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Divida US$ 500 por 25 e o resultado é US$ 20. É o preço do ChatGPT Plus, e é também quanto custa cada unidade de uso no plano que a OpenAI lançou nesta terça, 29 de setembro, no DevDay: o Pro 500, com 25 vezes a franquia do Plus por 25 vezes o preço.
Quem esperava desconto por volume no topo da tabela não vai encontrar. O Pro 500 vende mais unidades pelo mesmo preço de cada uma, e vende velocidade: entre os três níveis do Pro, só ele tem o Ultrafast, um modo que, segundo a OpenAI, gera tokens até 8 vezes mais rápido no Codex. A documentação do Codex diz quanto isso custa: em Ultrafast, cada tarefa desconta da franquia 8 vezes o que descontaria no modo padrão.
No mesmo dia, o plano de US$ 200 voltou a aceitar assinantes, com uma franquia menor. Quem já o assina passa para essa franquia menor em 30 de outubro, pagando o mesmo.
US$ 20 por unidade de uso no Plus, no Pro 100 e no Pro 500
Os três níveis agora se chamam pelo preço: Pro 100, Pro 200 e Pro 500, todos com cobrança só mensal. A OpenAI mede a franquia de cada um, a cota de uso do Codex e do Work, em múltiplos da do Plus, e é com esses múltiplos que dá para fazer a conta que a página de preços não faz.
| Nível | Preço mensal | Franquia, em múltiplos da do Plus | Preço por unidade de uso (1x do Plus) |
|---|---|---|---|
| Plus | US$ 20 | 1x | US$ 20 |
| Pro 100 | US$ 100 | 5x | US$ 20 |
| Pro 200, quem já assina, até 29/10 | US$ 200 | 20x | US$ 10 |
| Pro 200, novas assinaturas e todos a partir de 30/10 | US$ 200 | 10x | US$ 20 |
| Pro 500 | US$ 500 | 25x | US$ 20 |
Preços: central de ajuda e página de preços da OpenAI, 29/09/2026. 25x do Pro 500: resumo oficial do DevDay em inglês e post da OpenAI no X, 29/09. 5x e 10x: Thibault Sottiaux, da OpenAI, no X, 29/09. O artigo em inglês da central de ajuda sobre os níveis do Pro deixou de publicar multiplicadores nesse dia: diz que o Pro 500 tem a maior franquia dos três e que o Pro 200 novo tem franquia menor que a anterior, sem dizer quanto. 20x: o mesmo artigo, versão de 19/09. Preço por unidade: cálculo nosso.
Na tabela, só um nível entregava mais por dólar: o Pro 200, pela metade do preço por unidade. É exatamente ele que muda em 30 de outubro. Com isso, o que diferencia o Pro 500 são duas coisas: o Ultrafast, que no lançamento nenhum outro plano individual da OpenAI tem, e a maior franquia entre esses planos, pelo mesmo preço por unidade que o Plus.
Com US$ 500, o Pro 500 é também o plano individual para programação mais caro entre os que levantamos. O plano individual mais caro da Anthropic é o Claude Max de US$ 200, o do Google é o AI Ultra de US$ 199,99, e o SuperGrok Heavy, da xAI, aparece a US$ 300 na App Store americana, valor mensal segundo a Engadget. Entre fornecedores, só o preço se compara: cada um mede a franquia contra uma base própria.
A conta tem um limite: as páginas oficiais que lemos não dão o tamanho semanal de 1x em mensagens nem em tokens. A do Codex traz, para o Plus, só faixas estimadas de mensagens por janela de 5 horas, que ela mesma diz não serem limite fixo, e pede que ninguém use o preço da API para estimar o que a assinatura inclui. Os múltiplos servem para comparar um nível com outro. Quanto trabalho cabe em cada um, só o medidor de uso de cada pessoa mostra.
O Pro 200 encolhe em 30 de outubro, pelo mesmo preço
O Pro 200 estava fechado para novos assinantes desde 10 de setembro. Thibault Sottiaux, do time do Codex e do ChatGPT na OpenAI, atribuiu a pausa à demanda pelo GPT-6 Astra, lançado no começo do mês, e disse que era o plano que mais pesava nos sistemas.
A reabertura veio com outra régua. A central de ajuda diz que as novas assinaturas têm franquia menor que a oferecida antes, "para refletir modelos cada vez mais eficientes". Quem tinha o Pro 200 ativo na data de corte, ou nos 7 dias anteriores a ela, mantém a franquia antiga até 29 de outubro. Depois disso, passa para a menor, e o preço continua US$ 200. A página não informa qual é a data de corte.
O tamanho da redução não aparece nas páginas oficiais que lemos. Sottiaux publicou no X a escala nova, Plus 1x, Pro 100 5x e Pro 200 10x, contra os 20x que a própria central de ajuda atribuía ao Pro 200 ainda em 19 de setembro. Horas antes, ele tinha descrito a mudança de outro jeito: pela conta dele, o Pro 200 novo equivale a metade do gasto em dólar de API do antigo. O e-mail aos assinantes afetados, conhecido pela cópia que um usuário colou no Reddit, fala em 10x no Work e no Codex a partir de 30 de outubro.
O mesmo e-mail diz que o limite de mensagens do GPT-6 Pro no chat do Pro 200 cai de 200 para 100 por semana a partir de 30 de outubro, número que Engadget e The Next Web repetiram, atribuindo-o à empresa. A tabela com as 200 mensagens estava na central de ajuda em setembro e saiu da página na atualização do dia 29.
Para quem já assina, o e-mail anuncia uma concessão única de 62.500 créditos, que a OpenAI avalia em US$ 2.500, válidos até 31 de dezembro. O The New Stack publicou os mesmos números, atribuídos à empresa. Os termos de crédito da OpenAI limitam o que uma empresa faz com isso: o crédito é intransferível, só vale no serviço em que foi emitido e não é reembolsável. Não dá para juntar numa conta só os créditos de vários desenvolvedores.
A OpenAI tem um argumento para o corte, e ele passa pelos modelos. O e-mail diz que modelos como o GPT-6.1 Sol permitem fazer mais trabalho no Pro do que antes. O Sol foi lançado no mesmo evento e, segundo a empresa, chega perto do Astra por um quinto do preço por token na API. No post da conta da metade, Sottiaux defendeu a mesma tese, com os cortes de preço na API como segundo motivo, e se comprometeu a não trazer de volta o limite de 5 horas nesse plano. No post da escala, ele escreveu ainda que a OpenAI está subindo o piso, que na escala dele é o Plus.
Nossa leitura junta as duas falas dele: se 10 vezes o piso novo valem metade de 20 vezes o piso antigo em gasto de API, o piso ficou do mesmo tamanho em dólar de API, e o aumento prometido é de trabalho entregue por um modelo mais barato, e não de franquia. Quem trabalha quase o tempo todo no Astra sente o corte inteiro, e quem levar parte do trabalho para o Sol sente bem menos.
O que o Ultrafast compra, e quanto ele gasta da cota
No Codex e no Work, o Ultrafast por enquanto só roda o GPT-6 Astra e, fora do Pro 500, só está nas contas Enterprise e Edu elegíveis. A OpenAI anuncia até 300 tokens por segundo no Codex, até 8 vezes a velocidade de geração do Astra no modo padrão. A documentação avisa que o número mede a geração de tokens, e não o tempo de conclusão da tarefa. O tempo que o agente passa rodando testes e ferramentas fica fora dessa conta.
Em Ultrafast, cada tarefa consome a franquia incluída a 8 vezes a tarifa do modo padrão enquanto ela dura. Quando ela acaba, o Ultrafast desconta dos créditos comprados a 6 vezes a tarifa do modo padrão. Para comparar, o modo Fast, a outra opção de velocidade do Codex, consome a franquia a 2,5 vezes a tarifa padrão e os créditos a 2 vezes.
Usado o tempo todo, o Ultrafast faz os 25x do Pro 500 renderem, em Astra, cerca de 3 vezes a franquia do Plus no modo padrão, menos do que o Pro 100 entrega por US$ 100. E como os tokens também saem mais rápido, a cota acaba em menos tempo de relógio, e não só em menos tarefas.
No dia do lançamento, o criador de conteúdo BridgeMind publicou um print do Codex com a cota semanal do Pro 500 zerada e disse que isso levou menos de 30 minutos de Astra Ultrafast, com esforço de raciocínio xhigh, gerando um jogo. É o relato de um usuário numa tarefa pesada, e não uma medição.
O que a velocidade compra é menos espera, e isso interessa no trabalho em que o desenvolvedor fica olhando o agente, esperando a resposta para dar o próximo passo. Em tarefa longa que roda sozinha, na nuvem ou durante a noite, ninguém está esperando, e o Ultrafast vira franquia gasta à toa. Como o modo se escolhe no seletor de modelo, o assinante do Pro 500 pode ligar e desligar conforme a tarefa. O risco é esquecer ligado.
Já vimos, aqui na X-Apps, desenvolvedor com a cota do Codex quase no fim avisar que ia seguir o trabalho na mão, mesmo preferindo o Codex. O custo de uma cota que acaba no meio da entrega não aparece em fatura nenhuma, e o Ultrafast ligado sem necessidade antecipa esse momento.
Quando o Pro 500 é a escolha errada, e quando não é
Tarefa longa que roda sozinha. Aqui o Ultrafast não entra, e, pela escala de Sottiaux, a unidade de uso custa o mesmo no Pro 200 novo e no Pro 100. O caminho é assinar o volume que a pessoa usa de fato e pagar o excedente em crédito avulso, que na App Store americana sai a US$ 0,04 por crédito e, no Astra, reproduz o preço de lista da API: US$ 50 por milhão de tokens de saída. O Pro 500 só entra nessa conta para quem precisa de mais volume do que o Pro 200 novo entrega.
Consumo na média. A própria OpenAI publica, na tabela de créditos do Business e do Enterprise, que o Codex custa em média de US$ 100 a US$ 200 por desenvolvedor por mês. O Pro 500 custa de 2,5 a 5 vezes isso por pessoa. Ele faz sentido para quem está muito acima da média: o desenvolvedor que passa o dia em ciclo interativo com o agente, estoura a cota e perde tempo esperando resposta. Contra o Pro 200 que vale a partir de 30 de outubro, pela escala de Sottiaux, franquia e preço sobem na mesma proporção, e o Pro 500 ainda dá a opção de trocar cota por velocidade quando a espera custar mais que a cota. Quem ainda está na franquia antiga, até 29 de outubro, recebe no Pro 500 25% a mais de franquia por 2,5 vezes o preço.
Código de cliente na conta. O Pro é plano individual. Para os serviços individuais, a OpenAI diz que pode usar o conteúdo para treinar modelos, com um opt-out que cada pessoa liga na própria conta, e o Codex tem uma segunda chave, separada, para ambientes inteiros. O Pro também não tem console de administração nem login único corporativo. No Business, ao contrário, a OpenAI não treina com os dados por padrão. O assento Premium custa US$ 125 por mês no plano mensal ou US$ 100 por mês no anual e tem 5 vezes a franquia do assento padrão. Não tem Ultrafast no lançamento, e a contratação pelo site não aceita pagamento por fatura. Já tivemos cliente, com software na área de saúde, que não queria o próprio código passando por versão gratuita de assistente, e o Pro, mesmo pago, segue a regra de treino dos planos individuais. Os órgãos públicos que nos pediram licença queriam ChatGPT Business ou Claude Team, e pediam faturamento no Brasil.
Rateio. Dividir um Pro 500 pelo time não baixa o preço por unidade, que é o mesmo do Pro 100. E os termos da OpenAI proíbem compartilhar credencial ou disponibilizar a conta a outra pessoa, proibição que a central de ajuda do Pro repete.
Fora a cota e a velocidade, a ficha dos três níveis é quase igual
No card do nível de US$ 500, que capturamos logados nesta terça, aparecem "memória máxima e 100 GB de armazenamento" e "acesso antecipado a novas ferramentas e modelos". Nenhum dos dois itens está no anúncio do DevDay, e o card público do Pro, que vale para os três níveis, fala em memória e contexto máximos, sem número.
O rodapé do mesmo card promete "uso ilimitado sujeito a medidas de proteção contra abusos". Na tabela pública de planos, o ilimitado do Pro vem com asterisco, e a nota diz que ele se refere aos limites do chat. No Codex e no Work, o Pro 500 tem franquia semanal, e quando ela acaba o uso passa para créditos, como em qualquer nível.
Nos três níveis, o Codex na nuvem sai da franquia normal, sem cobrança separada de máquina no lançamento, e os planos Pro seguem sem o limite de 5 horas no Codex. E há uma novidade que mexe na cota do Plus e dos três níveis do Pro: 16 apps parceiros, entre eles Devin, Notion e Vercel, agora podem usar a franquia do ChatGPT, em prévia e com limite configurável por app.
Em reais, a App Store lista preço abaixo do cartão em dólar
Pela web, não encontramos o preço do Pro 500 em reais. Na nossa conta, logada no Brasil, o card mostra US$ 500, e a página pública em português mostra só "De R$ 525" no card do Pro, que é o preço do nível de 100. A central de ajuda, num texto de 28 de setembro, anterior ao nível de 500, diz que a OpenAI cobra em real e aceita Pix no Pro, e que assinatura ativa continua na moeda em que foi feita.
A App Store lista em reais três itens do Pro: "Pro 5x", "Pro 200" e "Pro - Max Usage", este último a US$ 500 na loja americana, o preço do Pro 500. Para o Pro 500, a OpenAI diz que no lançamento a assinatura sai pelo ChatGPT na web, e o item de R$ 2.599,90 aparece na loja brasileira sem confirmação de que a compra pelo app esteja liberada. Pago em dólar no cartão internacional, cada nível sai mais caro que o preço da loja.
| Nível | App Store Brasil | Cartão em dólar, piso: PTAX com IOF de 3,5% |
|---|---|---|
| Pro 100 | R$ 524,90 | R$ 540,31 |
| Pro 200 | R$ 999,90 | R$ 1.080,62 |
| Pro 500 | R$ 2.599,90 | R$ 2.701,56 |
App Store Brasil, 29/09/2026. A loja não informa a periodicidade nem se o preço embute imposto. Na App Store americana, os mesmos três itens custam US$ 100, US$ 200 e US$ 500, os valores da mensalidade na web. PTAX de venda de fechamento de 29/09: R$ 5,2204 (Banco Central). IOF de 3,5% sobre compra internacional, alíquota em vigor por liminar do STF que ainda não passou pelo Plenário. Conta nossa.
A coluna do cartão é um piso. Os cinco emissores que consultamos aplicavam, em 28 e 29 de setembro, de R$ 5,42 a R$ 5,52 por dólar antes do IOF, o que põe o Pro 500 entre R$ 2.805 e R$ 2.857 por mês.
Para empresa, o canal importa além do preço. Compra pelo app é gerida pela Apple, inclusive o reembolso. E a PJ que paga serviço do exterior tem uma questão tributária em aberto: em soluções de consulta diferentes, a Receita já tratou software em nuvem como serviço técnico, com IRRF e CIDE, e licença de uso como royalty, sem CIDE, e nenhuma das duas fala de assinatura de IA. É pergunta para o contador antes de escolher o canal.
Antes de 30 de outubro, leia o medidor
A decisão que cabe nesta semana é pedir a cada pessoa que tem Pro 200 que abra o próprio medidor de uso, no painel de uso do Codex ou com /status no Codex CLI, e anote quanto da cota semanal já gastou perto de cada renovação até 29 de outubro. O medidor mostra a semana corrente e a hora da renovação, e o Pro não tem console para o gestor ver o de todos, então o registro começa agora.
Pela escala de Sottiaux e pela conta dele da metade do gasto em API, quem chega à renovação com mais de 50% da cota gasta bate no teto a partir de 30 de outubro fazendo o mesmo trabalho no mesmo modelo. Para essa pessoa, a escolha é entre o Pro 500, crédito avulso ou levar parte do trabalho para o GPT-6.1 Sol, que rende mais mensagens por cota na própria tabela do Codex. Para quem já assinava, o e-mail da OpenAI promete os 62.500 créditos válidos até 31 de dezembro. Antes de trocar de plano, conte com eles: podem cobrir parte do excedente de novembro e dezembro enquanto o medidor mostra o consumo na franquia nova.
Quem fica entre 25% e 50% continua cabendo no Pro 200 novo, e quem fica abaixo de 25% cabe no Pro 100, pela mesma escala. Se essa pessoa mexe em código de cliente, a comparação é com o assento Premium do Business, pelos mesmos US$ 100 por mês no plano anual e com o mínimo de 2 assentos.
Do seu time com Pro 200, quem chega à renovação semanal do Codex com mais da metade da cota gasta?
Fontes e método
- OpenAI, resumo do DevDay 2026 em inglês e posts da conta @OpenAI no X, 29/09/2026: Pro 500 a US$ 500, 25x a franquia do Plus, Ultrafast a até 300 tokens por segundo e até 8x no Codex, 16 apps parceiros. Fonte primária; velocidade é declaração do fabricante.
- OpenAI, central de ajuda (níveis do Pro, notas de versão, uso do Codex no plano, dados e treino, cobrança em várias moedas, ChatGPT Business, tabela de créditos) e documentação do Codex (preços e velocidade), consultadas em 29/09/2026: preços, regra do Pro 200 até 29/10, venda do Pro 500 pela web no lançamento, consumo do Ultrafast a 8x e dos créditos a 6x, ausência de limite de 5 horas nos Pro, média de US$ 100 a US$ 200 por desenvolvedor. Versões anteriores da central de ajuda, pelo Internet Archive, para os 5x e 20x de antes do DevDay e para as 200 mensagens semanais.
- Thibault Sottiaux, da OpenAI, no X, 9 e 10/09/2026 (demanda pelo Astra e pausa do Pro 200) e 29/09/2026 (escala de 1x, 5x e 10x, "metade do gasto em API", o aumento do piso e o compromisso sobre o limite de 5 horas). Declaração de executivo; nas páginas oficiais que lemos em 29/09/2026, nenhuma traz o 10x nem a conta da metade.
- E-mail da OpenAI aos assinantes do Pro 200, conhecido pela cópia colada por um usuário no Reddit, 29/09/2026: 10x a partir de 30/10, 100 mensagens semanais de GPT-6 Pro, 62.500 créditos até 31/12/2026 e o argumento do GPT-6.1 Sol. The New Stack, Engadget e The Next Web, 29/09/2026, com os mesmos números atribuídos à empresa. Uma origem só.
- OpenAI, termos de créditos de serviço e termos de uso, consultados em 29/09/2026.
- App Store do Brasil e dos Estados Unidos, 29/09/2026: preços em reais e crédito avulso a US$ 0,04. Card do nível de 500 logado no Brasil: captura nossa, 29/09/2026.
- Banco Central, PTAX de 29/09/2026 e taxas de conversão publicadas pelos emissores de cartão; Decreto 6.306/2007, art. 15-B, na redação do Decreto 12.499/2025; STF, ADC 96 e ADI 7827; Receita Federal, Soluções de Consulta Cosit 191/2017 e 107/2023.
- Anthropic, Google e App Store dos Estados Unidos, consultados em 29/09/2026, para os planos concorrentes; Engadget, 15/05/2026, para a cobrança mensal do SuperGrok Heavy.
- BridgeMind, print publicado no X e reproduzido no Reddit, 29/09/2026. Relato de usuário.
Preço por unidade de uso, conversões em reais, trabalho equivalente no Ultrafast, as razões de preço e franquia entre os níveis e contra a média de US$ 100 a US$ 200, a conta do piso a partir da escala e da metade de Sottiaux e os limiares de 25% e 50% da cota são cálculo nosso sobre os valores acima. Preços e franquias valem para setembro de 2026.