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Nossas últimas novidadesPagamentos no app: como escolher um gateway sem dor de cabeça
Escolher gateway não é “só plugar pagamento”. A escolha define UX, taxa de aprovação, risco de fraude, conciliação financeira e até se o app passa (ou não) pela aprovação das lojas.
Este artigo é para quem quer tomar uma decisão prática, sem jargões e sem “virar refém” de um provedor. Você vai sair com um checklist claro, entender as opções de integração e ter um comparativo de provedores para conversar com seu time (ou com seu fornecedor) com segurança.
O que você vai ver aqui
- Primeiro filtro: o que você vende no app (e quando precisa usar o pagamento da própria loja).
- Checklist de decisão: perguntas que evitam retrabalho.
- Modelos de integração (checkout pronto, API, link) com prós e contras.
- Como comparar taxas sem cair em armadilhas.
- Comparativo de opções comuns (Brasil e multi-país), com observações reais de projeto.
- Sandbox/homologação: como testar com segurança.
- “Pagou / não pagou”: como validar corretamente (para Pix, boleto e cartão).
1) Antes de escolher qualquer gateway: o que você vende no app?
Este é o ponto que mais gera reprovação nas lojas e retrabalho técnico.
Se o seu app vende conteúdo digital consumido dentro do app (ex.: assinatura de conteúdo, funcionalidades premium, moedas virtuais, itens digitais, etc.), a regra geral é:
- iOS (Apple): precisa usar Compra Dentro do App (In‑App Purchase).
- Android (Google Play): precisa usar Google Play Billing para compras no app de bens/serviços digitais.
Se você tentar vender o digital “por fora” usando um gateway tradicional, o app pode ser rejeitado ou obrigado a mudar o fluxo.
Por outro lado, se você vende bens físicos ou serviços consumidos fora do app (ex.: entrega, transporte, eventos presenciais, assinatura de um serviço físico), normalmente você pode usar gateways tradicionais.
Regra simples para leigos:
- Digital dentro do app → pagamento da loja.
- Físico / serviço fora do app → gateway “normal”.
2) Glossário rápido (sem complicação)
Você vai ouvir alguns termos. Aqui vai uma tradução direta:
- Gateway/PSP (Payment Service Provider): a plataforma que processa o pagamento e te entrega APIs, checkout, webhooks, relatórios, etc. (muitas vezes ela já faz “tudo junto”).
- Adquirente (acquirer): a “maquininha do mundo online” — quem conecta a transação às bandeiras/emissores. Alguns provedores são adquirentes, outros usam adquirentes por baixo.
- Antifraude: camada que ajuda a reduzir fraude e chargeback (pode ser do próprio provedor ou de terceiros).
- Split/Marketplace: funcionalidade para dividir o pagamento (comissões e repasses) entre mais de um recebedor.
- Sandbox/Homologação: ambiente de teste (sem dinheiro real), para validar integração e fluxos.
Se você não lembrar desses nomes, tudo bem: o que importa é entender o efeito prático de cada um na sua operação.
3) Checklist de decisão (as perguntas certas)
Use este checklist antes de “escolher pelo nome” (ou pelo preço).
| Pergunta | Por que importa | Exemplos de resposta |
|---|---|---|
| Você vende digital consumido no app? | Pode obrigar pagamento via loja | “Assinatura premium no app” |
| O app é Brasil ou multi-país? | Define Pix/boleto e suporte a moedas | “Só Brasil” / “LatAm” / “Global” |
| Quais meios são obrigatórios? | Impacta conversão | “Cartão + Pix + boleto” |
| Você precisa de parcelamento? | Muda UX, conciliação e chargeback | “Parcelar em 3–12x” |
| Há recorrência (assinatura)? | Troca toda a arquitetura de cobrança | “Mensal/anual” |
| Há marketplace/split? | Define subcontas, repasse e KYC | “Vários vendedores” |
| Quem precisa receber primeiro? | Define split automático vs manual | “Plataforma retém comissão” |
| Precisa de antifraude? | Reduz chargeback e perdas | “Sim, ticket alto” |
| Precisa de reembolso/cancelamento simples? | Suporte e reputação | “Reembolso em 7 dias” |
| Como será a conciliação? | Evita “faltou repasse” | “Fechamento mensal” |
| Checkout pronto ou personalizado? | Prazo vs controle de UX | “Quero rápido” / “Quero UX próprio” |
| O time domina webhooks e status? | Evita bug de pagamento | “Sim / Não” |
Dica de ouro: se você não consegue responder essas perguntas em uma reunião de 30 minutos, você ainda não está “comprando gateway” — você está comprando risco.
4) Modelos de integração (e como isso afeta prazo e risco)
Existem três caminhos comuns. Eles não são “melhor/pior”; são escolhas com trade-offs.
4.1 Checkout pronto (hosted / redirecionamento / modal)
Você usa a interface do provedor (uma tela pronta), e só recebe o resultado.
Vantagens:
- Mais rápido de implementar.
- Menos responsabilidade com dados sensíveis.
- Geralmente já vem com melhorias de conversão “de fábrica”.
Desvantagens:
- Menos controle de UX e layout.
- Pode ter “quebras” de experiência (redireciona/abre webview).
4.2 Checkout no seu app (API + UI própria)
Você cria o fluxo/UX e usa a API do provedor para processar o pagamento.
Vantagens:
- Total controle do UX.
- Dá para otimizar conversão e funil de compra.
Desvantagens:
- Integração mais complexa.
- Exige mais cuidado com segurança e validação (principalmente via backend).
- Normalmente aumenta o custo de manutenção.
4.3 Link de pagamento (fluxo mais simples)
Você gera um link (pelo provedor) e o usuário paga numa página pronta.
Vantagens:
- Excelente para MVP, vendas assistidas, suporte e casos “fora do app”.
- Quase zero desenvolvimento.
Desvantagens:
- Menos integrado ao funil do app.
- Depende mais de operação manual.
5) Taxas e custos: como comparar sem cair em armadilhas
Muita gente escolhe gateway olhando só “a taxa do cartão”. Isso é insuficiente.
Os custos reais costumam vir de um pacote de decisões:
- cartão (aprovação, chargeback, parcelamento);
- Pix (conversão e confirmação);
- boleto (tempo de confirmação e abandono);
- recorrência (inadimplência, retentativas);
- split/marketplace (repasses, KYC, subcontas);
- antifraude (custo vs redução de perda).
Checklist do que comparar (sem números):
| Item | O que perguntar (prático) | Por que muda tudo |
|---|---|---|
| Cartão (crédito/débito) | Tem captura/autoriza? tokenização? 3DS? | Afeta aprovação e risco |
| Pix | Confirma em tempo real? QR dinâmico? | Afeta conversão e UX |
| Boleto | Prazo de compensação e expiração | Afeta abandono e suporte |
| Parcelamento | Quem assume juros? como concilia? | Afeta repasse e “faltou dinheiro” |
| Chargeback | Processo e custos de disputa | Afeta margem e suporte |
| Reembolso | Total/parcial? como notifica? | Afeta reputação do app |
| Recorrência | Retentativa automática? dunning? | Afeta churn e inadimplência |
| Marketplace/split | Precisa conta de cada vendedor? KYC? | Afeta onboarding de sellers |
| Relatórios | Extrato, repasse, conciliação | Evita planilha e disputa |
Dica para clientes: peça para o fornecedor te mandar uma proposta com cenários (ex.: venda simples vs assinatura vs marketplace). Um gateway pode ser ótimo para um cenário e ruim para outro.
6) Comparativo de provedores (Brasil e multi-país)
A tabela abaixo não é “ranking”. Ela é um mapa para você escolher por cenário.
Importante: recursos podem variar por contrato, país e modelo de conta. Use como orientação e valide com seu fornecedor antes de assinar.
6.1 Plataformas comuns no Brasil (Pix + boleto + cartão)
| Provedor | Onde costuma encaixar bem | Pix/Boleto | Recorrência | Split/Marketplace | Antifraude | Observação prática |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mercado Pago | B2C e B2B com checkout pronto ou API | Sim | Depende do produto | Sim | Camadas do provedor | Bom para começar rápido com checkout pronto e webhooks |
| PagBank (PagSeguro) | E-commerce/app com variedade de meios | Sim | Sim | Sim | Sim (proteção antifraude) | Split pode exigir contas dos envolvidos |
| Pagar.me (Stone) | Plataformas/marketplaces com regras de split | Sim | Sim | Sim (Pix e recorrência) | Integra com estratégia do cliente | Bom quando precisa controlar regras e eventos via webhooks |
| iugu | Cobrança recorrente e integrações B2B | Sim (Pix Cobrança) | Sim | Sim | Depende do cenário | Forte em recorrência e automações; exige bom desenho de status |
| Asaas | Cobrança, assinaturas e automações financeiras | Sim | Sim | Sim | Depende do produto | Muito usado quando o “financeiro” é parte do produto |
| Efí Pay (Gerencianet) | Pix/boleto/cartão com split | Sim | Depende do produto | Sim | Depende do produto | Split costuma ser entre contas Efí |
6.2 PSPs globais e cross-border (quando você tem mais de um país)
| Provedor | Melhor para | Brasil (Pix/Boleto) | Marketplace/Split | Antifraude | Observação prática |
|---|---|---|---|---|---|
| Stripe | Produtos digitais/físicos multi-país; APIs maduras | Suporta Pix e boleto (conforme região/conta) | Stripe Connect | Stripe Radar | Forte em APIs, webhooks e ecossistema; bom para produto global |
| Adyen | Operação maior/enterprise; múltiplos métodos locais | Sim (Pix e boleto) | Plataformas (split) | RevenueProtect | Bom para consolidar pagamentos e operar risco/disputas |
| EBANX | Empresas vendendo para LatAm (cross-border) | Sim (Pix e boleto) | Depende do modelo | Depende do produto | Focado em meios locais e conversão na América Latina |
| dLocal | Cross-border com meios locais na LatAm | Sim (Pix e boleto) | Depende do modelo | Depende do produto | Útil quando o “local payments” é uma dor no país |
| PayPal / Braintree | Carteira PayPal, cartões e meios locais em um contrato | Depende do país | Depende do modelo | Ferramentas do provedor | Bom para público internacional e UX “PayPal” |
| Verifone 2Checkout | Internacional vendendo para Brasil com boleto/pix | Sim (Boleto/Pix) | Depende do modelo | Depende do produto | Opção para e‑commerce internacional com meios brasileiros |
6.3 Adquirentes e APIs transacionais (quando você tem estrutura mais “enterprise”)
| Provedor | Quando faz sentido | O que entrega | O que você precisa ter “do seu lado” |
|---|---|---|---|
| Cielo (API e-commerce) | Volume maior, operação Brasil, necessidade de módulos | Cartão, Pix, boleto, e-wallets; tokenização; antifraude integrável | Time para operar antifraude, conciliação e regras |
| Stone Online | Quando você quer “camada transacional” e já tem stack | Autorizar/capturar/cancelar/consultar transações | Antifraude, multimeios, recorrência e UX normalmente ficam com você |
| Getnet | E-commerce/marketplace com foco em adquirência e APIs | Checkouts/APIs; marketplace API; notificações | Governança de pagamentos e repasses |
| Rede | Operação Brasil com adquirência e integrações | APIs e autenticação (OAuth) | Estrutura para operar o restante do stack |
7) Prós e contras (resumo rápido por provedor)
Use esta parte para “bater o martelo” quando você já sabe seu cenário.
Mercado Pago
Prós:
- bom para começar rápido (checkout pronto + API);
- forte para Pix/boleto/cartão no Brasil;
- webhooks bem conhecidos no mercado.
Contras:
- dependendo do modelo, pode ter menos controle fino de UX;
- recursos de marketplace/split exigem desenho cuidadoso de repasse.
PagBank (PagSeguro)
Prós:
- variedade de meios (cartão, Pix, boleto) e recursos complementares;
- split e recorrência aparecem como opções no ecossistema.
Contras:
- split tende a exigir onboarding/contas dos envolvidos;
- como todo provedor, detalhes variam por contrato.
Pagar.me (Stone)
Prós:
- forte quando você precisa de eventos, webhooks e regras de split;
- boa escolha para plataformas e recorrência.
Contras:
- integração costuma exigir mais disciplina técnica (status, eventos, idempotência).
iugu
Prós:
- muito usada para cobrança recorrente, boletos/Pix e automações financeiras;
- boa para modelos B2B e cobrança.
Contras:
- exige bom desenho de status e conciliação (especialmente com Pix/boleto).
Asaas
Prós:
- foco em cobrança e automação (assinaturas, cobranças, gestão);
- bom para cenários em que o financeiro faz parte do produto.
Contras:
- nem sempre é a melhor escolha se o seu foco é “cartão com máxima performance” (depende do seu caso).
Efí Pay (Gerencianet)
Prós:
- boa alternativa para Pix/boleto/cartão, incluindo split.
Contras:
- split normalmente depende de contas Efí para os recebedores.
Stripe
Prós:
- APIs e documentação muito maduras;
- excelente para produto multi-país;
- tem soluções para marketplace (Connect) e antifraude (Radar).
Contras:
- exige um mínimo de maturidade de engenharia;
- disponibilidade de métodos e recursos pode variar por país/conta.
Adyen
Prós:
- forte para operação grande/enterprise;
- muitos métodos locais, split e ferramentas de risco/disputa.
Contras:
- onboarding e negociação costumam ser mais “corporativos” (nem sempre ideal para MVP).
EBANX / dLocal (cross-border)
Prós:
- bons quando você precisa vender em países onde operar meios locais é difícil;
- costumam focar bastante em conversão com meios locais.
Contras:
- podem ser “grandes demais” para operação pequena;
- dependem do seu modelo (doméstico vs cross-border).
PayPal / Braintree
Prós:
- PayPal é conhecido mundialmente;
- Braintree costuma reunir cartões, carteiras e meios locais em uma integração.
Contras:
- para Brasil, verifique se atende Pix/boleto no seu modelo (nem sempre é o foco principal).
Verifone 2Checkout
Prós:
- alternativa para vendedor internacional que precisa aceitar boleto/pix do Brasil.
Contras:
- geralmente faz mais sentido para cross-border do que para empresa 100% Brasil.
Cielo / Stone Online / Getnet / Rede (adquirência)
Prós:
- podem fazer sentido para operações maiores no Brasil, com necessidade de módulos e controle.
Contras:
- você normalmente precisa de mais “stack” ao redor (antifraude, split, reconciliação, UX);
- a implantação tende a ser mais trabalhosa do que um PSP “tudo em um”.
8) O que o cliente precisa abrir/contratar (checklist)
Aqui vai um checklist que reduz trocas e acelera implantação. Você pode copiar e colar em e-mail para o time financeiro/jurídico.
| Item | Quem geralmente resolve | Observação |
|---|---|---|
| Conta PJ no provedor (CNPJ) | Financeiro/Jurídico | Normalmente exige KYC (documentos da empresa) |
| Conta bancária de recebimento | Financeiro | Confirmar titularidade |
| Definir modelo: venda simples vs marketplace | Produto/Financeiro | Marketplace costuma exigir subcontas e regras de split |
| Definir meios: cartão, Pix, boleto, parcelamento | Produto | Afeta UX e conciliação |
| Definir política de reembolso/cancelamento | Produto/Suporte | Importante para reputação e disputas |
| Definir responsável por acompanhar relatórios | Financeiro | “Quem confere se caiu?” |
| Aprovação de orçamento recorrente | Diretoria/Financeiro | Taxas variam com volume, chargeback e antecipação |
| Compartilhar credenciais de integração de forma segura | TI/Produto | Ideal: usuário dedicado + permissões mínimas necessárias |
9) Sandbox/homologação: como testar sem medo (antes do lançamento)
Boas integrações de pagamento falham não por “bug”, mas por falta de teste de cenário.
Checklist de testes mínimos:
- pagamento aprovado (cartão);
- pagamento negado (cartão);
- reembolso total e parcial;
- Pix pago imediatamente e Pix pago com atraso;
- boleto gerado e pago depois (status pendente → pago);
- webhook fora de ordem (chega duplicado / chega depois);
- tentativa de “pagar duas vezes” (idempotência);
- conciliação: o que aparece no painel vs no seu sistema.
Regras simples para evitar dor:
- trate o sandbox como ambiente real: webhook + backend + banco;
- nunca valide pagamento “só no app”;
- registre logs de eventos (para auditoria e suporte).
10) “Pagou / não pagou”: como validar corretamente (e evitar fraude e bugs)
Esta é a parte mais importante do artigo.
Em projetos reais, os maiores problemas vêm de duas situações:
- Pix/boleto são assíncronos (podem demorar para confirmar).
- O usuário pode fechar o app no meio do fluxo — e mesmo assim o pagamento acontecer.
A arquitetura recomendada é sempre esta:
Fluxo recomendado (passo a passo)
- O app cria um pedido no backend (ex.: “Pedido #123”).
- O backend chama o provedor e cria a cobrança (cartão/pix/boleto).
- O backend salva o pagamento como pendente.
- O provedor envia webhook confirmando mudança de status (pago/negado/estornado).
- O backend valida a assinatura do webhook e atualiza o status no banco.
- O app apenas consulta e exibe o status (ex.: “aguardando pagamento” → “aprovado”).
Regra de ouro: quem decide se pagou é o backend. O app só mostra.
Status típicos (para você conversar com o time sem confusão)
| Status (exemplo) | O que significa | Ação no app |
|---|---|---|
| Pendente | Aguardando pagamento (Pix/boleto) | Mostrar “aguardando” |
| Autorizado | Cartão autorizado (ainda pode capturar) | “Processando” |
| Pago / Capturado | Pagamento confirmado | Liberar acesso/entrega |
| Negado / Falhou | Não pagou | Mostrar erro e permitir tentar de novo |
| Estornado / Reembolsado | Pagamento devolvido | Ajustar acesso e notificar |
| Chargeback / Disputa | Contestação do cartão | Abrir fluxo de suporte |
11) Erros comuns (que viram retrabalho e discussão)
- Escolher gateway antes de decidir: Pix/boleto, recorrência, split e país.
- Confiar no app para marcar “pago” (isso abre brecha de fraude e gera inconsistência).
- Não configurar webhooks (ou não tratar duplicidade e reentrega).
- Ignorar que boleto pode levar horas/dias para confirmar.
- Não planejar conciliação (quando o financeiro começa a cobrar, vira crise).
- Começar marketplace sem split automático (vira planilha + disputa de repasse).
- Não prever reembolso/cancelamento desde o início.
12) Um caminho simples para decidir (sem travar o projeto)
Se você quer um “atalho” prático:
- Venda digital no app?
Use pagamento da loja (iOS/Android). Não discuta gateway agora. - Venda fora do app e só Brasil?
Priorize um provedor com Pix + boleto + cartão + webhooks bem documentados. - Vai ter marketplace?
Escolha um provedor com split/subcontas e defina as regras de repasse antes de lançar. - Vai vender em mais de um país?
Considere PSP global ou um provedor cross-border com meios locais.
Se você fizer esse roteiro, o resto vira execução — e não “troca infinita de opinião”.
Se você quiser, podemos transformar seu cenário em uma decisão objetiva em uma call curta, usando o checklist deste artigo: país, meios, recorrência, split, antifraude e o modelo de integração (checkout pronto vs API).