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Durante um dia de grande aprendizado, iremos compartilhar com você alguns conhecimentos aliados ao dia a dia da X-Apps:

Como ser objetivo? Pois é, iremos ensinar a você aplicar esta prática em sua empresa. É bem simples!

Aplicativo: Criar um aplicativo mobile é uma oportunidade de aprofundar o relacionamento com o seu público, tornando o seu negócio mais prático e eficiente, afinal, com um aplicativo em mãos a conexão entre público e organização ocorrem a qualquer hora e lugar.

Além de identificar esta necessidade e possibilitar um melhor atendimento ao cliente, esta idéia requer um olhar aprofundado desde o início ao fim do desenvolvimento.

Uma equipe de desenvolvedores precisa estar atenta às necessidades do usuário, com aplicativos leves, com baixo uso da memória e internet.

Ser objetivo no mundo empresarial, é otimizar o relacionamento com o cliente.

Como estudar o comportamento do usuário? :

Avaliar o comportamento do seu cliente é de fato fundamental. Através dessas informações, é possível gerar maiores melhorias ao software. Para que não haja insatisfação por parte do seu cliente, coloque botões de “ajuda ou sugestões”, mostrando a transparência ao usuário.

Com questionários e testes de usabilidade, a X-Apps entrega aos clientes um modelo um modelo colaborativo e eficaz das plataformas, antes que chegue ao público final e isso favorece a credibilidade da empresa, minimizando riscos.

Métricas – Como acompanhar métricas assertivas: Existem três maneiras para identificar as métricas assertivas e acompanhá-las:

  • Modelagem de acordo com o seu negócio – Criar um aplicativo mobile de acordo com a sua empresa. Na X-Apps, você customiza o software de acordo com a sua demanda, atendendo suas expectativas de acordo com a sua empresas.
  • Fazer pesquisas – Fazer pesquisas é um investimento. Investir em usuários e entender as urgências do mercado, como um diferencial para o seu projeto.
  • Diminuir tempo/Telas – Diminuir a quantidade de telas do seu App também é ser objetivo. Vivemos em um mundo muito ágil e ter um sistema complicado é perda de tempo.

Exemplo: Quando você está mexendo em um App e chega alguma notificação, o seu raciocínio não está totalmente focado na primeira tarefa e sim, em conciliar as duas. Fazer o que é preciso e o que acabou de bater em sua porta.

Ou seja, um aplicativo com muitas telas reduz o interesse do usuário, uma vez que, ele não tenha o tempo adequado para estar conectado somente a uma plataforma.

Como Organizar o seu Sistema?:

Identifique os problemas antes mesmo de tomar qualquer decisão.

  • Diariamente, semanalmente e mensalmente

Identifique as emoções dos usuários e trabalhar para que sejam aprimoradas.

Mobile como uma nova resposta: Atribuições baseadas em pessoas: Qualquer atribuição que seja feita em seu App, antes mesmo de ser executada, precisa ter algum vínculo com o consumidor final, permitindo que novos avanços sejam alcançados por meio da satisfação.

Tendências e Inspiração: Investir faz parte de todo ciclo do sistema. É preciso estar por dentro das atualizações e olhar para o futuro e encontrar inspirações.

Exemplos:

  • Realidade aumentada;
  • Machine Learning;

Combatendo Fraudes: Um assunto delicado, pois mesmo que a internet esteja ao nosso favor, ainda há pessoas que agem para prejudicar esses sistemas.

Durante a criação do aplicativo, é fundamental a transparência com a empresa responsável. Nas reuniões com os nossos clientes, a confiança e prontidão contribuem com todo projeto, envolvendo confiabilidade e total segurança.

Estratégias de marketing para mobile Commerce: Para o mercado de vendas, o aplicativo é uma das principais ferramentas. Em um só canal, além da facilidade para comprar e pagar, todas essa ação pode ocorrer sem que o cliente vá até uma loja física. Possibilita também, relacionamentos por meio da interface do sistema, potencializando a relação entre usuário e empresa.

Um aplicativo simples e robusto contribui desde os ciclo de vendas até o contato com o cliente. Portanto, não há dúvidas que o futuro será totalmente virtual, se antecipe!

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Smartphone application for online searching, buying and booking flights on the internet. Unusual 3D illustration of commercial airplane and boarding passes on smart phone in hand
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III Forúm Marketing Mobile Brasil

Nesta quinta-feira, 06/06/2019, comparecemos ao III Fórum Marketing Mobile Brasil, um dia intenso de conteúdos exclusivos para profissionais que trabalham com mobile marketing. O evento contou com apoio de uma curadoria com expertise no tema abordado.

Diante de diferentes atribuições que podem ser feitas em uma plataforma, a execução de tarefas que modificam o cenário de uma empresa é primordial para os avanços, trazendo bons resultados a partir de métricas, objetividade, pesquisas com o usuário e elaborando resultados por meio de dados, eliminando qualquer possibilidade de “achismo”. Dessa forma, transformando o futuro da organização com atualizações e experiências criadas por relacionamentos com o cliente.

Criar um ciclo de relacionamento com o cliente vai muito além de vender um produto ou atualizar o App e desktop, está relacionado a proximidade e ao contato que é atingido na medida em que educamos este usuário atendendo as suas necessidades.

Resolver os problemas rapidamente, estar atento ao feedback ou investir em promoções exclusivas, contribui nos processos deste relacionamento, mas além disso, outros planos e estratégias foram mencionados durante o evento, sendo eles fraudes no mobile, desafios atuais no mercado e métodos de análises de tráfegos.

O mercado mobile se expande anualmente e diferentes estudos apontam a crescente demanda que carregam estes sistemas, um modelo apresentado pelo III Fórum, lições do que fazer ou não fazer.

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APIs em Blockchain: o que é possível aprender da aplicação?

Vivemos tempos de mudanças, em que a tecnologia causa uma verdadeira revolução na vida das empresas. Quem acha que as soluções encontradas para melhorar processos, principalmente na área de TI, são só mais um modismo, está enganado – e pode perder tempo e dinheiro com esse pensamento.

Aplicações em TI surgem a todo instante, e acompanhar esse movimento é a melhor maneira de fazer sua empresa crescer. A novidade do momento, por exemplo, são as APIs em Blockchain. Para entender esse papel, devemos, primeiro, discutir e entender o que é, realmente, um blockchain.

Blockchain é uma cadeia de registros distribuída e compartilhada em vários pequenos pedaços que têm como principal finalidade a criação de um índice global em um determinado mercado.

Portanto, trata-se da maneira de registrar todas as transações e trocas de quem faz parte do sistema em blocos, como um livro caixa gigantesco e virtual. Esses blocos são criptografados e todos que fazem parte do sistema têm acesso às criptografias.

Dessa forma, todo mundo pode acessar os dados sem saber, exatamente, onde mora a sua “raiz”, já que tudo é criptografado. Isso garante a segurança das informações compartilhadas dentro da rede.

A tecnologia blockchain é a solução para que todas as espécies de transações e trocas no mundo, não apenas dinheiro vivo ou Bitcoins, sejam feitas com mais segurança, agilidade e sem intermediação de terceiros. No Brasil, isso significa “sem comissões ou taxas”.

Embora o blockchain tenha sido usado com mais notoriedade no desenvolvimento e uso generalizado do Bitcoin e outras criptomoedas, ele também pode ser usado para um grande número implementações de TI, como a Internet das Coisas.

APIs do Blockchain: um sistema de conectividade

Um dos melhores elementos do blockchain é o fato de que é impulsionado inteiramente pelo conceito de confiança. Cada interação no blockchain confia e verifica a transação e depende do consenso de todos os blocos para rastrear o que é uma atividade descentralizada, que não pode ser rastreada.

Assim como o blockchain, a comunidade de APIs também é impulsionada pela confiança como um conceito-chave – e é por isso que o blockchain é um elemento incrível de conectividade na aplicação das APIs.

Como já falamos aqui no blog, API é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. De forma geral, uma API nada mais é que uma interface simplificada e padronizada, que fornece a vários programadores um método para a construção de aplicações que se comuniquem internamente.

Geralmente as APIs são criadas com um padrão aberto e documentação de acesso livre.

O Google Maps é um ótimo exemplo da área de API. Por meio do seu código original, inúmeros sites e aplicativos utilizam os dados do Google Maps, adaptando-o da melhor forma para a utilização do seu serviço.

Interações das API´s e blockchain

Muito tem se falado sobre a economia do compartilhamento, em exemplos de sucesso como Airbnb, Uber e eBay. Mas, aos poucos, esse entusiasmo em relação às possibilidades disruptivas das empresas enfraqueceu, devido às más condições de trabalho relatadas por usuários e temores de monopólios.

A verdadeira economia do compartilhamento é aquela em que indivíduos e empresas são capacitados pela tecnologia, com o objetivo de compartilhar seus dados e, se for possível, receber pagamento por isso.

Você pode ter uma pequena estação meteorológica no quintal da sua casa. Muitas pessoas poderiam se beneficiar das informações produzidas ali e até pagariam para obtê-las, desde que pudessem confiar na precisão dos dados.

Com a API no blockchain isso é possível.

Você pode fornecer esses dados, totalmente confiáveis, uma vez verificados ao longo do tempo em um blockchain, a um terceiro que os agregaria em sua API de forma independente.

Com isso, empresas no ramo do vestuário, por exemplo, poderiam consumir esses dados para decidir a quantidade de roupas de inverno ou verão que devem ser produzidas para suprir demandas, sem gerar estoques desnecessários.

Há muitas formas de utilizar API em blockchain e fazer seus resultados decolarem, desde que você tenha uma equipe preparada para essa inovação.

Se quiser saber mais sobre ela, entre em contato com a X-Apps!

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APIs e microsserviços: 3 áreas em que a tecnologia está se reinventando

As inovações da área de TI estão cada vez mais presentes no mundo empresarial. A transformação digital e o uso da tecnologia já se incorporaram ao estilo de vida de muitas pessoas, afetando, assim, seus hábitos de consumo. Consequentemente, a estrutura das organizações, principalmente de base tecnológica, sentem os reflexos dessa mudança.

Uma das inovações que melhora a forma de desenvolvimento e utilização de aplicativos e interfaces com redes sociais é a API (Application Programming Interface). Ela possibilita a integração e interação de aplicativos e softwares de forma simplificada, oferecendo o máximo de conteúdo em um ambiente prático e funcional.

Sem essa aplicação seria inviável, por exemplo, acessar o Netflix pelos aplicativos da Smart TV, e ficaria bem mais difícil desenvolver aplicativos e sistemas que se utilizam de GPS, por exemplo.

O recurso auxilia consideravelmente os profissionais de TI no desenvolvimento do melhor trabalho, e garante certa economia às empresas, que não precisam gastar para criar, por conta própria, algo que já existe. No entanto, não se pode explorar a API sem falar dos conceitos dos microsserviços.

O que são microsserviços?

Microsserviço é um padrão de design utilizado para transformar aplicativos complexos em processos simples, detalhados, reutilizáveis e interoperáveis. Os microsserviços podem ser modificados e implementados de forma independente uns dos outros. De modo geral, apresentam as seguintes características:

  • São pequenos;
  • Trabalham com mensagens;
  • Precisam de contextos;
  • São desenvolvidos de forma autônoma;
  • Podem ser implementados de forma independente;
  • São descentralizados;
  • Entendem várias linguagens;
  • São desenvolvidos e lançados com processos automatizados.

O estilo de arquitetura de microsserviços é uma abordagem que desenvolve um aplicativo único, como uma suíte de pequenos serviços, cada um executando seu próprio processo e se comunicando através de mecanismos leves, muitas vezes em uma API com recursos HTTP.

Esse recurso fragmenta o desenvolvimento de TI, tornando-o mais ágil e produtivo, tanto para as equipes que coordenam o projeto quanto para o cliente, que percebe valor agregado no resultado final.

Aliás, vale lembrar: quando falamos em desenvolver aplicativos baseados em microsserviços, não estamos mudando apenas o produto final, ou seja, o software que está sendo desenvolvido. Também tratamos, dentro desse conceito, o processo de desenvolvimento, a automação dos ambientes de desenvolvimento, produção, as variadas formas de testar e a maneira das equipes em lidar com o trabalho.

Todo setor da tecnologia depende das APIs de alguma forma. Abaixo, listamos algumas das principais áreas que estão sendo impactadas pelas APIs nos últimos anos:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas trabalha para que tudo seja conectado e controlado através de computadores ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Casas completamente automatizada, e até fábricas conectadas, podem ser gerenciadas à distância.

Mas, para que essa tecnologia seja possível, é necessário o desenvolvimento de software que transforme essas ideias em realidade. Através de APIs é possível criar programas que sejam facilmente expansíveis e consigam se encaixar em novas demandas.

Redes Sociais

Aplicativos como iAlien e TweetDeck, voltados para usuários do Reddit e Twitter, só puderam ser desenvolvidos graças à disponibilização de APIs por essas duas redes sociais.

É por isso que, nos próximos anos, essas e muitas outras redes sociais continuarão disponibilizando APIs para que desenvolvedores construam novos aplicativos e promovam sua expansão por todo o mundo.

Serviços bancários

As APIs também estão contribuindo para a evolução dos serviços bancários pessoais, através da criação de processos mais rápidos e da melhor integração com outros serviços.

Além disso, elas colaboram para o surgimento de carteiras virtuais. O Block.io, por exemplo, utiliza APIs para criar uma carteira que armazena, em um só lugar, os Bitcoins, Dogecoins e Litecoins dos seus usuários.

O Nubank, fintech brasileira, é outra aplicação que utiliza APIs.

Quer saber mais como APIs e microsserviços podem melhorar o desenvolvimento do seu software e garantir a qualidade do produto final? Fale com a X-Apps!

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Escopo fechado e aberto: Os softwares e a urgência das inovações

Num mundo em constante transformação como a internet, é condição fundamental ter a habilidade de se adaptar a mudanças, seja na qualidade do conteúdo, seja no formato das plataformas digitais. Mesmo profissionais que trabalham nessa área precisam mudar, adquirir novos conhecimentos e desenvolver técnicas inovadoras que estejam de acordo com o espírito do nosso tempo.

Empresas que trabalham com a criação de novos softwares e aplicativos não são diferentes, precisam se adaptar às demandas dos clientes, estar dispostas a encarar um ambiente em que as soluções de hoje não funcionarão com as eventualidades do amanhã.  Não há margem de erro segura nesse meio e o pedido de um cliente para o desenvolvimento de um software em uma semana de repente se vê forçado a ser recalculado e entregue depois de um ou dois meses.

A natureza disruptiva das redes colabora para o processo de readaptação dos profissionais que nelas trabalham. Esses indivíduos passam a estar inseridos numa realidade de cumprimento de tarefas em curto prazo e descoberta de alternativas de extrema criatividade e dinamismo. Além disso, os novos ambientes de trabalho no mundo corporativo exigem profissionais ecléticos, fluentes em diversas áreas como Design, Programação, Marketing, Comunicação e tantas outras. 

Outro ponto de destaque nesse mundo é a qualidade do feedback junto aos clientes, bem como o acompanhamento de cada passo do desenvolvimento do projeto, com as correções, os acertos, os erros, os pontos a serem melhorados, e o primordial, o orçamento do plano.

Em síntese, cabe aos profissionais desse meio compreender a diferença existente entre os projetos de escopo fechado, aqueles em que poucas coisas podem ser mudadas – uma vez que as bases de desenvolvimento do projeto estão dadas antes mesmo de sua execução e conclusão – e os projetos de escopo aberto, mais aptos para transformações e maior autonomia dos clientes e desenvolvedores.

Escopo fechado e aberto: Os softwares e a urgência das inovações
Shot of a diverse group of designers working together at a computer
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