede.

A tecnologia blockchain é a solução para que todas as espécies de transações e trocas no mundo, não apenas dinheiro vivo ou Bitcoins, sejam feitas com mais segurança, agilidade e sem intermediação de terceiros. No Brasil, isso significa “sem comissões ou taxas”.

Embora o blockchain tenha sido usado com mais notoriedade no desenvolvimento e uso generalizado do Bitcoin e outras criptomoedas, ele também pode ser usado para um grande número implementações de TI, como a Internet das Coisas.

APIs do Blockchain: um sistema de conectividade

Um dos melhores elementos do blockchain é o fato de que é impulsionado inteiramente pelo conceito de confiança. Cada interação no blockchain confia e verifica a transação e depende do consenso de todos os blocos para rastrear o que é uma atividade descentralizada, que não pode ser rastreada.

Assim como o blockchain, a comunidade de APIs também é impulsionada pela confiança como um conceito-chave – e é por isso que o blockchain é um elemento incrível de conectividade na aplicação das APIs.

Como já falamos aqui no blog, API é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. De forma geral, uma API nada mais é que uma interface simplificada e padronizada, que fornece a vários programadores um método para a construção de aplicações que se comuniquem internamente.

Geralmente as APIs são criadas com um padrão aberto e documentação de acesso livre.

O Google Maps é um ótimo exemplo da área de API. Por meio do seu código original, inúmeros sites e aplicativos utilizam os dados do Google Maps, adaptando-o da melhor forma para a utilização do seu serviço.

Interações das API´s e blockchain

Muito tem se falado sobre a economia do compartilhamento, em exemplos de sucesso como Airbnb, Uber e eBay. Mas, aos poucos, esse entusiasmo em relação às possibilidades disruptivas das empresas enfraqueceu, devido às más condições de trabalho relatadas por usuários e temores de monopólios.

A verdadeira economia do compartilhamento é aquela em que indivíduos e empresas são capacitados pela tecnologia, com o objetivo de compartilhar seus dados e, se for possível, receber pagamento por isso.

Você pode ter uma pequena estação meteorológica no quintal da sua casa. Muitas pessoas poderiam se beneficiar das informações produzidas ali e até pagariam para obtê-las, desde que pudessem confiar na precisão dos dados.

Com a API no blockchain isso é possível.

Você pode fornecer esses dados, totalmente confiáveis, uma vez verificados ao longo do tempo em um blockchain, a um terceiro que os agregaria em sua API de forma independente.

Com isso, empresas no ramo do vestuário, por exemplo, poderiam consumir esses dados para decidir a quantidade de roupas de inverno ou verão que devem ser produzidas para suprir demandas, sem gerar estoques desnecessários.

Há muitas formas de utilizar API em blockchain e fazer seus resultados decolarem, desde que você tenha uma equipe preparada para essa inovação.

Se quiser saber mais sobre ela, entre em contato com a X-Apps!

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APIs e microsserviços: 3 áreas em que a tecnologia está se reinventando

As inovações da área de TI estão cada vez mais presentes no mundo empresarial. A transformação digital e o uso da tecnologia já se incorporaram ao estilo de vida de muitas pessoas, afetando, assim, seus hábitos de consumo. Consequentemente, a estrutura das organizações, principalmente de base tecnológica, sentem os reflexos dessa mudança.

Uma das inovações que melhora a forma de desenvolvimento e utilização de aplicativos e interfaces com redes sociais é a API (Application Programming Interface). Ela possibilita a integração e interação de aplicativos e softwares de forma simplificada, oferecendo o máximo de conteúdo em um ambiente prático e funcional.

Sem essa aplicação seria inviável, por exemplo, acessar o Netflix pelos aplicativos da Smart TV, e ficaria bem mais difícil desenvolver aplicativos e sistemas que se utilizam de GPS, por exemplo.

O recurso auxilia consideravelmente os profissionais de TI no desenvolvimento do melhor trabalho, e garante certa economia às empresas, que não precisam gastar para criar, por conta própria, algo que já existe. No entanto, não se pode explorar a API sem falar dos conceitos dos microsserviços.

O que são microsserviços?

Microsserviço é um padrão de design utilizado para transformar aplicativos complexos em processos simples, detalhados, reutilizáveis e interoperáveis. Os microsserviços podem ser modificados e implementados de forma independente uns dos outros. De modo geral, apresentam as seguintes características:

  • São pequenos;
  • Trabalham com mensagens;
  • Precisam de contextos;
  • São desenvolvidos de forma autônoma;
  • Podem ser implementados de forma independente;
  • São descentralizados;
  • Entendem várias linguagens;
  • São desenvolvidos e lançados com processos automatizados.

O estilo de arquitetura de microsserviços é uma abordagem que desenvolve um aplicativo único, como uma suíte de pequenos serviços, cada um executando seu próprio processo e se comunicando através de mecanismos leves, muitas vezes em uma API com recursos HTTP.

Esse recurso fragmenta o desenvolvimento de TI, tornando-o mais ágil e produtivo, tanto para as equipes que coordenam o projeto quanto para o cliente, que percebe valor agregado no resultado final.

Aliás, vale lembrar: quando falamos em desenvolver aplicativos baseados em microsserviços, não estamos mudando apenas o produto final, ou seja, o software que está sendo desenvolvido. Também tratamos, dentro desse conceito, o processo de desenvolvimento, a automação dos ambientes de desenvolvimento, produção, as variadas formas de testar e a maneira das equipes em lidar com o trabalho.

Todo setor da tecnologia depende das APIs de alguma forma. Abaixo, listamos algumas das principais áreas que estão sendo impactadas pelas APIs nos últimos anos:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas trabalha para que tudo seja conectado e controlado através de computadores ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Casas completamente automatizada, e até fábricas conectadas, podem ser gerenciadas à distância.

Mas, para que essa tecnologia seja possível, é necessário o desenvolvimento de software que transforme essas ideias em realidade. Através de APIs é possível criar programas que sejam facilmente expansíveis e consigam se encaixar em novas demandas.

Redes Sociais

Aplicativos como iAlien e TweetDeck, voltados para usuários do Reddit e Twitter, só puderam ser desenvolvidos graças à disponibilização de APIs por essas duas redes sociais.

É por isso que, nos próximos anos, essas e muitas outras redes sociais continuarão disponibilizando APIs para que desenvolvedores construam novos aplicativos e promovam sua expansão por todo o mundo.

Serviços bancários

As APIs também estão contribuindo para a evolução dos serviços bancários pessoais, através da criação de processos mais rápidos e da melhor integração com outros serviços.

Além disso, elas colaboram para o surgimento de carteiras virtuais. O Block.io, por exemplo, utiliza APIs para criar uma carteira que armazena, em um só lugar, os Bitcoins, Dogecoins e Litecoins dos seus usuários.

O Nubank, fintech brasileira, é outra aplicação que utiliza APIs.

Quer saber mais como APIs e microsserviços podem melhorar o desenvolvimento do seu software e garantir a qualidade do produto final? Fale com a X-Apps!

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Escopo fechado e aberto: Os softwares e a urgência das inovações

Num mundo em constante transformação como a internet, é condição fundamental ter a habilidade de se adaptar a mudanças, seja na qualidade do conteúdo, seja no formato das plataformas digitais. Mesmo profissionais que trabalham nessa área precisam mudar, adquirir novos conhecimentos e desenvolver técnicas inovadoras que estejam de acordo com o espírito do nosso tempo.

Empresas que trabalham com a criação de novos softwares e aplicativos não são diferentes, precisam se adaptar às demandas dos clientes, estar dispostas a encarar um ambiente em que as soluções de hoje não funcionarão com as eventualidades do amanhã.  Não há margem de erro segura nesse meio e o pedido de um cliente para o desenvolvimento de um software em uma semana de repente se vê forçado a ser recalculado e entregue depois de um ou dois meses.

A natureza disruptiva das redes colabora para o processo de readaptação dos profissionais que nelas trabalham. Esses indivíduos passam a estar inseridos numa realidade de cumprimento de tarefas em curto prazo e descoberta de alternativas de extrema criatividade e dinamismo. Além disso, os novos ambientes de trabalho no mundo corporativo exigem profissionais ecléticos, fluentes em diversas áreas como Design, Programação, Marketing, Comunicação e tantas outras. 

Outro ponto de destaque nesse mundo é a qualidade do feedback junto aos clientes, bem como o acompanhamento de cada passo do desenvolvimento do projeto, com as correções, os acertos, os erros, os pontos a serem melhorados, e o primordial, o orçamento do plano.

Em síntese, cabe aos profissionais desse meio compreender a diferença existente entre os projetos de escopo fechado, aqueles em que poucas coisas podem ser mudadas – uma vez que as bases de desenvolvimento do projeto estão dadas antes mesmo de sua execução e conclusão – e os projetos de escopo aberto, mais aptos para transformações e maior autonomia dos clientes e desenvolvedores.

Escopo fechado e aberto: Os softwares e a urgência das inovações
Shot of a diverse group of designers working together at a computer
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O setor de RH do futuro

Gestores de RH perceberam que precisam contar com a força de trabalho de profissionais da nova economia, que são multitarefa e não ficam mais nos mesmos postos de trabalho por muito tempo, e já começam a trabalhar em startups. A palestra discorrerá sobre como lidar com esses profissionais nos novos ambientes de trabalho.

Há uma grande quantidade de pessoas que estão chegando ao mercado de trabalho sem a determinação de executar apenas uma tarefa e se estabilizar dentro de uma empresa. É preciso transformar não apenas a linguagem normalmente utilizada por setores de RH das organizações, mas se inteirar sobre o perfil desses novos profissionais, suas ambições e metas para o longo prazo em um mercado de trabalho tão disputado e concorrido que tem passado por grandes transformações nos últimos anos.

Além de se fazer necessária uma mudança de mentalidade na forma de contratar novos profissionais, é preciso ter a capacidade de usar as ferramentas tecnológicas disponíveis para melhorar os meios de gestão interna das organizações no processo de contratação de funcionários. Com o tempo necessário, os novos colaboradores poderão contribuir ainda mais para o processo de compreensão da cultura organizacional da empresa, sem a qual nenhum executivo, ou comitê gestor, terão sucesso.

As empresas que tem ganhado destaque nos últimos tempos, tais como Uber, Tesla, Airbnb, Google, dentre outras, notabilizam-se por contarem com mecanismos de gestão e estrutura profissional altamente capacitados.  Assim, é muito mais fácil ter agilidade e criatividade para sobreviver em um mundo que exige cada vez mais inovação e capacidade de revolucionar o comportamento do público-alvo, bem como de seus colaboradores.

 

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O poder da inteligência coletiva no desenvolvimento de softwares

O conceito de Inteligência Coletiva pressupõe a participação de um grande grupo de pessoas com interesses diversos no interior de uma comunidade. A criação de softwares passa, em grande medida, pela capacidade dos desenvolvedores em reunir habilidades, conhecimentos, e primordialmente, valor para um negócio que possa atender a determinado público-alvo.

 Tal ideia pressupõe, no atual contexto de criação de aplicativos e desenvolvimento de softwares, a certeza de que o valor do conhecimento pode ser distribuído com muito mais competência e qualidade com a ajuda das tecnologias de informação e comunicação. Há um viés pedagógico na utilização da Inteligência Coletiva no desenvolvimento de projetos e plataformas tecnológicas: a troca de experiências entre desenvolvedores e colaboradores, sejam eles conhecedores de TI, Sistemas de Informação, Marketing e outras áreas, visando o desenvolvimento de plataformas digitais cada vez mais complexas.

 Há uma disposição dos indivíduos, em especial, dos profissionais que traballham com tecnologia, para a adoção de projetos colaborativos, que unam todos os conhecimentos adquiridos pelos integrantes de uma comunidade, visando um processo de intensa inovação e mudança, já que softwares, bem como diversos meios tecnológicos, passam por inúmeras transformações dentro de um curto espaço de tempo. Cabe, portanto, a esses profissionais, criar linhas de comunicação com outros grupos e tentar agrupá-los de acordo com as necessidades exigidas.

 Para além da troca de experiências e conhecimentos, há que se ter noção da estrutura de uma organização e do posicionamento dos seus integrantes. Se a estrutura é horizontal, seus colaboradores trabalham no mesmo nível e trocam experiências, sem a necessidade de se reportar a um superior, um chefe. Esta é uma característica própria do sistema vertical, hierárquico de organização, comum a estruturas antigas de empresas que se consolidaram há muito tempo e que não se transformaram com o passar dos anos.

 Outro fator importante é o conhecimento do tipo de público que se pretende atingir e o aprimoramento de ações que visem atender esta demanda, minimizando a margem de erros e de abordagens equivocadas. É preciso coletar informações a respeito do público-alvo, analisar suas preferências e criar planos que consigam engajá-lo e atraí-lo para a ideia formulada pelo desenvolvedor ou empresa.

 

 

 

 

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O React Native e as aplicações nativas e híbridas

O React Native é uma plataforma de criação de interface para usuários muito mais rápida e responsiva do que tecnologias como JavaScript e HTML5. Esta ferramenta é mais parecida com o React, mas com mecanismos específicos da plataforma ao invés de características semelhantes ao DOM (Document Object Model) – uma avançada ferramenta que trabalha com organização de marcações em HTML, XHTML e XML, e como elas são lidas pelo navegador utilizado pelo usuário.

O mecanismo de ação do React Native é usar uma JSX, uma extensão JavaScript utilizada para definir os layouts em HTML. As alterações que são feitas nessa plataforma causam atualizações constantes no fluxo de dados. Essas mudanças são feitas pelo DOM, responsável pela análise dos componentes e a confirmação de que somente os dados afetados pela mudança de status passam por atualizações.

Justamente por conta de seu caráter responsivo, o React Native transformou a experiência de desenvolvimento de aplicações por dar acesso aos componentes de interface dos usuários nativos, por facilitar a aplicação de estilos de layout em diversas plataformas móveis e por trazer benefício ao nível de performance.

Para compreender a natureza do React Native é necessário entender a diferença entre aplicações nativas e hibridas. O mais importante na comparação entre os dois é saber como a aplicação se desenvolveu a partir do formato do código. Aplicações nativas se desenvolvem para cada plataforma com base no código específico de cada sistema, seja ele Android ou Windows. Aplicações híbridas, por sua vez, são desenvolvidas para quaisquer tipos de plataformas.

Outro aspecto fundamental das aplicações nativas é a necessidade de maior investimento, uma vez que a manutenção desses aplicativos é demorada e só pode ser feita individualmente para cada plataforma. As aplicações híbridas, por outro lado, têm manutenção mais simples e mais acessível em matéria de tempo e custo. A atualização destes para novas versões, no entanto, necessita mais tempo para o processo de adaptação a novidades tecnológicas.

 

 

 

 

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Guia básico de APIs para empresas

A área de TI tem muitos nomes e termos diferentes que chegam a confundir até o profissional mais experiente. Muitos desses termos são siglas, vindas do inglês, que denominam alguma solução tecnológica de grande utilidade para o mundo dos negócios.

É o caso das APIs, Application Programming Interface, aplicações que trazem uma série de vantagens às empresas, dentre elas a maximização dos processos em aplicativos e softwares.

API é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. Ela integra sistemas, possibilitando a segurança dos dados, facilidade no intercâmbio entre informações com diferentes linguagens de programação e monetização de acessos.

Na era da internet das coisas, dos novos modelos de negócio e novas aplicações, as APIs tornaram-se ferramentas fundamentais para permitir que diferentes sistemas e “coisas” se comuniquem.

Podemos dizer que a API é uma “ponte” que liga um ponto a outro. Em outras palavras, é uma porta inteligente programada para que os desenvolvedores acessem alguns dados de uma organização.

Um exemplo de API muito utilizada é o cadastro de redes sociais. Muitos sites utilizam informações do Facebook/Gmail para cadastrar novos usuários, como TripAdvisor e Spotify. Através das APIs, o site envia um comando para os servidores, solicitando informações necessárias para que o usuário possa criar uma conta de forma simples.

Sem esse recurso o site teria que desenvolver, do zero, formulários de cadastro, páginas para a criação de novas contas e um banco de dados para armazenar todas essas informações. Com ele, esse site utiliza tudo o que precisa e já está presente nos servidores do Facebook/Gmail, pegando somente aquilo que é necessário para a realização do novo cadastro.

É importante lembrar que, quanto mais campos são pedidos no momento de um cadastro ou venda, maiores são as chances de o cliente desistir de seguir adiante.

Vantagens da utilização de APIs nas empresas

As APIs são excelentes ferramentas no mundo dos negócios, inclusive em startups, já que a maioria dessas empresas tem como diferencial a inovação tecnológica.

Veja agora as principais vantagens de implantar as APIs nas empresas:

Integração

APIs possibilitam a integração e interação de aplicativos e softwares de forma simplificada. Ela oferece o máximo de conteúdo e informação em um ambiente digital prático e funcional.

Otimização da gestão interna

As APIs melhoram o nível de gestão interna. Boa parte delas gera relatórios personalizados automaticamente e apresenta ferramentas de gerenciamento, dentre outras funcionalidades que ajudam a gestão a definir estratégias de ação.

Customização dos serviços

Uma das principais vantagens da implantação de APIs nas empresas é a possibilidade de oferecer serviços e produtos personalizados para o usuário final. Através da integração das aplicações é possível obter informações sobre o usuário sem que ele tenha que preencher nenhum formulário.

Onde estão as APIs

Muitas vezes utilizamos a API e não nos damos conta de que ali existe uma aplicação que consegue expandir o alcance de um produto ou serviço.

Veja alguns exemplos.

Redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, LinkedIn, Instagram, Pinterest)

Você já deve ter percebido botões de compartilhamento com ícones das redes sociais ou solicitação de acesso do tipo “faça login com sua conta do Facebook/Google/Twitter/etc” em algum site que frequenta.

Essas aplicações são vantajosas não só para as redes sociais, mas para negócios de todos os tipos, por gerarem engajamento entre empresa e público.

Pagamentos online (PayPal, Cielo, PagSeguro, Moip)

APIs permitem executar pagamentos e transferências sem que seja necessário sair do site da loja ou do fornecedor do serviço.

Com o uso dessa aplicação o comprador não precisa colocar dados do cartão de crédito no site, e sim o nome de usuário e senha do PayPal  autorizando a compra.

Localização (Google Maps, Foursquare)

Através da integração das APIs é possível criar aplicativos próprios baseados na localização da sua empresa.

Elas permitem, ainda, visualizar dados sobre topografia e geografia, além de ajudarem a determinar previsões de tempo.

Comunicação e serviços integrados

Aqui entram soluções bem diversificadas, que seriam mais complexas sem a utilização da APIs. É o caso do SaaS ou PaaS, serviços que oferecem soluções completas e, frequentemente,  são totalmente compostas por APIs.

Outros processos que fazem parte da rotina das pessoas também são integrados pelas APIs:

–  SMS para confirmação de cadastro enviado pela API do gateway de SMS;

– Salvar  anexo de email no Dropbox ou Google Drive;

– Acessar o Netflix pelo aplicativos da smart TV.

Tem mais alguma dúvida sobre o uso das APIs nas empresas? Fale com a X-Apps.

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Como transformar sua empresa em uma organização exponencial

O mundo dos negócios busca sempre novos conceitos para otimizar operações e explorar meios de alavancar organizações. Quando a inovação surge, ela provoca muitas mudanças em diversos setores, criando ramificações empresariais que podem alterar os hábitos das pessoas – e, com isso, lucrar bastante.

Um bom exemplo dessa transformação são as mídias de armazenamento. Quantos disquetes não eram utilizados para guardar informações há vinte anos? Essa mídia foi evoluindo para CD, pen drive e, hoje, os dados são armazenados na nuvem.

Não tem como parar as mudanças tecnológicas, mas há meios de se beneficiar exponencialmente delas. Organizações que rompem com vários modelos, criando novos conceitos e transformando a forma de fazer negócios, que o digam.

Se seu objetivo é ter uma organização exponencial, fique sabendo: a melhor forma de se inserir nessa nova cultura é se adaptando a ela.

O que são as Organizações Exponenciais?

Organizações Exponenciais (ExOs) são aquelas cujo resultado é maior, comparado a de seus pares, devido ao uso de novas técnicas organizacionais. Elas se beneficiam do rápido crescimento da tecnologia, desenvolvendo soluções dez vezes melhores, mais rápidas e de menor custo que as empresas tradicionais e lineares.

A diferença das organizações exponenciais para as empresas tradicionais é que elas não investem em estruturas rígidas, com muitos colaboradores, grandes instalações físicas e hierarquias intransponíveis. As ExOs desfazem o que, antes, era de natureza física e o transfere ao mundo digital sob demanda.

As organizações que querem se manter no mercado precisam entender que se tornar ExOs é uma necessidade urgente, questão pura e simples de sobrevivência.

O que é importante para as  ExOs?

O que move as organizações exponenciais é a busca por soluções modernas de tecnologia. Na contramão das inovações estão empresas tradicionais e lineares que utilizam modelos obsoletos, com defasagem tecnológica, que as impedem de se expandir.

As ExOs são reconhecidas por desenvolverem novas soluções para lidar com problemas antigos. Quer um exemplo? Os aplicativos de táxi, que aumentaram e democratizaram o acesso a esse tipo de transporte.

Inovar não é se desfazer de toda a infraestrutura existente, mas aproveitar o que já existe, utilizando soluções simples, e que tragam resultados efetivos, para continuar a evoluir em sua área de atuação.

Veja alguns passos para transformar a sua organização em uma ExO.

1 – Propósito Transformador Massivo (PTM)

Pense em algo que precisa ser transformado e questione: “qual é o maior problema que eu gostaria de ver resolvido?” Identifique a concepção do problema e, em seguida, crie um PTM, ou Propósito Transformador Massivo.

Idealmente o PTM deve ser feito em um exercício profundo e revisado durante a concepção da ExO. Para criação do PTM é necessário responder às seguintes perguntas:

  • Por que essa organização existe?
  • Qual é seu propósito?
  • Qual é seu objetivo?
  • Todos entendem seu propósito e objetivo?

2 – Faça um modelo de negócio exponencial

De nada adianta ter uma boa visão de organizações exponenciais se você ainda está preso a uma metodologia antiga, que demora a gerar lucro. Se esse é seu caso, não deixe de focar em uma gestão de projetos moderna e criar padrões adequados para a expansão do empreendimento.

3 – Equipe sob demanda

Empresas de rápido crescimento estão focadas na terceirização de TI, que é mais ágil e eficaz, principalmente com o surgimento da computação em nuvem e da mobilidade.

Assim, organizações modernas pararam de trabalhar com equipes robustas e, em muitos casos, pouco produtivas. Por causa disso, o conceito de equipe sob demanda (staff on demand) despontou, passando a fazer contratações conforme a necessidade do momento.

Esse conceito avançou devido a inúmeros empreendimentos trabalharem em regime home office, e por terem maior número de contratação de pessoal em épocas de pico. Para manter o negócio viável e manter os custos sob controle, a saída é a terceirização de serviços.

4 – Terceirização dos serviços de TI

Ter um departamento de TI alinhado aos objetivos da empresa, e que faça diferença para o negócio, exige dedicação, boa infraestrutura e profissionais bem qualificados e capacitados.

Manter essa estrutura como essa gera gastos que podem impactar no resultado da empresa. Nesse sentido, terceirizar a área de TI pode ser a alternativa ideal; basta conhecer as condições implícitas nessa opção e acompanhar o processo de perto.

Com a disponibilidade de serviços em cloud computing, seu negócio terá mais espaço para processamento e armazenamento de dados, facilidades de segurança em backup e maior acessibilidade às informações do negócio.

Serviços baseados na nuvem permitem que a empresa contrate apenas o que for utilizar, tendo disponíveis estruturas de data centers com computadores de ponta para gerir os seus dados. Isso acaba por agregar mais potencial ao setor de TI, contribuindo para que a terceirização garanta o retorno dos investimentos em tecnologia.

Quer saber mais sobre como transformar sua empresa em organização exponencial? Entre em contato com a X-Apps!

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Cuidados ao validar um projeto de desenvolvimento de software

Cada vez mais empresas dependem de sistemas para o gerenciamento do negócio, tendo na automação um dos processos de aumento de produtividade. Essa solução reduz a possibilidade de erros e ainda fornece informações estratégicas que suportam a tomada de decisão dos gestores.

Porém, a busca por um software que atenda às necessidades da empresa pode se tornar um problema caso alguns cuidados não sejam tomados. Desenvolver um sistema não é, simplesmente, contratar um programador, ou comprar um modelo já pronto. Essa etapa da automação envolve um estudo de uso de suas funcionalidades e aplicação aos usuários.

O que é validação de software?

A validação de software é um processo que comprova que o sistema cumpre funções em conformidade com as especificações dos requisitos do usuário, e com a garantia de segurança e rastreabilidade de informações.

Ou seja, se os requisitos estão sendo implementados para atender às diretrizes do negócio e se o sistema é realmente aquilo que o cliente quer e está pagando para ter.

No entanto, para que o projeto atinja o resultado esperado, principalmente na redução de erros, é necessário que algumas ações sejam executadas. Para o sucesso de um software tenha sempre a colaboração da equipe de desenvolvimento e considere algumas recomendações.

Saiba o que quer desenvolver

As primeiras perguntas que você deve fazer ao querer desenvolver um software para sua empresa são:

  • Qual problema ele irá resolver?
  • As premissas básicas foram validadas?
  • O que se pretende alcançar com esse projeto?

Podem até parecer evidentes, mas esses questionamentos te fazem ter uma visão mais clara daquilo que quer.

Invista em pesquisas, avalie os similares já existentes no mercado e esteja aberto para receber novas ideias. Melhor gastar tempo na definição do projeto do que perder dinheiro em uma ferramenta sem utilidade.

Passo importante: escolha da equipe

Para um software eficiente, e que atenda aos objetivos já definidos, a escolha de profissionais especializados é essencial para o sucesso do projeto. Portanto, busque pessoas experientes e atualizadas com o que há de mais moderno e avançado na área de TI.

Os desenvolvedores com experiência têm mais habilidade em solucionar problemas complexos, economizando tempo e reduzindo custo. A atuação desses profissionais é importante, pois eles compreendem, executam, realizam a manutenção e corrigem possíveis erros de programas, plataformas e linguagens que auxiliam nos serviços da empresa.

Um dos grandes desafios dessa equipe é criar uma ferramenta confiável, já que ataques a software por malware estão em toda parte.  

A melhor maneira de mitigar esse problema é a implementação de uma rotina de segurança, buscando práticas que permitam o desenvolvimento de um software estável e com poucas falhas. Tal atitude diminui a vulnerabilidade dos dados de segurança do usuário e da empresa.

Orientações de como deixar o software mais seguro

  • A equipe de desenvolvimento deve identificar a necessidade de utilização de métodos de criptografia, segurança de usuários e treinamentos;
  • É preciso levar em consideração o nível de segurança da arquitetura e da linguagem escolhida, as possíveis vulnerabilidades que o sistema pode apresentar e quando e como os métodos de autenticação e envio de dados seguro serão utilizados;
  • Disponibilize uma documentação com todos os requerimentos de segurança para a sua equipe, garantindo que todos trabalhem de acordo com as definições de segurança do projeto, usando as ferramentas da arquitetura e buscando instabilidades da maneira correta.

Além disso, antes de colocar o software no mercado, faça testes nos métodos de segurança. Nessa etapa é importante garantir que todos os blocos de código que envolvem informações sensíveis não tenham brechas que comprometam a segurança do usuário.

Como você pode notar, validar um projeto de desenvolvimento de software é complexo e requer tempo e conhecimento de especialistas. Por isso, antes de começar o seu, consulte a X-Apps. Nossa equipe pode propor a melhor solução para seu negócio.

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Quanto custa a hospedagem de uma startup

Startups são empreendimentos que buscam encontrar solução para algum problema através de soluções criativas nas mais variadas áreas de atuação. O que as diferencia dos outros modelos de negócio é o desenvolvimento de um produto inovador e apoiado em ferramentas tecnológicas.

Estima-se que em todo país existam, aproximadamente, 62 mil empreendedores e 6 mil startups. Para mantê-las funcionando é imprescindível ter presença na web. O site ainda é o principal meio de divulgação, venda e relacionamento com os clientes.

Com um site disponível, a startup tem chances de alcançar mais pessoas e fechar bons negócios. A dificuldade, nesse caso, mora em achar um serviço de hospedagem que agrade o grande público e que tenha um custo de desenvolvimento acessível à empresa.

Para ter um site, é preciso registrar o domínio, que é o endereço www., e dispor de uma boa hospedagem.

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Importância das validações parciais

Você já deve ter ouvido falar que toda hipótese precisa ser validada. Essa é uma realidade na ciência, que necessita de inúmeros testes antes de chegar-se a uma conclusão, e na vida das empresas que comercializam produtos e serviços inovadores.

Afinal, sem saber exatamente como e por quais razões serão acolhidos pelo mercado, é impossível acertar em seu desenvolvimento.

A cereja do bolo, nesse caso, está na possibilidade de validar um projeto por etapas, algo recorrente na área de TI, ao invés de esperar tudo ficar pronto para só depois readequar alguns pontos.

Todas as vezes em que uma equipe de TI desenvolve um projeto, faz validações nos períodos de teste para demonstrar a qualidade e funcionalidade do que está sendo feito.

Nada mais justo que, depois de dedicar esforço, capital intelectual, tempo e dinheiro em uma nova solução, se possa garantir, minimamente, que o resultado final seja apresentado com o mínimo de falhas possível.

A isso chamamos de validações parciais.

O que são validações parciais?

A validação do método de teste é um processo que garante que a sistemática utilizada em determinado experimento seja adequada para o uso a que foi pretendido. Validação parcial, portanto, é a aplicação desse método em cada etapa de desenvolvimento do trabalho proposto.

Tais validações resultam em um recurso documentado onde se realiza uma série de experimentos sobre procedimentos, materiais e equipamentos  que compõem o método que está sendo validado.

Muito utilizado na ciência, em entidades envolvidas em testes de amostras biológicas e produtos farmacêuticos para fins de exploração, desenvolvimento e fabricação de medicamentos para uso humano e análises de laboratórios, as validações parciais também têm serventia para as equipes especializadas em tecnologia da informação, e podem ser consideradas para outras rotinas empresariais e de desenvolvimento que exijam consistência e precisão.

Os resultados obtidos nesses testes parciais passam por análises estatísticas das equipes envolvidas. Eles são submetidos ao crivo de uma série de critérios de aceitação pré-definidos e projetados para demonstrar a eficácia dos resultados produzidos pelo método durante a análise de amostra de rotina.

Para entender a fundo a importância das validações parciais, primeiro precisamos definir o que é validação analítica: método que, por meio de ensaios experimentais, confirma e fornece evidências objetivas de que os requisitos específicos para seu uso almejado são atendidos.

Ou seja, existe um projeto em desenvolvimento e essa sistemática pode avaliar se ele deu certo ou não, de acordo com o objetivo do teste.

Já a validação parcial demonstra, por meio de alguns parâmetros, que o método analítico tem as características necessárias para obtenção de resultados com a qualidade exigida e nas condições em que é praticado. Isto significa que tais validações não vão atestar se tal projeto simplesmente funciona, mas se os atributos utilizados para essa finalidade geram condição favorável para esse resultado.

Aplicabilidades das validações parciais em projetos de TI

Existem normas e processos específicos para padronização de testes de laboratório pelo simples fato de que, sem esse conjunto de requisições, seria impossível garantir análises neutras sobre os exames realizados.

A principal função, nesse caso, é garantir uma única leitura das variáveis a título internacional, garantindo maior assertividade e menos divergências nos resultados.

No mercado de TI existem empresas especializadas no controle e gestão da qualidade com foco na acreditação laboratorial, que é a avaliação do laboratório através de auditoria – e certificações de qualidade.

Para que essas organizações consigam ter confiabilidade e qualidade em todas as fases e processo dos seus experimentos, softwares e aplicativos podem ser desenvolvidos para melhorar o desempenho de validações parciais.

Trazendo essa realidade para outras áreas, já pensou na facilidade de ter uma ferramenta que mapeie todos os processos da sua empresa, por exemplo? Facilitaria muito a vida dos profissionais responsáveis por ela, além de garantir mais credibilidade e produtividade em toda a cadeia de desenvolvimento de projetos, tornando o resultado mais confiável e, consequentemente, com melhor posicionamento no mercado.

Sua empresa precisa de mais segurança nas validações parciais? Talvez a criação de um software específico para isso possa ser a solução – e vire uma boa oportunidade de mercado.

Para saber mais sobre isso, converse com a X-APPS! Temos a solução assertiva para o seu correto processo de validação.

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Dicas de como começar um projeto de desenvolvimento de software

A demanda por desenvolvimento de software tem crescido consideravelmente, uma vez que quase tudo que se faz hoje em dia depende da interação tecnológica. É raro ver uma empresa que ainda não utiliza o ambiente digital para fazer o atendimento a seu cliente.

As dúvidas quanto a isso são frequentes por parte dos empreendedores, principalmente os que estão iniciando seus negócios, que questionam se realmente vale a pena construir um aplicativo para o segmento em que pretende atuar.

O mais importante é saber que os softwares podem ser elaborados para várias categorias de modelos de negócios, e podem ser um braço importante das redes sociais, serviços públicos, entretenimento, gestão e uma infinidade de outras opções que podem ajudar a empresa a desenvolver seu core business.

E o que é, afinal, um processo de desenvolvimento de software?

O desenvolvimento de software é um trabalho complexo que envolve criatividade e conhecimento em um processo construtivo e, principalmente, colaborativo. A tarefa conta com um conjunto de profissionais interdisciplinares e capacitados que utilizam recursos técnicos e ferramentas apropriadas para entregar valor ao consumidor final, e não apenas um simples produto.

A essa altura do campeonato você já deve saber que sua empresa precisa estar bem posicionada na era digital, mas, para que isso aconteça, é fundamental tirar o melhor proveito possível da era da informação.

E, como o conhecimento é a base de tudo, inclusive dessa era, preparamos algumas dicas para que você possa iniciar com sucesso um novo projeto de desenvolvimento de software.

#1 – Organize suas ideias

O que você quer desse projeto? Que problema ele irá resolver e que público irá atingir? Comece a descrever os detalhes de seu software e deixe tudo o mais claro possível. Pesquise outros programas, similares aos que você quer desenvolver, e cheque as suas funcionalidades.

Outro fator muito importante, que deve ter prioridade nos seus estudos, é o cliente.

É impossível tirar resultado de um projeto sem saber, de fato, a quem ele servirá? Esse é um ponto crucial do desenvolvimento de software. Para que seja resolvido é preciso conhecer melhor o cliente, já que só assim você saberá como tornar o programa mais eficiente.

O envolvimento da sua equipe nessa fase é importante para que haja compartilhamento de informações e a participação de todos no processo construtivo do projeto.

#2 – Análise financeira

Sim, você terá gastos com desenvolvimento de software.

O valor vai depender da complexidade dos recursos envolvidos e, para que o projeto se torne viável, todos os custos precisam ser mensurados. Além dos gastos relacionados à concepção da ideia em si, existem os valores do desenvolvimento, os investimentos em publicidade e o programa de melhorias de produto, que serão realizadas de acordo com os feedbacks do seu público-alvo.

Para a mensuração dos gastos, conte com a participação de um especialista de TI da sua equipe, ou de toda uma equipe capacitada (que pode ser contratada no modelo de “staff on demand”). Essas são as pessoas mais indicadas a avaliar custos, prazos e resultados envolvidos nesse empreendimento.

#3 – Arquitetura do software

Ao trabalhar em um projeto é primordial dedicar tempo para obter uma boa arquitetura de software, e por uma simples razão: essa é a base de todos os projetos em TI.

Arquitetura de software é um plano que descreve um conjunto de aspectos e decisões importantes para o seu desenvolvimento. Isso implica levar em consideração os tipos de requisitos (desempenho, segurança etc.), a organização do sistema, como as partes se comunicam entre si, se existem algumas dependências externas, quais são as diretrizes e as tecnologias de implementação e quais riscos devem ser levados em consideração, dentre outros.

Em resumo, é a representação abstrata dos componentes do sistema, garantindo que o resultado final saia conforme o planejado.

#4 – Testes das funcionalidades

Por mais que se planeje um software, erros são passíveis de acontecer. Pode ser, por exemplo, uma falha que fecha um programa ou que não permite salvar um arquivo. Quem já passou por isso sabe o quanto é desagradável depender de um programa que não funciona.

Para resolver esses problemas, utilize o teste de software. Ele serve para encontrar possíveis erros que um programa recém-desenvolvido pode apresentar, de modo que ele fique amplamente disponível ao usuário final.

O teste das funcionalidades do software é a última etapa da construção do seu projeto, que tem por objetivo garantir a qualidade do produto que será lançado no mercado.

#5 – Solução para o projeto

Como vimos anteriormente, desenvolver um projeto de software não é uma tarefa fácil: é preciso ter conhecimento de mercado, entendimento do público-usuário, expertise técnica e disponibilidade de tempo.

Para o empreendedor que está iniciando agora suas atividades no mercado de tecnologia e, que muitas vezes, não tem uma equipe ainda montada, investir em um projeto como esse pode ser arriscado ao orçamento da empresa ou startup.

Para sair da saia justa, primeiramente, é preciso se decidir: ou você cuida da razão de ser da sua empresa, que é o seu negócio, o core business, ou dedica tempo para desenvolver um projeto de software.

Lembre-se que, se sua equipe não tiver bagagem técnica para conduzir o programa, além de perder tempo, irão desperdiçar dinheiro. Só quem realmente entende do assunto irá buscar produtos e fornecedores certos para ele.

Por fim, o que nenhuma empresa quer é destruir sua imagem no mercado devido ao lançamento de um software que não corresponde à expectativa do consumidor.

Uma boa solução para isso é contratar uma empresa terceirizada. Ela terá todas as competências para atender ao seu projeto de desenvolvimento de software na medida certa.

A X-Apps conta com profissionais que executam seu planejamento no prazo desejado, gerando mais economia e valor agregado para um mercado que exige cada vez mais inovações.

Se você pensa em desenvolver um software, entre em contato com a gente. Temos a solução certa para o que sua empresa precisa.

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