O que é Front-end e Back-end?

Quando se trata de desenvolvimento e programação, são usados os seguintes termos: Front-End e Back-End. Apesar das diferenças, esses termos se complementam e são usados constantemente no universo de programação.

Front-End

O desenvolvedor fron-end é responsável por criar a interface de aplicações que interagem diretamente com o usuário e, com a participação do design proporcionam a melhor experiência ao usuário. O Front-End é a primeira camada na qual nos deparamos em um software com a finalidade de nos transmitir informações visuais. 

As informações fornecidas pelo Front-End, estão presente em todas as plataforma que costumamos acessar, desde um portal de notícias com grandes reportagens em vídeos, textos, até sites de e-commerce com formulários de cadastro para contato e botões de pesquisa, criados a partir dados contidos no Back-End.

Desde o Upload ao download, as programações em Front-End permitem que diversas atividades sejam feitas online, personalizando a experiência do usuário de acordo com o negócio.

Há diversas linguagens que atuam com formatos visuais, podemos destacar o Angular, .Net e Swift, possuem diferentes funcionalidades com o mesmo objetivo quando mencionamos o Front-End.

Banck-End

O profissional com expertise no Back-End tem a responsabilidade de desenvolver a camada interna do sistema, toda codificação envolvendo banco de dados, execução das funcionalidades do site e processamento dos dados obtidos do Front-End. 

Por “trás” do sistema, se encontra a programação do Back-End e o usuário final não tem acesso a esse código, pois ele roda no servidor que a aplicação está hospedada e, no momento que o usuário acessa ao sistema e solicita por uma “informação”, a linguagem empregada pelo desenvolvedor interpreta a mensagem e envia ao navegador.

Nesse segmento é necessário o rigor e preocupação com os dados, pois todos os códigos constituem o sistema, ordenam a performance e para que esse processo se mantenha em segurança, tratando-se de uma ação sensível e maior valor.Para compor essa classe, interpretadores como Node.Js, .Net, PHP e Java Script, operam para migrar as informações do lado do cliente para os servidores.

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O que aprendemos no Insurance Day?

No dia 8 de agosto, marcamos presença no Insurance Day, um dia de aprendizado e imersão aos profissionais que atuam na área de seguros, com objetivo de apresentar ao público um olhar para o futuro e todas mudanças que estão por vir.

Durante a conferência, organizada pela Startse, em São Paulo, especialistas de diversos nichos do seguro apontaram alternativas transformadoras, como exemplo:

  • Fim da burocracia – Visitas às seguradoras, conversas com atendentes e papeladas;
  • Inteligência Artificial – Redução de custos operacionais e melhor experiência para os usuários;
  • Contratação 100% digital – Contratação e cancelamento de seguros por meio de aplicativos próprios;
  • Personalização será o fator-chave – Com os novos algoritmos de análise de comportamento, as seguradoras poderão personalizar os planos oferecidos para o perfil ideal de cada consumidor;

São esses os principais aspectos e ferramentas que implementados podem mudar o seu negócio, com as maiores tendências e previsões do futuro, aplicados durante o Insurance Day, um dia inteiro de networking intensivo e grande imersão ao destino do setor.

No Insurance Day, foi apresentado como encontrar o equilíbrio entre os processos convencionais e a nova cultura do ecossistema dos corretores, uma palestra mediada por Fabio Dragone, diretor do Bradesco Seguros. Segundo Fabio, este é o maior desafio para manter o foco na referência da empresa e adequá-la aos diferentes negócios e mais modernos. Este equilíbrio citado foi realizado no Bradesco, contando com o apoio do InovaBra, programa de aceleração de startups.

Portanto, a transformação da empresa ocorre a partir de quatro importantes processos, sendo eles:

  • Repensar nos processos;
  • Adequar controles;
  • Equilibrar prazos;
  • Treinar habilidades;

Construir essas etapas torna a operação da empresa mais eficiente. Além disso, neste processo surge a necessidade de trazer novos conhecimentos para nutrir a equipe. Contudo, requer investimentos em novas tecnologias, planos mais abrangentes e mindset. Dessa forma, entende-se a importância de aderir um método para aceleração nas empresas como uma nova prática.

 

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O que aprendemos no Varejotech Conference?

 varejotech

Na última quarta-feira (07), participamos do Varejotech Conference, o evento destinado ao segmento do varejo e profissionais diretamente ligados a operações, estratégias, vendas, relacionamento com os clientes, executivos, empresários e investidores do setor de comércio.

O evento criado pela empresa Startse tem o objetivo de potencializar o setor do varejo, seja para empresas físicas ou virtuais, com infinitas possibilidades, desde aprendizados para pessoas interessadas na evolução e transformação do futuro, por meio de networking e oportunidades para entrar no mercado exponencial do comércio.

Ao longo do dia, diferentes experiências são expostas no palco do evento com a implementação das tecnologias já disponíveis e principalmente, com as tecnologias futuras que dominarão o mercado aproximando os micros negócios da concorrência, tornando a concorrência quase irrelevante.

Provocações e novidades para o setor criadas na China e Vale do Silício tornaram as experiências pautadas no evento ainda mais importantes quando aplicadas no setor do varejo, baseadas nas estratégias de vendas e marketing com o propósito de alavancar o setor e seu faturamento acelerado.

Durante o evento

Na palestra “Bora vender” mediada por Alfredo Soares, especialista em assuntos como e-commerce e vendas o empreendedor que começou vendendo cartões de visita e hoje transaciona 1 bilhão em vendas pela internet. Veja algumas dicas valiosas citadas durante apresentação:

A apresentação baseada em seu livro, descreve a jornada de Alfredo como empreendedor e além disso, revela técnicas que fizeram toda diferença no seu negócio:

 Foco

 Ter foco é o grande segredo do negócio. O foco é importante desde as vendas, a gestão do negócio, soluções que a sua empresa oferece e, principalmente, o foco no  cliente, que significa atender necessidades e superar expectativas, proporcionando relacionamentos contínuos e fidelização com a empresa. 

Clareza

Quando se trata de clareza no objetivo, quer dizer a maior quantidade de detalhes possíveis, uma visão para o futuro mesmo que seja para pequenas situações. Para ter clareza, é necessário ter métricas definidas, ou não chegará atingir o objetivo.

Equipe

Seja qual for o seu segmento, invista em pessoas. Através de treinamentos para capacitações profissionais, será possível reconhecer a evolução de sua equipe e fará diferença no seu negócio. 

Cultura

Como é possível construir cultura em uma empresa

  • Tenha em seu time pessoas com ideias diferentes e propósitos;
  • Alinhamento de interesses dos profissionais com o mesmo objetivo do seu negócio;
  • Equipe engajada ao crescimento pessoal e profissional dentro da organização conduzido pela gestão de transparência;

A era do intangível

Vivemos conectados no ambiente digital e quando tratamos da expansão de empresas não está diretamente relacionado a locação de imóveis ou preocupação com um bom ponto de referência. Na era do intangível, os resultados para as empresas podem ser investidos em Google Ads, Facebook Ads ou, até mesmo, influenciadores. 

Portanto, ao decorrer dos dias, quando as vendas triplicarem pergunte a si mesmo: “Será que eu já explorei todo ambiente digital?” Quando você fizer essa pergunta estará no caminho certo, afinal, investir no ambiente digital é a maior expansão para qualquer segmento.

Não seja o único do seu mercado, seja o único para o seu cliente e personalize o seu atendimento: e aproxime o seu cliente da compra:

  • O marketing atual: atenção, atração, nutrição, conversão e retenção;
  • Crie novos canais de venda: aproxime o seu cliente da compra;
  • Transforme seu cliente em mídia: não trabalhe com descontos, entregue brindes;

Omnichannel

A nova experiência de consumo Omnichannel está interligada aos diferentes canais de comunicação das empresas, com objetivo de aprimorar a experiência de usuário.O Omnichannel integra lojas físicas, virtuais e compradores, com entregas em menor tempo, troca fácil e retirada em loja, suprindo a necessidade do cliente. Crie a sua própria estratégia de vendas e ofereça a melhor experiência de compra ao usuário.

 

 

 

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O que aprendemos no MAMA São Paulo 2019?

MAMA

Nesta terça-feira (06), a AppsFlyer’s MAMA volta para São Paulo e reúne os melhores representantes do universo mobile para discutir sobre as principais tendências do mercado.

Para celebrar esse evento diversos painéis foram apresentados e muitas experiências foram transmitidas com o objetivo de ressignificar o desempenho das estratégias do marketing atual.

O evento conecta diferentes combinações valiosas, muito além das experiências narradas pelos profissionais que passaram pelo palco do evento, é proposto oportunidades de networking, insights, sessões interativas, desafios e as novas possibilidades do mundo real. 

A nova tendência 

 Influencers as a strategy of perfomance marketing

O tema abordado por Ludmilla Veloso da Meitu, é uma das principais tendências quando o assunto é marketing digital e engajamento. 

Nesse cenário, o marketing de influência é a estratégia mais eficiente e relevante. Costumamos confiar nas pessoas mais próximas de nós e assistir vídeos ou receber indicações sobre determinado produto atinge pessoas ao seu redor, assim o alcance de novas possibilidades é oferecido às empresas como um orçamento controlado. Apostar em pequenos, médios ou grande influencers consiste em engajar pessoas no ambiente online, engana-se, porém, quem pensa que apenas celebridades podem exercer esse papel ou apenas grandes marcas. 

Muitas vezes somos impactados rapidamente através das experiências de outras pessoas e que sequer são famosas. A diferença está na simplicidade e leveza que o assunto é abordado, a principal ideia é influenciar o consumidor de forma natural, deixando sempre em evidência que é uma ação comercial.

Há agências especializadas em facilitar o relacionamento entre empresas e influencers, com o objetivo centrado na delimitação da ação promovendo resultados efetivos e alinhamentos de estratégias. 

Looking at The Right Metrics, Lessons to Improve Performance 

No evento, aprendemos também algumas métricas assertivas para mensurar todo investimento necessário aplicado no Marketing e os esforços necessários para obter o melhor engajamento com a Bruna Amaya do Hotel Urbano.

O engajamento está relacionado ao interesse do público, envolvimento, interação e intimidade e influência. Esse tipo de métrica vai além de likes ou número de seguidores nas redes sociais.

Criar um conteúdo de qualidade é fundamental para todos segmentos, mas não é só isso, o engajamento está ligado com a distribuição do conteúdo e ao posicionamento da marca. Atualmente, como é o posicionamento de sua marca? Está é uma pergunta daquelas que precisamos responder de forma positiva e, se for ao contrário atente-se.

Comece de maneira simples e fácil, existe um trabalho simples para iniciar este processo, dê a importância devida ao atendimento de sua empresa e busque melhorias. Posicione sua marca aos diálogos, responda comentários, indique soluções, essas são apenas algumas dicas para alcançar o topo.

As campanhas podem atingir bons resultados de várias formas, somente um estudo de público pode dizer o que é relevante a cada nicho, para gerar engajamento e, assim, conversão.

Além das apresentações, o ambiente agradável ofereceu a troca de conhecimento entre os speakers do evento e o público, tratando-se de negócios, soluções e experiências direcionadas ao mercado do marketing mobile.

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O que aprendemos no Agrotech Conference?

agrotech

O evento

O agronegócio tem sido um dos grandes condutores da economia brasileira, com aumento de 23,5% nos últimos 13 anos e para manter o ritmo de crescimento é preciso entender os avanços positivos e tecnológicos que tem disparado no mercado. Por isso, no dia 24 junho, participamos de mais um evento, o Agrotech Conference, um evento dedicado ao mercado do agronegócio. 

O Agrotech Conference é um evento para profissionais, executivos, empresários, agricultores e investidores do agronegócio, uma oportunidade para revolucionar este segmento.

O setor agrícola tem assumindo posição de destaque no debate econômico, movimentando as pautas no Brasil com números significativos e no evento, diferentes soluções ao setor pecuário foram apresentadas. Diante de tantos avanços tecnológicos, existe a possibilidade do setor agro identificar novas formas para se reinventar?  

O novo cenário do Agronegócio

No evento, uma startup especializada na pulverização agrícola, apresentou um método para entrega de resultados que controlam pragas e doenças hospedadas na plantação, uma função desempenhada por drones em locais que veículos não vão. O projeto criado por meio de pesquisas e desenvolvimentos próprios, identifica pragas com a drones, entrega relatórios com fotos ao agricultor e com  aeronave quimíca percorre a área infestada com o objetivo de jatear o local, eliminando pragas.

O voo desse procedimento é aproximado em 30 minutos, não compromete o solo e elimina o contato dos trabalhadores rurais com produtos químicos prejudiciais à saúde. Além disso, toda operação é feita por meio de energia renovável, eliminando a possibilidade de qualquer processo artificial e contribuindo para o meio ambiente.

Para facilitar o trabalho na fazenda, métodos de pesagem de gados foram desenvolvidos. O principal intuito do projeto é minimizar o estresse da boiada, evitar a perda de peso até o local de pesagem e simplificar o trabalho de fazendeiros. Fixando a câmera no solo e configurando o método de pesagem, o método será ativado e armazenará mais de mil fotos enviadas como relatórios de peso ao dono da fazenda.

Sustentabilidade no Agronegócio

No palco do evento, startups mostram métodos diferentes do “tradicional” para fabricação de carnes. Além de carnes feitas de plantas, conhecemos as novas carnes desenvolvidas em laboratório. Com objetivo de promover um consumo mais sustentável, o cultivo de células de origem animal para produção da “carne”, as células são preparadas a partir da engenharia de tecidos, compondo a textura da carne e a aparência de carne.

Neste mesmo modelo sustentável, a favor do meio ambiente e contra a escassez de recursos naturais, empresas criam um método em laboratórios que alimentam células a partir de sais, açúcares e proteínas.  A solução é transformada em pasta de peixe, que pode ser resultado em filés de peixe. Mas, o principal objetivo é aprimorar esta evolução e produzir alimentos como sushis, sashimis, alimentos que fazem parte da realidade do consumidor.

Contudo, o Agrotech Conference propõe mudanças para o setor agropecuário baseadas nos avanços da tecnologia. As novas tecnologias simplificarão os trabalhos no campo, tornando o dia a dia das fazendas mais produtivos e acrescentará benefícios a sustentabilidade. O agronegócio sustentável, utiliza os recursos naturais sempre respeitando o ambiente em que vivemos, contribuindo para preservação do meio ambiente.

Soluções para o Agronegócio

Ampliando o seu negócio é possível acelerar a produtividade no campo. Por isso, implementar soluções inovadoras em todas as etapas do seu serviço é fundamental. Conte com a X-Apps, conheça as últimas tendências tecnologias utilizadas em nossos processos de trabalho e tenha total controle do seu negócio.

Metodologias ágeis e eficazes mudarão o atual cenário de sua fazenda, sendo elas, a redução de gastos e o maior índice de faturamento. Conheça as nossas soluções!

 

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O que aprendemos no China Innovation Day?

china

O evento

Podemos dizer que a China é o novo Vale do Silício?

Na última terça-feira (18),a Startse promoveu mais um evento, o China Innovation Day, um dia inteiro de imersão as novas tecnologias do continente asiático.

Para compor o evento,  os maiores players e empresas que fazem parte do mercado chinês trouxeram soluções ao varejo, apresentaram metodologias utilizando a I.A (Inteligência artificial) e como educar a população com as novas tecnologias.

A população chinesa deixou de usar cartões e dinheiro para migrar aos pagamentos mobile. No mesmo App, é possível acessar as redes sociais, varejo e efetuar o pagamento digital. Em contraponto, no Brasil   pagamentos sem a utilização de cartão de débito ou crédito ainda é novidade, afinal as compras online deixou de ser tabu e hoje faz parte da realidade.

Na China, pagamentos online não é mais uma novidade. O País governa 4 pólos de inovação diferentes: Shenzhen, Beijing, Shanghai e Hangzhou. Este ecossistema é um dos mais inovadores do mundo, conectado com fábricas de harwares, statups, fintechs e principalmente, com o futuro. .

No decorrer do evento, percebemos que este mercado cresce cada vez mais e se adaptar neste modelo de negócio favorece qualquer empresa, de maneira muito rápida. Muitas empresas passaram pelo palco do evento, entre elas, Movile e BYD relataram os olhares para China como um cenário inspirador e então, mostraram parte da inovação que pode ser construída no Brasil. e no no vale do silício

A china como cenário inspirador

Movile    no VALE DO SILÍCIO

Com o intuito de impactar 1 bilhão de pessoas por meio de seus aplicativos, a Movile, empresa de serviços móveis e de entretenimento, inaugurou uma extensão da sede em Campinas no país chinês na tentativa de criar novos recursos como ferramenta trabalho. vale do silício

Como referência, Helisson Lemos, diretor de operações da Movile, cita o modo que os chineses utilizam da I.A na execução dos negócios e no relacionamento com clientes, um novo modelo de negócio adotado pela Movile, a segunda empresa brasileira que mais recebeu aportes de investidores atrás do Nubank, focada em como fazer os pequenos negócios se conectarem com o mundo.

Em geral, os segmentos que interessam a Movile acompanhar na cultura chinesa está relacionado ao varejo, mercado financeiro, saúde e educação. São esses principios que favorecem a disciplina da empresa, direcionando o seu foco em estratégias a longo prazo, planejamento meticuloso e velocidade do lançamento de produtos “ go to market”, tendo em vista a melhoria contínua. “Eles fazem tudo isso, com muita tecnologia. Por isso, cada vez mais, queremos participar deste ecossistema”, afirma Lemos.

“Trocamos o Vale do Silício pela China”, Helisson Lemos, da Movile.

BYD       OU VALE DO SILÍCIO

A BYD, fabricante de automóveis elétricos, placas de energia solar e outros, iniciou parceria com diversos estados brasileiros e tem planos definidos no Brasil para os próximos anos, com estimativa para 2022. no vale do silício

Com o objetivo de mudar o mundo, a parceria da BYD no Brasil constrói um o incentivo em soluções para mobilidade, guiando o país para o futuro cauteloso e independente em relação aos combustíveis tradicionais, reduzindo a poluição.

Com a construção de uma fábrica de baterias no Brasil, a empresa chinesa irá reduzir os gastos com a importação da sede na China e pretende fabricar painéis solares com previsão para o ano de 2022. O plano de expansão inclui fazendas no interior de São Paulo com diversos projetos no território brasileiro.

Estas direções trazidas do modelo de negócio da China, faz parte da revolução 4.0, com métodos de segurança e produtividade, aliados a automação, computação em nuvem, transformação de dados e internet das coisas, com o potencial de elevar os níveis de rendimentos globais e melhorar a qualidade de vida de diferentes populações.

 

 

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O que aprendemos no III Fórum Mobile Marketing Brasil?

Mobile Marketing

O Fórum Mobile Marketing Brasil, é um evento para profissionais que atuam diretamente com aparelhos móveis como principal fonte de acesso à internet, em busca de estratégias para melhorias e soluções. Afinal, estes aparelhos permitem a busca rápida e a qualquer momento, onde quer que eles estejam.

Ciente dessas vantagens, o evento realizado pela RankMyApp trouxe ao palco muitas empresas para apresentar orientações ao público interessado no digital e maneiras para também se aproximar de seus clientes através destes aparelhos móveis, seja para tornar suas marcas mais conhecidas no mercado ou para aumentar o número de vendas. .

Com a imersão de conteúdos assistidos no III Fórum Mobile Marketing Brasil, produzimos um conteúdo que pode lhe ajudar encontrar soluções ao seu negócio.

Como ser objetivo? Pois é, iremos ensinar a você aplicar esta prática em sua empresa. É bem simples!

Aplicativos Mobile

Criar um aplicativo mobile é uma oportunidade de aprofundar o relacionamento com o seu público, tornando o seu negócio mais prático e eficiente, afinal, com um aplicativo em mãos a conexão entre público e organização ocorrem a qualquer hora e lugar.

Além de identificar essa necessidade e possibilitar um melhor atendimento ao cliente, a ideia requer um olhar aprofundado desde o início ao fim do desenvolvimento.

Uma equipe de desenvolvedores precisa estar atenta às necessidades do usuário, com aplicativos leves, com baixo uso da memória e internet, tornando o app acessível a todos.

Ser objetivo no mundo empresarial, é otimizar o relacionamento com o cliente.

Como estudar o comportamento do usuário? 

Marketing MobAvaliar o comportamento do seu cliente é de fato fundamental. Através dessas informações, é possível gerar melhorias ao software para que não haja insatisfação por parte do seu cliente.

Uma dica valiosa que aprendemos no evento é colocar botões de “ajuda ou sugestões”, mostrando a transparência ao usuário. 

Com questionários e testes de usabilidade, a X-Apps entrega aos clientes um modelo colaborativo e eficaz das plataformas, antes que chegue ao público final e isso favorece a credibilidade da empresa, minimizando riscos.

Métricas AssertivasMobile

Como acompanhar métricas assertivas?

 Existem três maneiras para identificar as métricas assertivas e acompanhá-las:

  • Modelagem de acordo com o seu negócio – Criar um aplicativo mobile de acordo com a sua empresa. Na X-Apps, você customiza o software de acordo com a sua demanda, atendendo suas expectativas de acordo com a necessidade da marca.
  • Fazer pesquisas – Fazer pesquisas é um investimento. Investir em usuários e entender as urgências do mercado como um diferencial para o seu projeto. Como foi dito acima, neste momento, o teste de usuabilidade é fundamental.
  • Diminuir tempo/Telas – Diminuir a quantidade de telas do seu App também é ser objetivo. Vivemos em um mundo muito ágil e ter um sistema complicado é perda de tempo.

Exemplo: Quando você está mexendo em um App e chega alguma notificação, o seu raciocínio não está totalmente focado na primeira tarefa e sim, em conciliar as duas: fazer o que é preciso e o que acabou de bater em sua porta.

Ou seja, um aplicativo com muitas telas reduz o interesse do usuário, uma vez que ele não tenha o tempo adequado para estar conectado somente a uma plataforma.

Como Organizar o seu Sistema?

Identifique os problemas 

  • Diariamente, semanalmente e mensalmente

Antes mesmo de tomar qualquer decisão ou iniciar novos projetos, certifique-se nas tarefas prioritárias, feito isso, dê um passo adiante.

Identifique as emoções dos usuários

Identificar as emoções do usuário é fundamental, pois a partir desse processo você irá trabalhar duro para que essas experiências sejam aprimoradas.

Mobile como uma nova respostaMobile

 Qualquer atribuição que seja feita em seu App, antes mesmo de ser executada, precisa ter algum vínculo com o consumidor final, permitindo que novos avanços sejam alcançados por meio da satisfação.

Tendências e Inspiraçãoe

 Investir faz parte de todo ciclo do sistema. É preciso estar por dentro das atualizações e olhar para o futuro como fonte inspiração.

Exemplos:

  • Realidade aumentada: A realidade aumentada traz componentes do mundo digital com percepções dentro do mundo real.
  • Machine Learning: É definido como “aprendizagem de máquina”, faz parte do conceito de inteligência artificial, para que máquinas aprendam as tarefas executadas por pessoas. Ou seja, por meio de automatizações em um sistema, reduzindo custos e possibilitando resultados mais precisos. 

Combatendo Fraudes

 Um assunto delicado, pois mesmo que a internet esteja ao nosso favor, ainda há pessoas que agem para prejudicar esses sistemas.

Durante a criação do aplicativo, é fundamental a transparência entre o emissor e receptor para que ambos tenham acesso livre ás informações. Atuando de forma segura, a X-Apps protege os seus trabalhos por meio da criptografia, evitando assim que mensagens possam ser interceptadas e lidas.

Chegando ao fim do desenvolvimento, códigos e senhas são entregues ao responsável e empresa, gerando confiança e prontidão, envolvendo total segurança no projeto.

Antes mesmo de contratar um serviço ou colocar em prática, verifique a codificação, autenticação, autorização e hospedagem que serão utilizados no desenvolvimento, está etapa é fundamental no software! 

Estratégias de marketing para mobile E-Commerce:

Para o mercado de vendas, o aplicativo é uma das principais ferramentas. Em um só canal, além da facilidade para comprar e pagar, essas ações podem ocorrer sem que o cliente vá até uma loja física. Possibilita também, relacionamentos por meio da interface do sistema, potencializando a relação entre usuário e empresa.

Um aplicativo simples e robusto contribui desde os ciclo de vendas até o contato com o cliente. Portanto, não há dúvidas que o futuro será totalmente virtual, se antecipe!

Para fortalecer o mobile marketing e permitir que a sua empresa tenha novos resultados e forneça mais serviços digitais de acordo com as expectativas dos usuários, conte com as soluções de desenvolvimento de software, sejam eles aplicativos ou web sites da X-Apps. Entre em contato e saiba mais!

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Marketing Mobile – III Forúm Mobile Marketing Brasil

Mobile Marketing

Nesta quinta-feira, 6 de junho, comparecemos ao III Fórum Marketing Mobile Brasil, um dia intenso de conteúdos exclusivos para profissionais que trabalham com mobile marketing, um evento realizado pelo terceiro ano consecutivo. 

O evento promovido pela RankMyApp, contou com apoio de uma curadoria com expertise no tema abordado, um dos assuntos mais falados atualmente e guiado por especialistas do mercado mobile: Google, Facebook, Twitter, entre outros.

A empresa de marketing digital, RankMyApp, empenha-se em inovação e qualidade no mercado digital, baseados em dados, unindo suas forças para facilitar o desenvolvimento de estratégias e visibilidade para sua marca. 

Sobre o evento

Práticas elaboradas pelo Marketing Mobile

Diante de diferentes atribuições que podem ser feitas em uma plataforma, a execução de tarefas que modificam o cenário de uma empresa é primordial para os avanços, trazendo bons resultados a partir de:

Dessa forma, é possível transformar o futuro da organização com atualizações e experiências criadas por relacionamentos com o cliente, visto que esses foram alguns assuntos abordados durante o evento.

Relacionamento com o cliente

Aprendemos a importância de criar um ciclo de relacionamento com o cliente e que vai muito além de vender um produto ou atualizar o App e desktop, está relacionado a proximidade e ao contato que é atingido na medida em que educamos este usuário atendendo as suas necessidades.

Além disso, resolver os problemas rapidamente, estar atento ao feedback ou investir em promoções exclusivas, contribui nos processos deste relacionamento, mas outros planos e estratégias foram mencionados durante o evento, sendo eles fraudes no mobile, desafios atuais no mercado e métodos de análises de tráfegos.

O mercado de Marketing Mobile se expande rapidamente e diferentes estudos apontam a crescente demanda que carregam estes sistemas, um modelo apresentado pelo III Fórum Mobile Marketing Brasil, lições do que fazer ou não fazer.

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A relevância dos Apps na Transformação Digital

Basta colocar a mão no bolso, ou na bolsa, para perceber que é tarde demais para voltar atrás e encarar um mundo sem o impacto do digital. O celular, que evoluiu para smartphone e está mais para órgão adjacente do que para gadget tecnológico, é a grande prova de que o que vivemos hoje só tende a ser cada vez mais online, rápido e prático.

E é aí que mora a relevância dos apps na transformação digital: eles, certamente, fazem com que as pessoas entendam mais o potencial de seus telefones, tablets e computadores para a resolução de problemas na “vida real”.

Pensa comigo: quantas vezes você não esqueceu seu celular em casa e sentiu que estava completamente nu na rua? Tem gente que até passa mal só de pensar que vai ficar desconectado durante todo o dia…

Já passou aquele aperto quando a bateria acabou ou a internet falhou e você teve que pegar um táxi fazendo o sinal para que ele parasse – tão antigo que a gente nem lembra direito como faz! – porque não pode acessar seus aplicativos de pedido de carro?

E quando a justiça brasileira resolve tirar momentaneamente o WhatsApp do ar por problemas processuais, é aquele pandemônio: a comoção é tanta que, mais uma vez, tem gente que até passa mal sem saber notícias dos grupos, dos filhos, dos crushes…

Aliás, grupos, comunidades e até a palavra “crush” só começaram a ser realmente relevantes para nossa rotina depois da chegada dos apps na transformação digital. Pra quem viveu os anos 1980 e 1990 e viu a chega do telefone celular, que era praticamente um tijolo com teclas, a diferença é gritante: ninguém, mas ninguém mesmo, tinha a audácia de sofrer por estar off-line. Porque, na realidade, a maioria do mundo não estava conectada, a não ser por fios de telefone, campainhas e caixas dos correios.

Lembrar disso – ou imaginar a cena – dá um desespero, não é? Mas pode ficar tranquilo: como dissemos lá em cima, não dá pra voltar atrás quando o assunto é transformação digital. O que está feito está feito.

Mas, afinal, qual é o papel dos apps na transformação digital?

Em um mundo onde a transformação digital é autoexplicativa, visto que conseguimos ter noção do aparecimento rápido de novas tecnologias e sua imediata necessidade na rotina de muita gente, entender o que os aplicativos tem a ver com isso é só mais um passo rumo ao óbvio.

Vou te explicar: quando você comprou seu primeiro smartphone, se lembrava quais eram suas funcionalidades? Se a resposta for sim, vai saber que a principal delas para que um telefone ganhasse o título de “inteligente”  (smart, em inglês) era a conexão com a internet.

Mas a tela do smartphone não era a tela do computador, e muitos sites não tinham nenhuma preocupação com a experiência do usuário nesse aspecto. Outros, por sua vez, começaram a imaginar se poderiam se transformar em softwares específicos para a mídia “telefone” – e, mais tarde, para a mídia “tablet” – para que as pessoas pudem acessar seu conteúdo de forma mais fácil e rápida.

Surgiu, aí, o conceito de aplicativo.

Os apps na transformação digital tem o poder de criar novas interações entre o homem e sua inseparável máquina portátil. Se antes o telefone servia para ligar, receber ligações e, com sorte, enviar uma mensagem de texto, hoje ele é o casulo onde vivem e se desenvolvem conteúdos para redes sociais, jogos, empresas de produtos e serviços e até gerenciadores de conta de banco e eletricidade de casa.

Empresas que desenvolvem bons apps na transformação digital tem mais chances de conquistar e reter clientes do que aquelas que acreditam apenas em seu site para poder entreter o usuário. Mesmo porque, e isso é bom lembrar sempre, o mobile é uma mídia muito diferente do notebook: os conteúdos, as formas, o funcionamento de qualquer aplicativo ou site para celular ou tablet deve ser completamente dedicado à experiência do usuário nessas plataformas. Senão, um app jamais será baixado, dando espaço para seu concorrente.

É caro fazer um aplicativo?

A chegada dos apps na transformação digital acabou tornando esse tipo de formato mais acessível, mas não devemos nos esquecer de que se trata de um software e, por isso, tem muita ciência da computação envolvida.

O que vai definir o preço de um aplicativo são suas funcionalidades, seu design, a necessidade de espaço em banco de dados e a rapidez com que ele vai processar informações e encontrar uma solução para seus usuários. Um exemplo: se o Uber demorasse meia hora para achar um carro, ninguém o usaria. Quanto mais veloz for a interação entre os apps na transformação digital e os humanos que promoveram essa realidade, mais clientes as empresas donas desses apps vão conquistar.

Para saber mais sobre apps na transformação digital, ou entender como você pode construir e lucrar com seu próprio aplicativo, fale com a gente! Nossa metodologia ágil e equipe especializada podem transformar a sua ideia em um aplicativo útil e querido pelos usuários.

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“Os Aplicativos Estão Morrendo”. Será?

O mercado de aplicativos chegou a um momento em que o mundo se divide em dois tipos de pessoas: as que acham que os apps estão morrendo e as que acham que eles estão se transformando, e ficarão por aqui por um bom tempo.

Mas qual será, realmente, o veredito desse impasse?

É impossível falar sobre o futuro certo dos aplicativos – assim como seria falar de seu surgimento há quinze anos atrás. Não dá, mesmo, para prever, mas dá para se ter uma ideia.

Por exemplo: o mercado de apps para mobile está ficando saturado, são muitas as opções para, às vezes, o mesmo objetivo. Nesse caso, muitos ficarão pelo caminho, mas é possível que os mais originais, funcionais ou queridos sobrevivam.

O Google é uma das empresas que acham que os apps estão morrendo, uma vez que fazer as pessoas usarem um aplicativo é insanamente caro e, na contramão desse gasto todo, apenas um a cada dez mil apps desenvolvidos são lucrativos.

E, muito convenientemente, o próprio Google acredita que tem a solução para esse problema: a empresa criou, recentemente, o que chama de “progressive web apps”, que são aplicativos passíveis de serem utilizados pelo browser de internet, apenas visitando um link.

E, também muito convenientemente, o Google acredita que esses aplicativos progressivos vão eliminar os “aplicativos nativos”. Mas há controvérsias: o Facebook, por exemplo, existiu em formato link desde o princípio, e isso não faz com que a rede social seja o aplicativo mais baixado do mundo…

Tudo bem que trazer o Facebook para a conversa sobre o futuro dos apps é puxar o carro para fora da curva, mas foi só para dar um exemplo de que, mesmo com muitas adversidades, é possível que os aplicativos mobile continuem aí, firmes e fortes, dependendo apenas de sua qualidade e do bom marketing para fisgar o público certo.

Vida longa aos apps – o outro lado da moeda

É indiscutível que o mercado de aplicativos atingiu sua maturação e está ficando super lotado: são inúmeras as opções para baixar, mas pouquíssimos downloads de fato.

Isso acontece porque esse recurso no smartphone não é mais uma novidade, e a sociedade parece já ter se contentado com as opções que tem ao alcance das mãos. Assim, fica cada vez mais difícil para um novo app conquistar seu lugar ao sol.

Difícil, sim, mas não impossível.

Outra gigante da tecnologia, a Apple, acredita que os aplicativos estão longe de morrer, e isso se traduz no esforço salarial que ela tem feito para manter seus desenvolvedores pensando novas oportunidades de mercado através dos apps.

Aliás, a Apple tem muito a comemorar com relação à sua loja de programas no smartphone: a expectativa é que a receita da AppStore cresça para aproximadamente 70 bilhões de dólares.

Além disso, apesar de o mercado já estar maturado, a tecnologia é relativamente nova, o que abre espaço para que muitas empresas e desenvolvedores consigam inovar e mostrar produtos relevantes dentro desse cenário.

A tecnologia, aliás, é a cereja do bolo para que os aplicativos continuem tendo vida longa: apesar de a popularidade dos aplicativos estar oscilando ligeiramente, é inegável que as funcionalidades por trás dos botõezinhos da nossa tela principal estejam em constante desenvolvimento, tornando nossa vida mais fácil e intuitiva.

O que fazer para meu app sobreviver?

Invista. Simples assim: estude o público e suas necessidades, desenvolva bem seu aplicativo e capriche no marketing, pois é essa tríade que vai fazer com que seu aplicativo fique mais para a previsão da Apple do que a previsão do Google.

Se você não se preocupar com como seu programa vai resolver um problema (inclusive de entretenimento) ou desenvolvê-lo de forma pobre e amadora, pode ter certeza: você está entrando em um mercado saturado, que não tem mais lugar para você.

Mas se sua proposta for cuidadosa, bem estruturada e desenvolvida, além de original ou mais simples do que a concorrência, ainda há muito espaço para conseguir usuários e, com sorte, bastante lucratividade.

O tempo passa mas a regra de ouro do marketing continua a mesma: o sucesso depende de entregar o produto certo ao público certo e na hora certa. E, se você vem trabalhando duro para gerar valor ao seu usuário, a hora certa pode ser justamente agora, quando muita gente pensa que esse mercado está em seu leito de morte.

Dúvidas? Conte com a X-Apps.

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X-Apps é um dos finalistas do Hackathon da CIAB

Temos uma novidade muito bacana pra contar a todo mundo que nos acompanha, sabe do comprometimento da X-Apps com boas práticas em inovação e torce pela gente: Somos finalistas do Hackaton da CIAB (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras)!

O Hackaton em questão é uma maratona da Federação Brasileira de Bancos que inclui várias startups focadas no desenvolvimento de novas ferramentas para o mercado bancário. E, nessa última edição, desenvolvemos em apenas dois dias uma solução para Onboarding Digital, Autenticação e Experiência do Cliente.

Ficamos muito felizes com a experiência e reconhecimento do esforço porque acreditamos, mesmo, que essas soluções podem mudar os rumos de como as instituições bancárias se relacionam com seus clientes no Brasil.

O que dizem nossas soluções propostas?

O cliente do mercado financeiro de hoje é um ser digital pleno, acostumado com as facilidades desse novo mundo tecnológico e não vê sentido nas formas tradicionais de Onboarding, principalmente quando temos o uso excessivo de papel.

Esse tema, então, é focado na melhoria de interfaces de Onboarding de clientes, onde prezamos pela experiência ágil, fácil e intuitiva, desde a abertura de uma conta corrente à contratação de demais produtos financeiros.

Também nos preocupamos em mostrar uma saída para a Segurança Digital e Detecção de Fraudes, uma vez que o meio digital apresenta diversos desafios de segurança, onde tanto o cliente quanto a instituição precisam de cuidados extras frente às várias ameaças que aparecem todos os dias.

Explorar novas formas e soluções de segurança para esse mundo não é só o mote desse tema mas, também, a grande preocupação das novas tecnologias. Elas precisam entregar produtos viáveis e simples, porém bastante seguros para as duas pontas desse relacionamento, que são bancos e clientes.

Para a Interface de Inteligência Artificial e Soluções Cognitivas para Transações Financeiras, entendemos que as novas interfaces digitais são tidas como a próxima revolução do mercado financeiro.

Desde os chatbots até outras plataformas cognitivas que vemos chegar às nossas mãos, o futuro está resguardado nas interações entre o homem e a máquina, indo muito além do teclado do computador e do celular. Convidamos os organizadores do evento a pensar, conosco, em como serão essas interações – e torná-las cada vez mais interessantes.

Outro aprendizado desse hackathon foi sobre Insights Financeiros através de Big Data e Analytics: Como somos seres digitais, geramos cada vez mais dados e inputs que podem produzir preciosas reflexões para a tomada de decisão.

Usar esse poder de análise para auxiliar os clientes a encontrar as melhores ofertas financeiras – e, os bancos, a melhor precificar e direcionar seus produtos – é um desafio que também pretendemos assumir com muito entusiasmo.

UX-Match

Das inúmeras ideias que tivemos acerca dos temas propostos por nossa equipe de desenvolvimento, surgimos com o UX-Match, um software de licença SaaS que tem o objetivo de validar documentos de identidade de forma simples, segura e automática.

Hoje, a adesão atual é complexa e, assim, os clientes desistem de contratar produtos das agências bancárias. Com uma rede de validação mais rápida e precisa, além de segura, para evitar fraudes, a autorização por um produto ou serviço bancário poderia sair em minutos, sem a menor necessidade de um telefonema ou ida à agência.

Além disso, o UX-Match tem a vantagem de ser 100% automatizado, contrapondo o processo de validação por pessoas, que custa bem caro e pode ser muito lento.

Em um primeiro momento, muitos acham que esse processo já é completamente automático nas fintechs, uma vez que muitas permitem que o cliente tire uma foto de seus documentos por meio de aplicativos. Porém, é comum que no back-office o processo seja manual. Em outras palavras, os documentos enviados são validados por humanos, e não de forma online, o que leva tempo para ser feito.

Um exemplo disso é o Banco Original, que mostra aos clientes que é um banco digital – utilizando em seu back- office aproximandamente 105 pessoas para validar documentos de forma manual.

A proposta da X-Apps com o UX-Match é automatizar esse processo, aprovando validações que levavam até trinta dias para serem processadas… em menos de um minuto.

Para que isso funcione, não pedimos o preenchimento de dados como nome e RG, pois conseguimos extrair essas informações das fotos dos documentos. Solicitamos, apenas, uma foto do documento em frente e verso, além de uma selfie – que vai validar se a foto do RG bate com o rosto do solicitante.

Essa verificação é feita com as APIS da Amazon Web Service, pois segundo esse fornecedor a validação automática é mais precisa, segura e menos suscetível a erros que uma validação humana.

Com o cliente reconhecido, o back-office tem todas as informações importantes a mão para tomar uma decisão final.

E se alguém quiser burlar o sistema? Fácil: Se não houver o match da selfie com o documento, nada feito. O sistema barra a fraude automaticamente.

Também é possível utilizar essa tecnologia para validar transferências bancarias acima do limite pré-cadastrado, por exemplo, já que o banco pode pedir uma selfie e o documento para autorizar a transação.

Como diria aquela frase dos anos 90, “não é feitiçaria, é tecnologia”: Isso pode ser feito através de processamento e visão computacional. Adeus filas de espera, o processo é todo é feito todo online.

Quem fez?

Ter o UX-Match como finalista da Hackathon da CIAB foi inspirador e motivador para nossa equipe, por isso alguns nomes devem ser citados aqui: Sem o Sérgio, o Tiago, o Guilherme e o Diego, nada disso teria sido possível. Obrigado, pessoal!

E se você quiser ficar por dentro dos próximos passos dessa aventura, não deixe de nos acompanhar no nosso site, no blog e nas redes sociais. Queremos sempre fazer o melhor para você, e teremos o maior prazer da sua companhia durante esse processo!

X-Apps é um dos finalistas do Hackathon da CIAB
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O que aprendemos no CA World 2017?

Dizem que o que acontece em Vegas fica em Vegas, mas estamos prestes a quebrar essa regra por um bom motivo. É que estivemos no CA World 2017, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, que rolou entre os dias 13 e 17 de novembro em Las Vegas.

Definitivamente não aprendemos como ganhar nas máquinas de moedas e muito menos conseguimos contar as cartas pra tirar uma graninha do 21, mas reunimos por lá diversos aprendizados com pessoas que, além de promover inovações incríveis mundo afora, levaram boas dicas para quem quer ficar bem na fita sem ter que contar com a sorte.

Compartilharam conhecimento por lá pessoas como Mike Gregoire, CEO, Otto Berkes, CTO, e Ayman Sayed, CPO, todas da CA, empresa de tecnologia realizadora do evento e avaliada em mais de 4 bilhões de dólares.

Antes de começar a falar de tudo o que aprendemos por lá a gente que te dizer que, se você gostar de tecnologia, desenvolvimento de aplicativos e futuro, é uma boa pedida reservar sua vaga para o CA World 2018, que será em Miami.

Como, além desses temas, também curtimos uma boa praia, é bem provável que a gente se encontre por lá! 😉

As principais tendências tecnológicas que tiramos do CA World 2017

Aprendemos no CA World 2017 que os itens dessa lista precisam fazer parte do seu desenvolvimento de aplicativos para que eles possam ter chance no mercado. Listamos as principais tendências de cada um para os próximos anos.

  1. Automação de Testes

Projetos digitais precisam ser testados e, se não puderem ser feitos de forma manual, essa etapa pode ser completamente automatizada. Existem novas ferramentas chegando no mercado que permitem um maior número de testes, desde o MVP até as atualizações para um produto já consolidado, e contar com elas significa maior eficiência no processo de validação.

  1. Integração Contínua

Não é mais possível lançar bons apps sem apostar na integração contínua, que é uma prática de desenvolvimento onde as alterações de código de um programa são colocadas, juntas, em um repositório central. Assim, fica mais fácil rastrear informações e executar testes, seja durante a criação ou lançamento de um app.

Aprendemos no CA World 2017 que é através dessa solução que os softwares podem obter mais qualidade, pois os bugs podem ser investigados com rapidez por qualquer pessoa que faça parte do projeto.

  1. Agile (metodologias ágeis)

Da mesma forma, participar do CA World 2017 nos mostrou que nós, da X-Apps, estamos no caminho certo para desenvolver cases e entregar melhores resultados através do uso de metodologias ágeis durante o processo.

Dispor da cultura Agile significa organizar melhor as etapas de um desenvolvimento entre as equipes envolvidas, cumprir prazos, respeitar orçamentos e entregar um produto final de maior valor agregado para o cliente.

  1. DevOps

É melhor todo mundo ficar de olho em DevOps, porque esse modelo pode ser a chave do sucesso. DevOps são, basicamente, a junção de filosofias e culturas de desenvolvimento de novas tecnologias em ferramentas capazes de fazer com que a empresa distribua seus aplicativos em alta qualidade e de maneira escalável.

A velocidade com que ocorre é o ponto central das DevOps, que acaba integrando as equipes de desenvolvimento e promovendo um ambiente com mais compartilhamento de informações e ideias e, consequentemente, menos erros ou problemas de escopo.

  1. DevSecOps

Vimos no CA World 2017 que DevSecOps também são uma tendência a se ficar de olho a partir de agora, ainda mais em um mundo onde vários aplicativos surgem a cada segundo e lidam com dados críticos do cliente final, como senhas de banco, endereços residenciais e sigilos financeiro.

As DevSecOps trabalham da mesma forma que as DevOps, mas focadas principalmente nas questões de segurança do desenvolvimento de um aplicativo. Em tempos de fintechs, essa realmente promete ser uma tendência forte.

Gostou da nossa lista de aprendizados sobre o CA World 2017? Esperamos te ver na edição 2018 – e, até lá, estamos à disposição para te ajudar a desenvolver um aplicativo eficaz e pertinente às necessidades do seu cliente final.

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Tendências de aplicativos para ficar de olho em 2018

O mercado dos apps parece ir de vento em popa para quem se esquiva dos modelos saturados e tenta entregar bons resultados ao cliente final. Muitas empresas viram na tecnologia móvel uma forma de melhorar suas vendas e investir em uma frente que, de necessária, passou a ser quase obrigatória.

Antes do ano começar, especialistas apostavam que 2017 bateria o recorde de mais de 250 bilhões de downloads de aplicativos – um número gigantesco se comparado a 2012, quando essas soluções foram baixadas pouco mais de 57 bilhões de vezes.

E, pelo andar da carruagem, com novas versões de smarphones mais robustas e inovadoras sendo lançadas nos últimos meses – e mais empresas enxergando no mundo dos apps uma forma de resolver problemas latentes de seus consumidores – essa realidade não dá nenhum sinal de retrocesso.

Estima-se que, em 2018, uma das razões para continuar apostando em aplicativos é o fortalecimento de marketing e a melhoria do engajamento das pessoas com produtos e serviços ofertados.

Dito isso, veja quais são as principais tendências para ficar de olho em 2018 no que diz respeito aos aplicativos corporativos ou de entretenimento.

1. Mais wearables para todos os gostos

A internet é uma das coisas que já está entre nós, mas virá com tudo em 2018, tomando espaço em diversas indústrias diferentes, como saúde, automobilismo, vendas e automação residencial.

E, se as coisas estão ficando cada vez mais conectadas, porque nós não ficaríamos?

Aplicativos usáveis nas roupas, relógios e óculos, dentre outros acessórios, nos ajudarão a monitorar melhor o resultado dos apps em diversas áreas da nossa vida. Se já conseguimos contar nossos passos e nossa frequência cardíaca em um exercício físico, por exemplo, falta pouco para que os wearables nos mostrem nossas condições com ainda mais riqueza de detalhes.

E essa é apenas uma ilustração do que os “vestíveis”, em tradução direta, podem fazer por nós. O Google já está lançando mecanismos para melhorar a experiência do usuário com a internet das coisas – e, se já chegou a esse ponto, a tendência é de crescimento daqui pra frente.

2. Aplicativos de aceleração

Por falar em Google, a empresa trabalha na entrega perfeita do AMP, ou Accelerated Mobile Pages, que dá ao usuário a possibilidade de acelerar o carregamento de páginas em seus dispositivos mobile.

Além disso, a gigante da informação está potencializando seus mecanismos de busca para os gadgets móveis, e se até o Google vai refinar seu produto desse jeito, as empresas que já tem ou querem desenvolver aplicativos não podem ficar para trás. Mesmo porque isso significa aumentar o nível de SEO de um app que, até ontem, não sabia que poderia se posicionar de forma sustentável nas lojas online.

3. Pagamentos móveis

O crescimento do Nubank e o anúncio de que ele terá contas análogas às bancárias a partir de 2018 é só uma amostra de como as fintechs estão revolucionando a maneira com que lidamos com nosso dinheiro.

Por isso, aguarde uma chuva de novos e potentes aplicativos, principalmente dos grandes bancos, que facilitem o pagamento móvel sem a necessidade de um bankline, ou algo do tipo, para a realização desse feito.

Ganham os usuários, que terão a vida financeira ainda mais facilitada a partir do ano que vem enquanto as instituições brigam pela preferência – e o dinheiro – do cliente final.

4. Apps de realidade virtual e/ou aumentada

Vimos essa tendência chegar com força através dos wearables – como o Oculus Rift. Agora, é hora de ver as realidades aumentadas ou virtuais através de aplicativos “simples”, cujo objetivo vai muito além da gamificação e do entretenimento.

Empresas no mundo inteiro já perceberam os benefícios de se utilizar de realidade aumentada para conquistar o consumidor, como o detalhamento de produtos e serviços, o que ajuda na decisão final de compra, ou o treinamento high-tech dos colaboradores da organização.

Portanto, podemos esperar que ainda mais empresas se utilizem dos apps, a partir do ano que vem, para refinar seus processos corporativos e, assim, melhorar cada vez mais a experiência do cliente final.

Outras possibilidades para 2018 são os apps on-demand, perfeitos para objetivos bem específicos, e aplicativos com base em cloud computing, que aumentam o poder de armazenamento dos clientes finais por gerir seus dados na nuvem.

E, se você não quiser ficar de fora dessas – e outras – tendências do mercado de TI em 2018, conte com a X-Apps para construir, para a sua empresa, o melhor aplicativo que seus clientes poderiam sonhar. Assim, você ganha relevância, valor de mercado e vira referência – precisando investir, para isso, muito menos do que você imagina.

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Innovator’s DNA: Como incentivar a Inovação dentro de sua empresa

Innovator’s DNA é uma expressão cunhada no livro de mesmo nome, escrito pelo professor de estratégia Jeffrey Fyer, pela autoridade em inovação disruptiva Clayton M. Christensen e pelo professor de liderança Hal Gregersen. Na obra, o trio apresenta uma pesquisa aprofundada (que durou cerca de oito anos) sobre o que é Innovator’s DNA e como ele pode ajudar as empresas a competir mais e melhor através da tecnologia e da criatividade.

Entender o perfil de um Innovator’s DNA, ou DNA de Inovador, não é difícil: muitas personalidades já estão nos ensinando esse conceito há muito tempo, como Steve Jobs, Jeff Bezos e Michael Dell – todos eles tendo o Innovator’s DNA correndo no sangue como uma sequência pura de sucesso.

Contudo, é preciso fazer uma distinção entre inovação disruptiva e incremental quando estamos falando do Innovator’s DNA: a disruptiva é aquela que vem para, realmente, modificar mercados inteiros, enquanto a incremental vai aprimorar processos que já existem. Assim, tem o verdadeiro Innovator’s DNA quem persegue a primeira maneira de fazer diferente, pois é a partir dela que todas as outras irão surgir.

Se você está pensando em andar pelo caminho da tecnologia, lembre-se de ter bastante coragem, pois quem tem o Innovator’s DNA vai ter que encarar muitos desafios pela frente – o maior deles, por incrível que pareça, pode ser o status quo. As pessoas não pensam em mudar para melhor porque, muitas vezes, acham que já estão na melhor. Era assim antes do iPhone: um celular com internet já bastava.

Hoje, ninguém mais consegue viver com um telefone se não puder chamá-lo de “smart”, e isso mostra o Innovator’s DNA de Steve Jobs e toda a cultura que essa sequência inovadora criou na Apple.

Dicas para desenvolver o Innovator’s DNA

Se você tem uma equipe com a qual gosta de trabalhar e a quem confia suas melhores ideias, parabéns: você já deu o primeiro passo para ter o Innovator’s DNA correndo, também, nas suas veias.

Mas é importante que você não pare por aí, uma vez que empresas de tecnologia não são apenas força de vontade e boas ideias. Se você não colocar tudo o que pensa e quer em prática, muito provavelmente sua inovação vai acabar virando uma ilusão. Ou, pior: pode ir parar nas mãos de um concorrente que fará alguma coisa com isso.

Não perca a possibilidade de ter seu Innovator’s DNA espalhado para toda a sua equipe. Veja como realizar essa tarefa com as dicas abaixo:

  1. Repense as estratégias do seu negócio, dando propósitos às pessoas que trabalham nele. O principal cargo do CEO não é ostentar a sigla, mas motivar seus liderados a ter a inovação como prioridade profissional.
  2. Não separe trabalho de diversão. Afinal, as duas coisas podem andar juntas. Quem já teve uma ideia inovadora entende que seu Innovator’s DNA pode surgir no meio de uma conversa, de um jogo ou de um momento de lazer. Suprimir isso dos funcionários acaba limando sua produtividade.
  3. Não tenha medo de parecer estranho, porque ideias que nunca foram dadas antes vão parecer estranhas, mesmo. Ela só será esquisita de um jeito chato se não tiver aplicabilidade. Mas, se tiver, não tenha medo dos julgamentos.
  4. Não se esqueça de agradecer o empenho de todos que trabalham na sua empresa, pois para eles também não é fácil ter ideias estranhas e tentar exprimi-las ou aplicá-las. A gratidão é parte primordial do Innovator’s DNA.
  5. Esqueça todos os preconceitos que você tem com sonecas ou longas horas de sono, porque são elas que vão recarregar as suas baterias e as da equipe. A inovação precisa de um cérebro pensante, e ele só cumprirá a tarefa se a pessoa estiver completamente descansada. Se preciso for, crie salas de cochilo na empresa.
  6. Estabeleça mentorias para todos do seu time, principalmente se a intenção for saber quem tem e quem não tem o Innovator’s DNA. Através do acompanhamento de perto de objetivos, metas e ações, todo o time poderá crescer e inovar ainda mais.

E, claro, não se esqueça de dar um feedback contínuo sobre o trabalho dos seus liderados e sempre, sem exceção, estimular um ambiente colaborativo, e não competitivo. Quem tem o Innovator’s DNA precisa sentir que está em um terreno seguro e fértil para divulgar suas ideias.

Não deixe com que as pessoas se sintam acuadas e, assim, percam a oportunidade de desenvolver a próxima grande inovação do mundo.

Innovator’s DNA: Como incentivar a Inovação dentro de sua empresa
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Startups brasileiras: estamos “inovando” ou “copiando”?

Empreender na América Latina não é para amadores, principalmente em termos de Brasil. É tanta burocracia e falta de incentivo que muitos empreendedores acabam desistindo de lançar sua startup antes mesmo de ela existir.

Outros, porém, são inspirados por casos de sucesso gringos e batem o pé para estabelecer seus negócios e seus sonhos, fazendo o mercado de startups latino-americano crescer ainda mais. O problema mora em uma eterna desconfiança, principalmente de veículos internacionais especializados no assunto, de que, por aqui, não há inovação: grande parte das boas empresas é uma cópia do que já deu certo.

Essa é a reflexão que o TechCrunch, um dos maiores blogs de startups do mundo, trouxe recentemente: nesse artigo eles perguntam se os negócios daqui são disruptivos mesmo ou se só colhem os louros de empresas norte-americanas que foram além.

Em um processo que eles chamam de “tropicalização”, eles abordam modelos de negócios que deram certo nos Estados Unidos e que, aparentemente, foram apenas replicados por empreendedores da América do Sul.

Alguns dos exemplos que aparecem ainda no início do texto são o Mercado Livre, que seria uma cópia do eBay, a OLX, que tem uma entrega bastante similar à da famosa Craigslist, e a Desapegar, que pode ser comparada com a pioneira Expedia.

Alguns dos atributos para que eles considerem as startups latino-americanas mais replicadoras do que inovadoras é a similaridade da natureza dos negócios, a monetização e a certeza de que, com business model de sucesso já comprovado, as startups em questão podem atrair mais investimento.

Será que isso é verdade?

Inovação x Cópia

Em alguns momentos do texto, a equipe do TechCrunch afirma que não há nenhum impedimento para que uma startup “cópia” seja considerada inovadora – afinal, mesmo que a inspiração já exista em outra empresa, todas as que tiveram sucesso o conseguiram por adaptar mercados, demandas e formas de comunicação.

Contudo, o título de “disruptivo” não caberia aos nomes citados no início do artigo, uma vez que eles não inventaram o mercado, e sim pegaram uma carona no sucesso dele lá fora.

Nem todas as startups brasileiras ou de outros países da América do Sul estão na mira dessa “investigação por cópias”, mas vale lembrar que muitas delas realmente perdem o tato e o timing devido a características bem pungentes da nossa cultura de empreendedorismo.

Falando especificamente de Brasil, um país onde o sonho de empreender está cada vez mais próximo e latente, muita gente fica ansioso por lançar logo seus produtos e serviços com a certeza absoluta de sucesso e, com isso, se esquece de pontos básicos para alcançar bons resultados – coisa que não ocorre com tanta frequência lá fora.

Enquanto as startups gringas levam algum tempo desenvolvendo MVPs (produtos mínimos viáveis) para testar sua ideia e apostam (no sentido de investem, mesmo) em empresas especializadas para fabricar os softwares que usarão, muitos empreendedores brasileiros não percorrem o mesmo caminho. Além de não testar a ideia inicial, ou gastam muito tempo desenvolvendo o software por conta própria ou não conseguem chegar a um projeto satisfatório ao final do dia.

Esses erros são tão comuns que podem levar as startups a replicar, mesmo que sem maldade, os modelos de negócios que veem lá fora. Afinal, criar um Uber não deve ser tão trabalhoso, certo? Aí, além de se tornarem versões menos famosas do que suas musas inspiradoras, acabam não acertando a mão no que seu público ideal quer ou precisa.

Nem precisa dizer que essa é a receita do fracasso, né?

Afinal, existe inovação na América Latina?

É claro que existe! E muitas empresas daqui estão dando exemplo para o pessoal lá de fora, fazendo com que os outros países queiram, desejem e copiem alguns modelos de negócios que foram desenvolvidos aqui. Um exemplo clássico é o EasyTaxi que, além de ter sido importado para vários países do mundo, inspirou a criação de muitos outros apps de pedidos de táxi no Brasil e no exterior.

Porém, não adianta sofrer ou se ofender com posts como os do TechCrunch quando nosso mercado de inovação ainda é novo e incipiente, se comparado com os Estados Unidos e o norte europeu.

O que podemos fazer para mudar essa realidade é apostar em ideias que sejam cada vez mais “testáveis” antes de serem lançadas e, claro, softwares que estejam à altura dos problemas que pretendem resolver.

Nesse caso, pode contar com a X-Apps para que a sua empresa seja reconhecida e admirada pela originalidade – e por todo seu potencial de se fazer útil ao usuário.

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