III Forúm Marketing Mobile Brasil

Nesta quinta-feira, 06/06/2019, comparecemos ao III Fórum Marketing Mobile Brasil, um dia intenso de conteúdos exclusivos para profissionais que trabalham com mobile marketing. O evento contou com apoio de uma curadoria com expertise no tema abordado.

Diante de diferentes atribuições que podem ser feitas em uma plataforma, a execução de tarefas que modificam o cenário de uma empresa é primordial para os avanços, trazendo bons resultados a partir de métricas, objetividade, pesquisas com o usuário e elaborando resultados por meio de dados, eliminando qualquer possibilidade de “achismo”. Dessa forma, transformando o futuro da organização com atualizações e experiências criadas por relacionamentos com o cliente.

Criar um ciclo de relacionamento com o cliente vai muito além de vender um produto ou atualizar o App e desktop, está relacionado a proximidade e ao contato que é atingido na medida em que educamos este usuário atendendo as suas necessidades.

Resolver os problemas rapidamente, estar atento ao feedback ou investir em promoções exclusivas, contribui nos processos deste relacionamento, mas além disso, outros planos e estratégias foram mencionados durante o evento, sendo eles fraudes no mobile, desafios atuais no mercado e métodos de análises de tráfegos.

O mercado mobile se expande anualmente e diferentes estudos apontam a crescente demanda que carregam estes sistemas, um modelo apresentado pelo III Fórum, lições do que fazer ou não fazer.

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A relevância dos Apps na Transformação Digital

Basta colocar a mão no bolso, ou na bolsa, para perceber que é tarde demais para voltar atrás e encarar um mundo sem o impacto do digital. O celular, que evoluiu para smartphone e está mais para órgão adjacente do que para gadget tecnológico, é a grande prova de que o que vivemos hoje só tende a ser cada vez mais online, rápido e prático.

E é aí que mora a relevância dos apps na transformação digital: eles, certamente, fazem com que as pessoas entendam mais o potencial de seus telefones, tablets e computadores para a resolução de problemas na “vida real”.

Pensa comigo: quantas vezes você não esqueceu seu celular em casa e sentiu que estava completamente nu na rua? Tem gente que até passa mal só de pensar que vai ficar desconectado durante todo o dia…

Já passou aquele aperto quando a bateria acabou ou a internet falhou e você teve que pegar um táxi fazendo o sinal para que ele parasse – tão antigo que a gente nem lembra direito como faz! – porque não pode acessar seus aplicativos de pedido de carro?

E quando a justiça brasileira resolve tirar momentaneamente o WhatsApp do ar por problemas processuais, é aquele pandemônio: a comoção é tanta que, mais uma vez, tem gente que até passa mal sem saber notícias dos grupos, dos filhos, dos crushes…

Aliás, grupos, comunidades e até a palavra “crush” só começaram a ser realmente relevantes para nossa rotina depois da chegada dos apps na transformação digital. Pra quem viveu os anos 1980 e 1990 e viu a chega do telefone celular, que era praticamente um tijolo com teclas, a diferença é gritante: ninguém, mas ninguém mesmo, tinha a audácia de sofrer por estar off-line. Porque, na realidade, a maioria do mundo não estava conectada, a não ser por fios de telefone, campainhas e caixas dos correios.

Lembrar disso – ou imaginar a cena – dá um desespero, não é? Mas pode ficar tranquilo: como dissemos lá em cima, não dá pra voltar atrás quando o assunto é transformação digital. O que está feito está feito.

Mas, afinal, qual é o papel dos apps na transformação digital?

Em um mundo onde a transformação digital é autoexplicativa, visto que conseguimos ter noção do aparecimento rápido de novas tecnologias e sua imediata necessidade na rotina de muita gente, entender o que os aplicativos tem a ver com isso é só mais um passo rumo ao óbvio.

Vou te explicar: quando você comprou seu primeiro smartphone, se lembrava quais eram suas funcionalidades? Se a resposta for sim, vai saber que a principal delas para que um telefone ganhasse o título de “inteligente”  (smart, em inglês) era a conexão com a internet.

Mas a tela do smartphone não era a tela do computador, e muitos sites não tinham nenhuma preocupação com a experiência do usuário nesse aspecto. Outros, por sua vez, começaram a imaginar se poderiam se transformar em softwares específicos para a mídia “telefone” – e, mais tarde, para a mídia “tablet” – para que as pessoas pudem acessar seu conteúdo de forma mais fácil e rápida.

Surgiu, aí, o conceito de aplicativo.

Os apps na transformação digital tem o poder de criar novas interações entre o homem e sua inseparável máquina portátil. Se antes o telefone servia para ligar, receber ligações e, com sorte, enviar uma mensagem de texto, hoje ele é o casulo onde vivem e se desenvolvem conteúdos para redes sociais, jogos, empresas de produtos e serviços e até gerenciadores de conta de banco e eletricidade de casa.

Empresas que desenvolvem bons apps na transformação digital tem mais chances de conquistar e reter clientes do que aquelas que acreditam apenas em seu site para poder entreter o usuário. Mesmo porque, e isso é bom lembrar sempre, o mobile é uma mídia muito diferente do notebook: os conteúdos, as formas, o funcionamento de qualquer aplicativo ou site para celular ou tablet deve ser completamente dedicado à experiência do usuário nessas plataformas. Senão, um app jamais será baixado, dando espaço para seu concorrente.

É caro fazer um aplicativo?

A chegada dos apps na transformação digital acabou tornando esse tipo de formato mais acessível, mas não devemos nos esquecer de que se trata de um software e, por isso, tem muita ciência da computação envolvida.

O que vai definir o preço de um aplicativo são suas funcionalidades, seu design, a necessidade de espaço em banco de dados e a rapidez com que ele vai processar informações e encontrar uma solução para seus usuários. Um exemplo: se o Uber demorasse meia hora para achar um carro, ninguém o usaria. Quanto mais veloz for a interação entre os apps na transformação digital e os humanos que promoveram essa realidade, mais clientes as empresas donas desses apps vão conquistar.

Para saber mais sobre apps na transformação digital, ou entender como você pode construir e lucrar com seu próprio aplicativo, fale com a gente! Nossa metodologia ágil e equipe especializada podem transformar a sua ideia em um aplicativo útil e querido pelos usuários.

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“Os Aplicativos Estão Morrendo”. Será?

O mercado de aplicativos chegou a um momento em que o mundo se divide em dois tipos de pessoas: as que acham que os apps estão morrendo e as que acham que eles estão se transformando, e ficarão por aqui por um bom tempo.

Mas qual será, realmente, o veredito desse impasse?

É impossível falar sobre o futuro certo dos aplicativos – assim como seria falar de seu surgimento há quinze anos atrás. Não dá, mesmo, para prever, mas dá para se ter uma ideia.

Por exemplo: o mercado de apps para mobile está ficando saturado, são muitas as opções para, às vezes, o mesmo objetivo. Nesse caso, muitos ficarão pelo caminho, mas é possível que os mais originais, funcionais ou queridos sobrevivam.

O Google é uma das empresas que acham que os apps estão morrendo, uma vez que fazer as pessoas usarem um aplicativo é insanamente caro e, na contramão desse gasto todo, apenas um a cada dez mil apps desenvolvidos são lucrativos.

E, muito convenientemente, o próprio Google acredita que tem a solução para esse problema: a empresa criou, recentemente, o que chama de “progressive web apps”, que são aplicativos passíveis de serem utilizados pelo browser de internet, apenas visitando um link.

E, também muito convenientemente, o Google acredita que esses aplicativos progressivos vão eliminar os “aplicativos nativos”. Mas há controvérsias: o Facebook, por exemplo, existiu em formato link desde o princípio, e isso não faz com que a rede social seja o aplicativo mais baixado do mundo…

Tudo bem que trazer o Facebook para a conversa sobre o futuro dos apps é puxar o carro para fora da curva, mas foi só para dar um exemplo de que, mesmo com muitas adversidades, é possível que os aplicativos mobile continuem aí, firmes e fortes, dependendo apenas de sua qualidade e do bom marketing para fisgar o público certo.

Vida longa aos apps – o outro lado da moeda

É indiscutível que o mercado de aplicativos atingiu sua maturação e está ficando super lotado: são inúmeras as opções para baixar, mas pouquíssimos downloads de fato.

Isso acontece porque esse recurso no smartphone não é mais uma novidade, e a sociedade parece já ter se contentado com as opções que tem ao alcance das mãos. Assim, fica cada vez mais difícil para um novo app conquistar seu lugar ao sol.

Difícil, sim, mas não impossível.

Outra gigante da tecnologia, a Apple, acredita que os aplicativos estão longe de morrer, e isso se traduz no esforço salarial que ela tem feito para manter seus desenvolvedores pensando novas oportunidades de mercado através dos apps.

Aliás, a Apple tem muito a comemorar com relação à sua loja de programas no smartphone: a expectativa é que a receita da AppStore cresça para aproximadamente 70 bilhões de dólares.

Além disso, apesar de o mercado já estar maturado, a tecnologia é relativamente nova, o que abre espaço para que muitas empresas e desenvolvedores consigam inovar e mostrar produtos relevantes dentro desse cenário.

A tecnologia, aliás, é a cereja do bolo para que os aplicativos continuem tendo vida longa: apesar de a popularidade dos aplicativos estar oscilando ligeiramente, é inegável que as funcionalidades por trás dos botõezinhos da nossa tela principal estejam em constante desenvolvimento, tornando nossa vida mais fácil e intuitiva.

O que fazer para meu app sobreviver?

Invista. Simples assim: estude o público e suas necessidades, desenvolva bem seu aplicativo e capriche no marketing, pois é essa tríade que vai fazer com que seu aplicativo fique mais para a previsão da Apple do que a previsão do Google.

Se você não se preocupar com como seu programa vai resolver um problema (inclusive de entretenimento) ou desenvolvê-lo de forma pobre e amadora, pode ter certeza: você está entrando em um mercado saturado, que não tem mais lugar para você.

Mas se sua proposta for cuidadosa, bem estruturada e desenvolvida, além de original ou mais simples do que a concorrência, ainda há muito espaço para conseguir usuários e, com sorte, bastante lucratividade.

O tempo passa mas a regra de ouro do marketing continua a mesma: o sucesso depende de entregar o produto certo ao público certo e na hora certa. E, se você vem trabalhando duro para gerar valor ao seu usuário, a hora certa pode ser justamente agora, quando muita gente pensa que esse mercado está em seu leito de morte.

Dúvidas? Conte com a X-Apps.

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X-Apps é um dos finalistas do Hackathon da CIAB

Temos uma novidade muito bacana pra contar a todo mundo que nos acompanha, sabe do comprometimento da X-Apps com boas práticas em inovação e torce pela gente: Somos finalistas do Hackaton da CIAB (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras)!

O Hackaton em questão é uma maratona da Federação Brasileira de Bancos que inclui várias startups focadas no desenvolvimento de novas ferramentas para o mercado bancário. E, nessa última edição, desenvolvemos em apenas dois dias uma solução para Onboarding Digital, Autenticação e Experiência do Cliente.

Ficamos muito felizes com a experiência e reconhecimento do esforço porque acreditamos, mesmo, que essas soluções podem mudar os rumos de como as instituições bancárias se relacionam com seus clientes no Brasil.

O que dizem nossas soluções propostas?

O cliente do mercado financeiro de hoje é um ser digital pleno, acostumado com as facilidades desse novo mundo tecnológico e não vê sentido nas formas tradicionais de Onboarding, principalmente quando temos o uso excessivo de papel.

Esse tema, então, é focado na melhoria de interfaces de Onboarding de clientes, onde prezamos pela experiência ágil, fácil e intuitiva, desde a abertura de uma conta corrente à contratação de demais produtos financeiros.

Também nos preocupamos em mostrar uma saída para a Segurança Digital e Detecção de Fraudes, uma vez que o meio digital apresenta diversos desafios de segurança, onde tanto o cliente quanto a instituição precisam de cuidados extras frente às várias ameaças que aparecem todos os dias.

Explorar novas formas e soluções de segurança para esse mundo não é só o mote desse tema mas, também, a grande preocupação das novas tecnologias. Elas precisam entregar produtos viáveis e simples, porém bastante seguros para as duas pontas desse relacionamento, que são bancos e clientes.

Para a Interface de Inteligência Artificial e Soluções Cognitivas para Transações Financeiras, entendemos que as novas interfaces digitais são tidas como a próxima revolução do mercado financeiro.

Desde os chatbots até outras plataformas cognitivas que vemos chegar às nossas mãos, o futuro está resguardado nas interações entre o homem e a máquina, indo muito além do teclado do computador e do celular. Convidamos os organizadores do evento a pensar, conosco, em como serão essas interações – e torná-las cada vez mais interessantes.

Outro aprendizado desse hackathon foi sobre Insights Financeiros através de Big Data e Analytics: Como somos seres digitais, geramos cada vez mais dados e inputs que podem produzir preciosas reflexões para a tomada de decisão.

Usar esse poder de análise para auxiliar os clientes a encontrar as melhores ofertas financeiras – e, os bancos, a melhor precificar e direcionar seus produtos – é um desafio que também pretendemos assumir com muito entusiasmo.

UX-Match

Das inúmeras ideias que tivemos acerca dos temas propostos por nossa equipe de desenvolvimento, surgimos com o UX-Match, um software de licença SaaS que tem o objetivo de validar documentos de identidade de forma simples, segura e automática.

Hoje, a adesão atual é complexa e, assim, os clientes desistem de contratar produtos das agências bancárias. Com uma rede de validação mais rápida e precisa, além de segura, para evitar fraudes, a autorização por um produto ou serviço bancário poderia sair em minutos, sem a menor necessidade de um telefonema ou ida à agência.

Além disso, o UX-Match tem a vantagem de ser 100% automatizado, contrapondo o processo de validação por pessoas, que custa bem caro e pode ser muito lento.

Em um primeiro momento, muitos acham que esse processo já é completamente automático nas fintechs, uma vez que muitas permitem que o cliente tire uma foto de seus documentos por meio de aplicativos. Porém, é comum que no back-office o processo seja manual. Em outras palavras, os documentos enviados são validados por humanos, e não de forma online, o que leva tempo para ser feito.

Um exemplo disso é o Banco Original, que mostra aos clientes que é um banco digital – utilizando em seu back- office aproximandamente 105 pessoas para validar documentos de forma manual.

A proposta da X-Apps com o UX-Match é automatizar esse processo, aprovando validações que levavam até trinta dias para serem processadas… em menos de um minuto.

Para que isso funcione, não pedimos o preenchimento de dados como nome e RG, pois conseguimos extrair essas informações das fotos dos documentos. Solicitamos, apenas, uma foto do documento em frente e verso, além de uma selfie – que vai validar se a foto do RG bate com o rosto do solicitante.

Essa verificação é feita com as APIS da Amazon Web Service, pois segundo esse fornecedor a validação automática é mais precisa, segura e menos suscetível a erros que uma validação humana.

Com o cliente reconhecido, o back-office tem todas as informações importantes a mão para tomar uma decisão final.

E se alguém quiser burlar o sistema? Fácil: Se não houver o match da selfie com o documento, nada feito. O sistema barra a fraude automaticamente.

Também é possível utilizar essa tecnologia para validar transferências bancarias acima do limite pré-cadastrado, por exemplo, já que o banco pode pedir uma selfie e o documento para autorizar a transação.

Como diria aquela frase dos anos 90, “não é feitiçaria, é tecnologia”: Isso pode ser feito através de processamento e visão computacional. Adeus filas de espera, o processo é todo é feito todo online.

Quem fez?

Ter o UX-Match como finalista da Hackathon da CIAB foi inspirador e motivador para nossa equipe, por isso alguns nomes devem ser citados aqui: Sem o Sérgio, o Tiago, o Guilherme e o Diego, nada disso teria sido possível. Obrigado, pessoal!

E se você quiser ficar por dentro dos próximos passos dessa aventura, não deixe de nos acompanhar no nosso site, no blog e nas redes sociais. Queremos sempre fazer o melhor para você, e teremos o maior prazer da sua companhia durante esse processo!

X-Apps é um dos finalistas do Hackathon da CIAB
CIAB x-apps
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O que aprendemos no CA World 2017?

Dizem que o que acontece em Vegas fica em Vegas, mas estamos prestes a quebrar essa regra por um bom motivo. É que estivemos no CA World 2017, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, que rolou entre os dias 13 e 17 de novembro em Las Vegas.

Definitivamente não aprendemos como ganhar nas máquinas de moedas e muito menos conseguimos contar as cartas pra tirar uma graninha do 21, mas reunimos por lá diversos aprendizados com pessoas que, além de promover inovações incríveis mundo afora, levaram boas dicas para quem quer ficar bem na fita sem ter que contar com a sorte.

Compartilharam conhecimento por lá pessoas como Mike Gregoire, CEO, Otto Berkes, CTO, e Ayman Sayed, CPO, todas da CA, empresa de tecnologia realizadora do evento e avaliada em mais de 4 bilhões de dólares.

Antes de começar a falar de tudo o que aprendemos por lá a gente que te dizer que, se você gostar de tecnologia, desenvolvimento de aplicativos e futuro, é uma boa pedida reservar sua vaga para o CA World 2018, que será em Miami.

Como, além desses temas, também curtimos uma boa praia, é bem provável que a gente se encontre por lá! 😉

As principais tendências tecnológicas que tiramos do CA World 2017

Aprendemos no CA World 2017 que os itens dessa lista precisam fazer parte do seu desenvolvimento de aplicativos para que eles possam ter chance no mercado. Listamos as principais tendências de cada um para os próximos anos.

  1. Automação de Testes

Projetos digitais precisam ser testados e, se não puderem ser feitos de forma manual, essa etapa pode ser completamente automatizada. Existem novas ferramentas chegando no mercado que permitem um maior número de testes, desde o MVP até as atualizações para um produto já consolidado, e contar com elas significa maior eficiência no processo de validação.

  1. Integração Contínua

Não é mais possível lançar bons apps sem apostar na integração contínua, que é uma prática de desenvolvimento onde as alterações de código de um programa são colocadas, juntas, em um repositório central. Assim, fica mais fácil rastrear informações e executar testes, seja durante a criação ou lançamento de um app.

Aprendemos no CA World 2017 que é através dessa solução que os softwares podem obter mais qualidade, pois os bugs podem ser investigados com rapidez por qualquer pessoa que faça parte do projeto.

  1. Agile (metodologias ágeis)

Da mesma forma, participar do CA World 2017 nos mostrou que nós, da X-Apps, estamos no caminho certo para desenvolver cases e entregar melhores resultados através do uso de metodologias ágeis durante o processo.

Dispor da cultura Agile significa organizar melhor as etapas de um desenvolvimento entre as equipes envolvidas, cumprir prazos, respeitar orçamentos e entregar um produto final de maior valor agregado para o cliente.

  1. DevOps

É melhor todo mundo ficar de olho em DevOps, porque esse modelo pode ser a chave do sucesso. DevOps são, basicamente, a junção de filosofias e culturas de desenvolvimento de novas tecnologias em ferramentas capazes de fazer com que a empresa distribua seus aplicativos em alta qualidade e de maneira escalável.

A velocidade com que ocorre é o ponto central das DevOps, que acaba integrando as equipes de desenvolvimento e promovendo um ambiente com mais compartilhamento de informações e ideias e, consequentemente, menos erros ou problemas de escopo.

  1. DevSecOps

Vimos no CA World 2017 que DevSecOps também são uma tendência a se ficar de olho a partir de agora, ainda mais em um mundo onde vários aplicativos surgem a cada segundo e lidam com dados críticos do cliente final, como senhas de banco, endereços residenciais e sigilos financeiro.

As DevSecOps trabalham da mesma forma que as DevOps, mas focadas principalmente nas questões de segurança do desenvolvimento de um aplicativo. Em tempos de fintechs, essa realmente promete ser uma tendência forte.

Gostou da nossa lista de aprendizados sobre o CA World 2017? Esperamos te ver na edição 2018 – e, até lá, estamos à disposição para te ajudar a desenvolver um aplicativo eficaz e pertinente às necessidades do seu cliente final.

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Tendências de aplicativos para ficar de olho em 2018

O mercado dos apps parece ir de vento em popa para quem se esquiva dos modelos saturados e tenta entregar bons resultados ao cliente final. Muitas empresas viram na tecnologia móvel uma forma de melhorar suas vendas e investir em uma frente que, de necessária, passou a ser quase obrigatória.

Antes do ano começar, especialistas apostavam que 2017 bateria o recorde de mais de 250 bilhões de downloads de aplicativos – um número gigantesco se comparado a 2012, quando essas soluções foram baixadas pouco mais de 57 bilhões de vezes.

E, pelo andar da carruagem, com novas versões de smarphones mais robustas e inovadoras sendo lançadas nos últimos meses – e mais empresas enxergando no mundo dos apps uma forma de resolver problemas latentes de seus consumidores – essa realidade não dá nenhum sinal de retrocesso.

Estima-se que, em 2018, uma das razões para continuar apostando em aplicativos é o fortalecimento de marketing e a melhoria do engajamento das pessoas com produtos e serviços ofertados.

Dito isso, veja quais são as principais tendências para ficar de olho em 2018 no que diz respeito aos aplicativos corporativos ou de entretenimento.

1. Mais wearables para todos os gostos

A internet é uma das coisas que já está entre nós, mas virá com tudo em 2018, tomando espaço em diversas indústrias diferentes, como saúde, automobilismo, vendas e automação residencial.

E, se as coisas estão ficando cada vez mais conectadas, porque nós não ficaríamos?

Aplicativos usáveis nas roupas, relógios e óculos, dentre outros acessórios, nos ajudarão a monitorar melhor o resultado dos apps em diversas áreas da nossa vida. Se já conseguimos contar nossos passos e nossa frequência cardíaca em um exercício físico, por exemplo, falta pouco para que os wearables nos mostrem nossas condições com ainda mais riqueza de detalhes.

E essa é apenas uma ilustração do que os “vestíveis”, em tradução direta, podem fazer por nós. O Google já está lançando mecanismos para melhorar a experiência do usuário com a internet das coisas – e, se já chegou a esse ponto, a tendência é de crescimento daqui pra frente.

2. Aplicativos de aceleração

Por falar em Google, a empresa trabalha na entrega perfeita do AMP, ou Accelerated Mobile Pages, que dá ao usuário a possibilidade de acelerar o carregamento de páginas em seus dispositivos mobile.

Além disso, a gigante da informação está potencializando seus mecanismos de busca para os gadgets móveis, e se até o Google vai refinar seu produto desse jeito, as empresas que já tem ou querem desenvolver aplicativos não podem ficar para trás. Mesmo porque isso significa aumentar o nível de SEO de um app que, até ontem, não sabia que poderia se posicionar de forma sustentável nas lojas online.

3. Pagamentos móveis

O crescimento do Nubank e o anúncio de que ele terá contas análogas às bancárias a partir de 2018 é só uma amostra de como as fintechs estão revolucionando a maneira com que lidamos com nosso dinheiro.

Por isso, aguarde uma chuva de novos e potentes aplicativos, principalmente dos grandes bancos, que facilitem o pagamento móvel sem a necessidade de um bankline, ou algo do tipo, para a realização desse feito.

Ganham os usuários, que terão a vida financeira ainda mais facilitada a partir do ano que vem enquanto as instituições brigam pela preferência – e o dinheiro – do cliente final.

4. Apps de realidade virtual e/ou aumentada

Vimos essa tendência chegar com força através dos wearables – como o Oculus Rift. Agora, é hora de ver as realidades aumentadas ou virtuais através de aplicativos “simples”, cujo objetivo vai muito além da gamificação e do entretenimento.

Empresas no mundo inteiro já perceberam os benefícios de se utilizar de realidade aumentada para conquistar o consumidor, como o detalhamento de produtos e serviços, o que ajuda na decisão final de compra, ou o treinamento high-tech dos colaboradores da organização.

Portanto, podemos esperar que ainda mais empresas se utilizem dos apps, a partir do ano que vem, para refinar seus processos corporativos e, assim, melhorar cada vez mais a experiência do cliente final.

Outras possibilidades para 2018 são os apps on-demand, perfeitos para objetivos bem específicos, e aplicativos com base em cloud computing, que aumentam o poder de armazenamento dos clientes finais por gerir seus dados na nuvem.

E, se você não quiser ficar de fora dessas – e outras – tendências do mercado de TI em 2018, conte com a X-Apps para construir, para a sua empresa, o melhor aplicativo que seus clientes poderiam sonhar. Assim, você ganha relevância, valor de mercado e vira referência – precisando investir, para isso, muito menos do que você imagina.

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Innovator’s DNA: Como incentivar a Inovação dentro de sua empresa

Innovator’s DNA é uma expressão cunhada no livro de mesmo nome, escrito pelo professor de estratégia Jeffrey Fyer, pela autoridade em inovação disruptiva Clayton M. Christensen e pelo professor de liderança Hal Gregersen. Na obra, o trio apresenta uma pesquisa aprofundada (que durou cerca de oito anos) sobre o que é Innovator’s DNA e como ele pode ajudar as empresas a competir mais e melhor através da tecnologia e da criatividade.

Entender o perfil de um Innovator’s DNA, ou DNA de Inovador, não é difícil: muitas personalidades já estão nos ensinando esse conceito há muito tempo, como Steve Jobs, Jeff Bezos e Michael Dell – todos eles tendo o Innovator’s DNA correndo no sangue como uma sequência pura de sucesso.

Contudo, é preciso fazer uma distinção entre inovação disruptiva e incremental quando estamos falando do Innovator’s DNA: a disruptiva é aquela que vem para, realmente, modificar mercados inteiros, enquanto a incremental vai aprimorar processos que já existem. Assim, tem o verdadeiro Innovator’s DNA quem persegue a primeira maneira de fazer diferente, pois é a partir dela que todas as outras irão surgir.

Se você está pensando em andar pelo caminho da tecnologia, lembre-se de ter bastante coragem, pois quem tem o Innovator’s DNA vai ter que encarar muitos desafios pela frente – o maior deles, por incrível que pareça, pode ser o status quo. As pessoas não pensam em mudar para melhor porque, muitas vezes, acham que já estão na melhor. Era assim antes do iPhone: um celular com internet já bastava.

Hoje, ninguém mais consegue viver com um telefone se não puder chamá-lo de “smart”, e isso mostra o Innovator’s DNA de Steve Jobs e toda a cultura que essa sequência inovadora criou na Apple.

Dicas para desenvolver o Innovator’s DNA

Se você tem uma equipe com a qual gosta de trabalhar e a quem confia suas melhores ideias, parabéns: você já deu o primeiro passo para ter o Innovator’s DNA correndo, também, nas suas veias.

Mas é importante que você não pare por aí, uma vez que empresas de tecnologia não são apenas força de vontade e boas ideias. Se você não colocar tudo o que pensa e quer em prática, muito provavelmente sua inovação vai acabar virando uma ilusão. Ou, pior: pode ir parar nas mãos de um concorrente que fará alguma coisa com isso.

Não perca a possibilidade de ter seu Innovator’s DNA espalhado para toda a sua equipe. Veja como realizar essa tarefa com as dicas abaixo:

  1. Repense as estratégias do seu negócio, dando propósitos às pessoas que trabalham nele. O principal cargo do CEO não é ostentar a sigla, mas motivar seus liderados a ter a inovação como prioridade profissional.
  2. Não separe trabalho de diversão. Afinal, as duas coisas podem andar juntas. Quem já teve uma ideia inovadora entende que seu Innovator’s DNA pode surgir no meio de uma conversa, de um jogo ou de um momento de lazer. Suprimir isso dos funcionários acaba limando sua produtividade.
  3. Não tenha medo de parecer estranho, porque ideias que nunca foram dadas antes vão parecer estranhas, mesmo. Ela só será esquisita de um jeito chato se não tiver aplicabilidade. Mas, se tiver, não tenha medo dos julgamentos.
  4. Não se esqueça de agradecer o empenho de todos que trabalham na sua empresa, pois para eles também não é fácil ter ideias estranhas e tentar exprimi-las ou aplicá-las. A gratidão é parte primordial do Innovator’s DNA.
  5. Esqueça todos os preconceitos que você tem com sonecas ou longas horas de sono, porque são elas que vão recarregar as suas baterias e as da equipe. A inovação precisa de um cérebro pensante, e ele só cumprirá a tarefa se a pessoa estiver completamente descansada. Se preciso for, crie salas de cochilo na empresa.
  6. Estabeleça mentorias para todos do seu time, principalmente se a intenção for saber quem tem e quem não tem o Innovator’s DNA. Através do acompanhamento de perto de objetivos, metas e ações, todo o time poderá crescer e inovar ainda mais.

E, claro, não se esqueça de dar um feedback contínuo sobre o trabalho dos seus liderados e sempre, sem exceção, estimular um ambiente colaborativo, e não competitivo. Quem tem o Innovator’s DNA precisa sentir que está em um terreno seguro e fértil para divulgar suas ideias.

Não deixe com que as pessoas se sintam acuadas e, assim, percam a oportunidade de desenvolver a próxima grande inovação do mundo.

Innovator’s DNA: Como incentivar a Inovação dentro de sua empresa
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Startups brasileiras: estamos “inovando” ou “copiando”?

Empreender na América Latina não é para amadores, principalmente em termos de Brasil. É tanta burocracia e falta de incentivo que muitos empreendedores acabam desistindo de lançar sua startup antes mesmo de ela existir.

Outros, porém, são inspirados por casos de sucesso gringos e batem o pé para estabelecer seus negócios e seus sonhos, fazendo o mercado de startups latino-americano crescer ainda mais. O problema mora em uma eterna desconfiança, principalmente de veículos internacionais especializados no assunto, de que, por aqui, não há inovação: grande parte das boas empresas é uma cópia do que já deu certo.

Essa é a reflexão que o TechCrunch, um dos maiores blogs de startups do mundo, trouxe recentemente: nesse artigo eles perguntam se os negócios daqui são disruptivos mesmo ou se só colhem os louros de empresas norte-americanas que foram além.

Em um processo que eles chamam de “tropicalização”, eles abordam modelos de negócios que deram certo nos Estados Unidos e que, aparentemente, foram apenas replicados por empreendedores da América do Sul.

Alguns dos exemplos que aparecem ainda no início do texto são o Mercado Livre, que seria uma cópia do eBay, a OLX, que tem uma entrega bastante similar à da famosa Craigslist, e a Desapegar, que pode ser comparada com a pioneira Expedia.

Alguns dos atributos para que eles considerem as startups latino-americanas mais replicadoras do que inovadoras é a similaridade da natureza dos negócios, a monetização e a certeza de que, com business model de sucesso já comprovado, as startups em questão podem atrair mais investimento.

Será que isso é verdade?

Inovação x Cópia

Em alguns momentos do texto, a equipe do TechCrunch afirma que não há nenhum impedimento para que uma startup “cópia” seja considerada inovadora – afinal, mesmo que a inspiração já exista em outra empresa, todas as que tiveram sucesso o conseguiram por adaptar mercados, demandas e formas de comunicação.

Contudo, o título de “disruptivo” não caberia aos nomes citados no início do artigo, uma vez que eles não inventaram o mercado, e sim pegaram uma carona no sucesso dele lá fora.

Nem todas as startups brasileiras ou de outros países da América do Sul estão na mira dessa “investigação por cópias”, mas vale lembrar que muitas delas realmente perdem o tato e o timing devido a características bem pungentes da nossa cultura de empreendedorismo.

Falando especificamente de Brasil, um país onde o sonho de empreender está cada vez mais próximo e latente, muita gente fica ansioso por lançar logo seus produtos e serviços com a certeza absoluta de sucesso e, com isso, se esquece de pontos básicos para alcançar bons resultados – coisa que não ocorre com tanta frequência lá fora.

Enquanto as startups gringas levam algum tempo desenvolvendo MVPs (produtos mínimos viáveis) para testar sua ideia e apostam (no sentido de investem, mesmo) em empresas especializadas para fabricar os softwares que usarão, muitos empreendedores brasileiros não percorrem o mesmo caminho. Além de não testar a ideia inicial, ou gastam muito tempo desenvolvendo o software por conta própria ou não conseguem chegar a um projeto satisfatório ao final do dia.

Esses erros são tão comuns que podem levar as startups a replicar, mesmo que sem maldade, os modelos de negócios que veem lá fora. Afinal, criar um Uber não deve ser tão trabalhoso, certo? Aí, além de se tornarem versões menos famosas do que suas musas inspiradoras, acabam não acertando a mão no que seu público ideal quer ou precisa.

Nem precisa dizer que essa é a receita do fracasso, né?

Afinal, existe inovação na América Latina?

É claro que existe! E muitas empresas daqui estão dando exemplo para o pessoal lá de fora, fazendo com que os outros países queiram, desejem e copiem alguns modelos de negócios que foram desenvolvidos aqui. Um exemplo clássico é o EasyTaxi que, além de ter sido importado para vários países do mundo, inspirou a criação de muitos outros apps de pedidos de táxi no Brasil e no exterior.

Porém, não adianta sofrer ou se ofender com posts como os do TechCrunch quando nosso mercado de inovação ainda é novo e incipiente, se comparado com os Estados Unidos e o norte europeu.

O que podemos fazer para mudar essa realidade é apostar em ideias que sejam cada vez mais “testáveis” antes de serem lançadas e, claro, softwares que estejam à altura dos problemas que pretendem resolver.

Nesse caso, pode contar com a X-Apps para que a sua empresa seja reconhecida e admirada pela originalidade – e por todo seu potencial de se fazer útil ao usuário.

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Por que a maioria das startups no Brasil não dá certo?

Há alguns anos a cultura das startups chegou com tudo: siga seus sonhos, trabalhe duro, encontre o dinheiro, monte o melhor time e transforme seus sonhos em realidade.

Um bom plano, certo?

Mas, a partir daí, algumas coisas começaram a sair da rota do que era planejado. As pessoas começaram a largar seus empregos para seguir seus sonhos, mas aí a coisa começava a desandar: ou elas trabalhavam duro e encontravam o dinheiro, mas não tinham o melhor time. Ou tinham o dinheiro e o time, mas queriam uma vida mais fácil. Ou estavam dispostas a trabalhar bastante e tinham pessoas sensacionais, mas não encontravam quem investisse em suas ideias.

Desse ponto em diante, a cultura das startups começou a não ser mais tão atrativa assim. A tecnologia ainda inspira muita gente a abrir a própria empresa de inovação – ainda bem –, mas isso não quer dizer que elas estejam dando certo. Na verdade, a maioria das startups fecha antes de transformar a ideia em produto ou serviço real, ou vive num carrossel de conseguir investimentos mas nunca conseguem validar seus produtos mínimos viáveis.

E quais são as causas disso?

Tememos chover no molhado, mas a tríade da falta de vontade de se dedicar, a falta de um time competente e a falta de investimento são as grandes razões. Mas ainda há outras, tais como…

… a falta de um modelo de negócios

Ter uma ideia inovadora é o máximo, mas uma ideia não tem valor nenhum se ela não pode ser executada.

Agora, ter um modelo de negócios é um papo totalmente diferente. Isso significa que você não só tem uma ideia como, também, faz ideia de como ela será implementada: qual problema resolve, para qual tipo de público, quanto o produto ou serviço te custa, quanto será seu valor final…

Tudo isso faz com que você entenda, inclusive, se você tem uma solução para um problema real ou se está querendo criar um problema para ver se alguém compra a sua solução. E, acredite: o mundo já tem problemas demais para que a sua seja só mais uma empresa querendo curar uma dor que não existe.

Além disso, o modelo de negócios vai poder provar aos investidores que sua startup tem valor de mercado, e não só por sua marca, mas também por sua capacidade de gerar dinheiro.

Veja, por exemplo, empresas como Instagram e WhatsApp: elas não geram nada de lucro e contam com investimentos enormes para continuar no ar. Mas milhões de pessoas usam, então, por enquanto, tudo certo.

Se uma dessas empresas começar a perder clientes, a chance de que percam investimento e relevância no mercado é imensa. Você não quer isso: você quer uma empresa que gere lucro e gere relevância a seus potenciais investidores mas, principalmente, aos clientes. Mesmo porque Instagram e WhatsApp são grandes exceções à regra – e, muito provavelmente, as únicas.

… o medo da tomada de decisões

Existe um momento na vida de toda startup que ela tem que decidir pela sua própria sobrevivência, e esse momento acontece todos os dias. Se você não está disposto a tomar decisões, sua startup falhará provavelmente no dia 3.

Aqui não estamos falando apenas de escolher uma cor para o design do pitch ou quando será seu próximo teste de produto. Isso também é importante, claro, mas é preciso entender quando contratar alguém ou quando terceirizar um serviço, quando demitir alguém ou quando, simplesmente, parar de trabalhar.

Todas essas decisões são importantes para quem trabalha com inovação, mas uma chama a atenção: se você precisa desenvolver um aplicativo, por exemplo, não pode pedir investimentos para outro fim que não seja desenvolver um aplicativo. E se não houver bons profissionais no mercado dispostos a comprar sua ideia, é hora de partir para a contratação de uma fábrica de software, sem medo de parecer estar tomando a decisão errada.

Mesmo porque, na realidade das startups, o errado é fugir da tomada de decisões.

… não fazer o que deve ser feito para o cliente final

O ponto acima nos leva a outro igualmente sério: quando uma startup não toma decisões, nada é feito. E uma startup não pode, simplesmente, viver de nada. É preciso progredir a cada dia na busca pelo produto ou serviço que irá fazer seu cliente sair satisfeito.

Mais do que os investidores, mais do que seus outros amigos donos de startup, quem tem que ver relevância no que você faz é o seu consumidor final. Por isso, faça tudo o que tiver que ser feito com a intenção de que ele esteja feliz com o que você entrega. Qualquer coisa menor que isso é um trabalho mal feito.

E, aí, não vai ser mais um caso de não merecer um título de startup: é um caso de que ele já não será mais preciso, porque a startup deixará de existir em breve.

Se você já viu esses erros acontecendo com outras startups brasileiras, faça de tudo para não reproduzi-los. Criar uma ideia inovadora não é o grande desafio, e sim sobreviver por mais um dia na mente – e nos gadgets – de quem está disposto a pagar pelo que você pensou.

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Como a metodologia Scrum é usada no desenvolvimento de aplicativos

Programação, desenvolvimento, design, conteúdo são apenas algumas das áreas pelas quais passa o desenvolvimento de um aplicativo. Quanto mais robusto for o projeto, mais pessoas são envolvidas em cada uma dessas etapas, para que a excelência do produto final seja garantida e este seja entregue, com sorte, dentro do prazo.

A metodologia Scrum, baseada em Sprints (ciclos de um projeto), veio para salvar a vida de times ágeis, organizar as etapas de desenvolvimento por áreas e entregar projetos dentro do tempo estimado para sua conclusão.

Através de alinhamentos diários – e reuniões ao final de cada Sprint – é possível acompanhar com clareza o escopo, progresso e possíveis gargalos de produção através de uma premissa básica: um time “B” só começa a trabalhar em uma tarefa quando o time “A” tiver concluído sua parte.

Com o aumento da capacidade de alinhamento entre as equipes, através dessas validações parciais, a entrega fica bem mais rápida. Segundo o próprio criador do método, Jeff Sutherland:

“Scrum é a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”.

Mas, para que a frase de Jeff espelhe o mundo real, é necessária a participação do agente mais importante do processo: o cliente que contrata o desenvolvimento do aplicativo.

Product Owner: o Protagonista

O Scrum trabalha com times ágeis, que são capazes de realizar entregas rápidas… desde que não haja dependência externa.

O cliente é, geralmente, quem mais barra a evolução do trabalho de seus próprios times. Ele tem que estar muito presente em cada etapa do processo para que ajude o escopo a ser entregue no prazo definido, e não o contrário.

Um exemplo prático é o cliente que contrata o time ágil mas “some” na hora de aprovar as etapas do processo. No Scrum, se uma etapa não é aprovada para ser entregue ao time sucessor, o desenvolvimento do produto simplesmente para.

E, com times ágeis parados, a previsibilidade do escopo cai por terra.

O product owner, então, pode ser considerado um dos protagonistas do projeto – e, como tal, tem que chamar a responsabilidade para si. Se não puder fazer parte das daily meetings, as reuniões diárias de alinhamento de cada time, pelo menos deve estar presente nas reuniões de Sprint, que é a passagem de bastão oficial entre um time e outro.

Vantagens e desvantagens da metodologia Scrum no desenvolvimento de aplicativos

A metodologia Scrum trabalha com escopo aberto, o que significa que modificações não previstas podem acontecer no decorrer do desenvolvimento do projeto.

Trabalhar com esse tipo de escopo tem suas vantagens e desvantagens, sendo que as desvantagens podem ser diminuídas gradativamente quanto mais os envolvidos se comprometam com suas entregas.

O principal benefício de adotar o método no desenvolvimento de um aplicativo está nas entregas espaçadas, onde o cliente recebe o produto “um pouco de cada vez” e pode, com isso, ter mais condição de (re)definir as próximas etapas.

Além de poder fazer alterações pontuais, sem esperar o projeto ficar todo pronto para perceber um erro cometido no início do processo, o feedback do cliente ao time vai ser feito com maior agilidade, evitando a confecção de um produto defasado – e possibilitando que alterações e melhorias sejam feitas on-going, ou seja, durante sua produção.

Por outro lado, a grande desvantagem diz muito sobre o que falamos anteriormente: o projeto em Scrum vai sempre depender da aprovação do cliente – e, se ele não aprovar, o progresso fica comprometido.

Pode acontecer, também, de alguma etapa perceber que precisa resolver uma  pendência através da contratação de outros times.

Esse é outro problema que envolveria a aprovação do cliente e, também, uma revisão de custos. Aí mora outra desvantagem do escopo aberto: fica mais difícil ter uma ideia holística do orçamento, já que as funcionalidades, os times, a cadeia de produção como um todo, podem mudar a qualquer momento.

Vale a pena?

Um aplicativo exige processos contínuos de desenvolvimento, uma vez que não acaba com a entrega do produto pronto: como depende de sistemas, melhorias contínuas e fluidez na usabilidade, o app vai ser um “organismo vivo” depois de começar a ser utilizado por outras pessoas.

Ele vai demandar cuidados, monitoramento e resposta rápida a problemas que possam surgir, com o próprio aplicativo ou através de produtos concorrentes.

Isso significa que, muito provavelmente, as pessoas envolvidas em sua confecção continuarão a acompanhá-lo por um bom tempo. E, aí, a metodologia utilizada para continuar gerenciando os times e suas etapas faz uma enorme diferença nas entregas e custos futuros.

Nem sempre o escopo aberto funciona, o que significa que nem sempre o Scrum vai funcionar para todos os aplicativos.

A empresa dona do produto precisa estar preparada para assumir a demanda de aprovações e revisões – e para criar times ágeis capazes de valorizar a entrega final.

Por isso, cada caso deve ser pensado de maneira personalizada, de preferência através da consultoria de especialistas em desenvolver aplicativos através de escopos abertos e fechados. Com essa ajuda externa fica bem mais fácil – e barato – entender a melhor forma de entregar ao mercado um bom aplicativo.

A X-Apps é uma empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos e oferece serviços tanto de escopo fechado quanto de escopo aberto, como o Scrum.

Visite nosso site para agendar uma conversa com um de nossos especialistas hoje mesmo.

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