Introdução sobre Estratégia de API

API (Application Programing Interface, ou Interface de Programação de Aplicação) vem se tornando um termo tão comum no mercado de aplicativos que hoje, para além de seu conceito, é preciso falar, também, de suas possibilidades de estratégia.

Primeiro, é necessário entender o que é uma estratégia de API em toda a sua essência: baseado no conjunto de algumas rotinas e padrões de um software pré-estabelecido para determinada aplicação, essa interface visa implementar inúmeras funcionalidades dentro de um único aplicativo.

Não dá para mexer em uma API se não for a partir de seu cerne de programação, o que implica ter na área de desenvolvimento de um novo software profissionais especialistas para extrair o máximo potencial dessa estratégia.

Afinal, publicações baseadas em API são quase que uma urgência das organizações que trazem inovações tecnológicas ao público.

Valor inestimável da estratégia de API x valor comercial

Uma das principais vantagens das APIs é trazer boas soluções para o usuário final de um software ou aplicação, traduzindo-se em facilidade de manuseio ou encontro de respostas aos problemas que levam alguém a usar determinado aplicativo.

Esse é o valor inestimável de uma estratégia de API bem feita: salva-se tempo a todos os envolvidos no projeto de desenvolvimento de uma programação e a todos os usuários daquele serviço, e o tempo, como todos sabemos, é o único ativo do qual não temos nenhum retorno. Por isso, quanto melhor for a usabilidade de uma tecnologia, mais clientes satisfeitos andarão pela Terra.

É por conta desse valor intangível que o valor de mercado da estratégia de API também tem se tornado interessante para quem vive delas: até mesmo o setor público vem conceituando bem esse tipo de trabalho e pagando mais por ele.

No fim das contas, afinal, o que é uma estratégia de API faz para ser tão valorizada?

De maneira geral, uma API serve para que as organizações abram seus dados para que profissionais de backend possam utilizar suas funcionalidades em novos aplicativos. Um bom exemplo disso é o Google Maps, que pode ser integrado a praticamente todos os softwares que desejam ter um mapa.

Nesse caso, a estratégia de API serve para encontrar capilaridade de mercado para algo desenvolvido, inicialmente, para uma única aplicação. Cada vez que facilita interações entre módulos de códigos e sistemas, a estratégia de API está, na verdade, criando novas possibilidades de uso para um aplicativo pré-estabelecido.

O papel da API em cenários como esse é especificar a forma como os componentes de um software vão interagir dentro de outras linhas de programação, em altos níveis de compartilhamento de dados e conteúdos entre as duas frentes de sistema.

Um conceito complexo

Embora falar de estratégia de API não signifique, necessariamente, trazer à tona um assunto novo, não há como negar que o tema é, no mínimo, complexo. Isso porque tudo o que diz respeito à área da TI evolui diária e consideravelmente e, da mesma forma, as APIs devem ser recicladas a cada mudança pertinente em seus mercados de origem.

Sistemas operacionais, linguagens de programação e mudanças de rede podem influenciar diretamente na estratégia de API – e é por isso que dispor de profissionais antenados e especialistas nessa seara dos aplicativos é indispensável às empresas que querem estar na linha de frente das novas tendências.

A palavra de ordem, então, é se preparar para a adaptação, porque ela virá. Fazer uma estratégia de API para web ou mídias sociais, por exemplo, é uma boa forma de começar a pensar no futuro dessas interfaces e em como elas podem gerar, através de pesquisas e da usabilidade, novas ideias de programação e desenvolvimento de software.

Dessa forma, só resta uma certeza para quem trabalha com TI e quer fazer a diferença no mundo: o futuro da informação está em uma estratégia de API bem feita, capaz de tornar compartilhável os dados que as pessoas querem e precisam para ter mais chances de uma vida produtiva.

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