Melhores Práticas de UX para Aplicativos

Há algum tempo atrás, as decisões sobre o que um site seria se baseavam apenas na beleza e nas tendências de momento para cada setor de negócios. Contudo, essa realidade mudou: os melhores sites são feitos com base na experiência do usuário, ou UX. E os aplicativos seguiram essa tendência.

Atualmente, as melhores práticas de UX para aplicativos podem garantir não só o funcionamento pleno do programa como, também, dão ao app maior força de mercado frente à concorrência. Afinal, não existe nenhum app que não enfrente obstáculos competitivos na preferência do usuário.

Ganha essa batalha quem promover a melhor experiência, e aí mora toda a mágica da UX: em meio a milhares de aplicativos que tem as mesmas funcionalidades, o que faz um usuário decidir pelo seu são as facilidades que ele apresenta frente a todos os outros.

Isso, claro, sem deixar de lado a segurança dos dados e da navegação.

Por outro lado, uma experiência ruim pode fazer com que o usuário saia do aplicativo e não o recomende para amigos – o que é outra forma fácil de perder dinheiro. Para evitar esse problema, capriche na UX, siga as dicas de melhores práticas de UX para aplicativos e lance seu produto ou serviço da forma mais assertiva possível.

Melhores práticas de UX para aplicativos

As reflexões que propomos para o seu aplicativo são, através das dicas abaixo, coisas muito simples de desenvolver – porém, fazem toda a diferença em termos de UX.

Veja abaixo se o seu app tem tudo o que é necessário ou se há alguma frente que ainda pode ser trabalhada.

Tela inicial: é preciso que ela seja extremamente funcional e intuitiva. Lembra daquela expressão que diz “a primeira impressão é a que fica”? Em TI isso é real: você precisa ter uma tela inicial bacana, fácil e que disponha as principais informações de forma bem clara.

A navegação deve ser fluida e corresponder às expectativas dos usuários. Quanto mais fácil for a navegabilidade, melhor.

Navegação sem esforços: se o usuário tiver que parar para pensar em alguma complexidade do seu app, isso significa que ele será abandonado e nunca mais vai ser acessado por aquela pessoa. Tente, ao máximo, deixar a navegação simples.

Isso significa se esquecer de formulários de cadastro quilométricos ou infinitas necessidades de log in. Quanto mais conveniente for a utilização do aplicativo pelo usuário, menos ele irá pensar em abandonar o programa.

Conversão simplificada: seja prático e direto nos itens de conversão do seu aplicativo. Se o usuário encontrar tudo aquilo que estiver buscando em poucos segundos de navegação, você resolve um problemão para ele e acaba ficando com o cliente por muito tempo.

Design responsivo: nem todo mundo vai abrir seu aplicativo só pela tela de um celular específico: é possível que a pessoa mude o modelo do aparelho, tente um tablet ou até mesmo um notebook para acessar sua informação.

E, claro, seu design tem que acompanhar a modificação de todas essas telas, para que não haja uma quebra de estrutura cada vez que um novo dispositivo é acionado a abrir o app. O design responsivo se adapta perfeitamente a qualquer tipo de tela – e é essa a experiência que os usuários buscam em monitores menores do que os de um computador convencional.

Um modelo de boas práticas

Recentemente a X-Apps participou de um hackathon onde apresentou o UX Match, um processo que alia a segurança das melhorias de melhorias práticas de UX para aplicativos ao ganho de produtividade. O UX Match já preenche os dados pro usuário de maneira rápida e, principalmente, segura.

A maioria das empresas trata segurança e experiência como termos exclusivos – ou seja: é um ou é outro. Geralmente quando as pessoas pensam em priorizar a segurança, a experiência é deixada de lado, e o UX Match é um exemplo em que nem sempre é assim.

No UX, desenvolvido pela X-Apps, a validação do usuário é feita por uma selfie, e a tecnologia também permite a implementação de outros tipos de validação. A solução traz a promessa de otimizar o processo de cadastro, principalmente em bancos e fintechs, sem abrir mão da qualidade ou da segurança do app.

Se você ainda não apostou em maneiras mais práticas de prestar seu serviço ou vender seu produto pelo aplicativo, corre que ainda dá tempo. Afinal, tudo o que vai definir se sua empresa fica ou sai do mercado está baseado em como os usuários do seu negócio perceberão a experiência de interagir com ele.

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